<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602</id><updated>2012-02-16T16:10:41.765-08:00</updated><category term='MACP'/><category term='Antonio Caro'/><category term='Cultura Popular'/><category term='nada'/><category term='frases'/><category term='earth'/><category term='Índia'/><category term='avaliação'/><category term='Iberê.'/><category term='imagem'/><category term='filmes para do livro - fotos.'/><category term='criança'/><category term='cuiabá'/><category term='mundo'/><category term='localização'/><category term='edilson de jesus'/><category term='Aline Figueiredo'/><category term='afonso'/><category term='professor'/><category term='filmes'/><category term='massagem'/><title type='text'>Apontamentos e referências</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>118</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-1439397039994016091</id><published>2011-04-14T07:44:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T07:44:16.062-07:00</updated><title type='text'>Grandes obras clássicas do Absolutismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.historiadigital.org/2011/04/grandes-obras-classicas-do-absolutismo.html"&gt;Grandes obras clássicas do Absolutismo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-1439397039994016091?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.historiadigital.org/2011/04/grandes-obras-classicas-do-absolutismo.html' title='Grandes obras clássicas do Absolutismo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/1439397039994016091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=1439397039994016091' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1439397039994016091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1439397039994016091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2011/04/grandes-obras-classicas-do-absolutismo.html' title='Grandes obras clássicas do Absolutismo'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-8818462471230345767</id><published>2011-04-13T13:58:00.001-07:00</published><updated>2011-04-13T13:58:14.891-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Índia'/><title type='text'>Censo de 2011 revela aumento na discriminação das mulheres na Índia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;13/04/2011 - &lt;br /&gt;Censo de 2011 revela aumento na discriminação das mulheres na Índia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilanjana S. Roy &lt;br /&gt;Em Nova Déli (Índia) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentários [4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulheres indianas são obrigadas a abortar bebês do sexo feminino ou correm o risco de serem mortas por causa dos dotes exigidos pelos noivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números contam uma história velha e cruel: a eliminação sistemática das meninas na Índia. No censo de 2001, a proporção entre os sexos –o número de meninas para cada 1.000 meninos– era de 927 na faixa etária de 0 a 6 anos. Dados preliminares do censo de 2011 mostram que o desequilíbrio agravou, para 914 meninas para cada 1.000 meninos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grupos de mulheres estão documentando este tipo particular de violência contra o gênero há anos. O demógrafo Ashish Bose e o economista Amartya Sen chamaram a atenção para as mulheres desaparecidas da Índia há mais de uma década. O aborto de fetos femininos aumentou à medida que a tecnologia médica tornou mais fácil a detecção do sexo do bebê ainda não nascido. Se for uma menina, as famílias frequentemente pressionam as mulheres grávidas a abortar. Testes que determinam o sexo são ilegais na Índia, mas o ultrassom e os centros para fertilização in vitro frequentemente driblam a lei, e o aborto por médico é facilmente obtido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas mulheres, como Lakshmi Rani, 30 anos, do distrito de Bhiwani, em Uttar Pradesh, foi pressionada a cometer múltiplos abortos. As três primeiras gestações de Rani foram interrompidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Minha sogra me levou pessoalmente à clínica”, ela disse, de modo direto, mas mal audível. “Não foi minha decisão, mas não tive escolha. Eles não queriam meninas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a família de seu marido a está pressionando para engravidar de novo e ela está torcendo por um menino. Apesar das campanhas do governo contra o aborto de fetos femininos, ela não acredita que terá escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história de Rani é comum por todo Uttar Pradesh, um Estado que possui uma das maiores desproporções entre os sexos na Índia. Os números do censo mostram que a razão entre mulheres e homens na faixa de 0 a 6 anos caiu de 916 em 2001 para 899 em 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um relatório do Unicef de 2007, Alka Gupta explicou parte do problema: a discriminação contra as mulheres, já entranhada na sociedade indiana, cresceu devido aos desenvolvimentos tecnológicos que agora permitem que clínicas móveis de escolha de sexo ingressem sem controle em quase todas as aldeias ou bairros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei de Técnicas de Diagnóstico Pré-Natal e Preconceito de 1994 sofreu uma emenda em 2003, para lidar com a profissão médica –o “lado da oferta” da prática de seleção de sexo. Mas a lei tem sido mal fiscalizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os motivos por trás do aborto de fetos do sexo feminino são complexos, segundo o Centro para Pesquisa Social, uma organização de pesquisa em Nova Déli. Ranjana Kumari aponta que a prática ocorre em alguns dos Estados mais prósperos –Punjab, Haryana, Déli, Uttar Pradesh– indicando que o crescimento econômico não garante uma mudança nas posturas sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela aponta vários fatores que levam à preferência por meninos em muitas partes da Índia, especialmente no norte conservador: os filhos são uma fonte de renda para a família, as filhas se casam e ingressam em outra família e não estão mais disponíveis para cuidar de seus pais, os dotes tornam as filhas uma despesa e, nas áreas rurais, há o temor de que as mulheres que herdem terras possam transferir a propriedade para a família do marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra forma de violência contra a mulher –as mortes por dote– é igualmente bem documentada, e igualmente terrível, apesar dos indianos estarem tão acostumadas com elas que elas se tornam quase invisíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nomes de Sunita Devi, Seetal Gupta, Shabreen Tajm e Salma Sadiq não chamam muito a atenção da maioria dos indianos, apesar de estarem todas nas notícias na semana passada por motivos semelhantes. Sunita Devi foi estrangulada em Gopiganj, Uttar Pradesh, a grávida Seetal Gupta foi encontrada inconsciente e morreu em um hospital de Déli, foi ateado fogo em Shabreen Tajm que queimou até morrer em Tarikere, Karnataka, e Salma Sadiq sofreu um aborto após ser espancada por seu marido em Bangalore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As exigências por dotes maiores por parte da família do marido estiveram por trás de todos esses atos de violência, e são tão comuns que recebem apenas uma breve menção nos jornais. Os números do Birô Nacional para o Crime indicam que as mortes por dote aumentaram, com 8.172 em 2008, em comparação a cerca de 5.800 uma década antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monobina Gupta, que pesquisa a violência doméstica para Jagori, uma organização não governamental, faz uma ligação direta entre essas mortes e o aborto de fetos femininos: “O dote faz parte do contínuo de discriminação e violência baseada em gênero, começando pelos feticídios femininos. Após a chegada da liberalização ‘econômica’ em 1992, a lista de exigências de dote se tornou ainda maior. A abertura dos mercados e a expansão da classe média alimentam o consumismo e a demanda por bens modernos. Por exemplo, estudos mostram que televisores a cores e aparelhos de home vídeo substituíram os televisores preto-e-branco, carros de luxo os Maruti 800 anteriores, aparelhos sofisticados substituíram os processadores de alimentos básicos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É semelhante ao que está acontecendo com os feticídios”, ela disse. “À medida que a classe média ganha mais dinheiro, ela tem acesso à tecnologia médica mais sofisticada, tanto para assegurar o nascimento de um menino quanto para se livrar de uma menina não nascida.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é o custo de ter uma filha para uma família indiana, ou para a família do menino de abrir mão do dote? O economista T.C.A. Srinivasaraghavan estima o dote médio em torno de 10 mil rúpias, ou US$ 225. Esse número médio mascara as exigências exorbitantes de dote que costumam ser feitas pela família do noivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resposta aos resultados preliminares do censo de 2011, o governo central criou um escritório para monitorar o uso indevido de técnicas de seleção de sexo e o aborto de fetos do sexo feminino. Mas o verdadeiro progresso só virá quando mudarem as atitudes culturais em relação às mulheres. Enquanto isso, as mulheres terão que encontrar suas próprias soluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma área nobre de escritórios de Nova Déli, Kiran Verma, 28 anos, cuidava de sua minúscula loja, um centro de fotocópias. O pai de Verma deixou a família anos atrás, e sua mãe, uma empregada doméstica, se preocupa em como cobrir o custo do casamento da filha. Mas como muitas outras mulheres urbanas atuais, Verma tem seus próprios planos. “Mais um ano e eu terei ganho meu dote”, ela disse com confiança. “Dessa forma eu terei alguma escolha em relação à família para a qual entrarei.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulheres jovens que economizam seus próprios dotes não é a solução radical –a erradicação total do dote e da discriminação contra as mulheres– com a qual sonhava uma geração de feministas. Mas em seus esforços para se redefinirem como geradoras de riqueza, em vez de ônus para suas famílias, Verma e sua geração de mulheres indianas podem estar desferindo alguns golpes por conta própria contra os preconceitos que contribuem para o aborto baseado em gênero.&lt;br /&gt;Tradução: George El Khouri Andolfato&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-8818462471230345767?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/8818462471230345767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=8818462471230345767' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8818462471230345767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8818462471230345767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2011/04/censo-de-2011-revela-aumento-na.html' title='Censo de 2011 revela aumento na discriminação das mulheres na Índia'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-480128663594766786</id><published>2011-03-15T16:17:00.001-07:00</published><updated>2011-03-15T16:17:56.094-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='frases'/><title type='text'>frases boas</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:DontVertAlignCellWithSp/&gt;    &lt;w:DontBreakConstrainedForcedTables/&gt;    &lt;w:DontVertAlignInTxbx/&gt;    &lt;w:Word11KerningPairs/&gt;    &lt;w:CachedColBalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="--&gt;    &lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-theme-font:minor-fareast; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #5f497a; font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 18pt; line-height: 115%;"&gt;Quem quer entender o destino tem de sobreviver a ele" &lt;br /&gt;"Só o Curinga do jogo não se deixa iludir"&lt;br /&gt;Jostein Gaarder em "O dia do Curinga"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo" &lt;br /&gt;Fernando Pessoa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-480128663594766786?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/480128663594766786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=480128663594766786' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/480128663594766786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/480128663594766786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2011/03/frases-boas.html' title='frases boas'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-3159249140222900798</id><published>2011-03-07T06:37:00.000-08:00</published><updated>2011-03-07T06:37:17.092-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Revolver - A Voz Dentro da Sua Cabeça (The Voice Inside Your Head)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/ayc__xAcFdk/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ayc__xAcFdk&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/ayc__xAcFdk&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 id="watch-headline-title" style="padding-bottom: 8px;"&gt;&lt;span class="long-title" dir="ltr" id="eow-title" style="vertical-align: top;" title="Revolver - A Voz Dentro da Sua Cabeça (The Voice Inside Your Head)"&gt;Revolver - A Voz Dentro da Sua Cabeça (The Voice Inside Your Head)   &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-3159249140222900798?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/3159249140222900798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=3159249140222900798' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/3159249140222900798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/3159249140222900798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2011/03/revolver-voz-dentro-da-sua-cabeca-voice.html' title='Revolver - A Voz Dentro da Sua Cabeça (The Voice Inside Your Head)'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-509332607860229286</id><published>2011-01-01T15:32:00.000-08:00</published><updated>2011-01-01T15:32:36.662-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TR-4sOw_5tI/AAAAAAAAAQE/WS72CdIwsnk/s1600/DSC06373.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TR-4sOw_5tI/AAAAAAAAAQE/WS72CdIwsnk/s1600/DSC06373.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;autor da foto: afonso alves&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-509332607860229286?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/509332607860229286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=509332607860229286' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/509332607860229286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/509332607860229286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2011/01/autor-da-foto-afonso-alves.html' title=''/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TR-4sOw_5tI/AAAAAAAAAQE/WS72CdIwsnk/s72-c/DSC06373.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-59359264072959580</id><published>2010-12-31T13:35:00.000-08:00</published><updated>2010-12-31T13:36:41.868-08:00</updated><title type='text'>PRÓPRIA REALIZAÇÃO ATRAVÉS DAS INTELIGÊNCIAS INDIVIDUAIS QUE COMPÕEM A CRIAÇÃO</title><content type='html'>A própria relação dos seres superiores é imensurável. Há um desejo do espírito de ser o centro do conhecimento. tudo aquilo que ele sabe é a medida de sua vida.&lt;br /&gt;Como encontrar a distância necessária nesses dias de universalismo?&lt;br /&gt;Como conviver com o excesso, visualizando uma reflexão sobre tudo que passamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas buscando ficar atentas mas sem a dedicação necessária. Não tem nenhuma ritual ou passagem mística na vida, sentem-se amarradas aos desejos que lhe são imputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o discípulo está pronto, o trabalho aparece... mas será que esse se perceberá?&lt;br /&gt;querem ouvir as vozes, mas será que a raça humana se unirá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tudo parece em vão... imagem que com um mínimo de consciência se fortifica.&lt;br /&gt;em todos os cantos há um domínio do descuido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;acordaremos diante do óbvio ou&lt;br /&gt;o que precisa ser - se evidenciará.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-59359264072959580?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/59359264072959580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=59359264072959580' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/59359264072959580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/59359264072959580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/12/propria-realizacao-atraves-das.html' title='PRÓPRIA REALIZAÇÃO ATRAVÉS DAS INTELIGÊNCIAS INDIVIDUAIS QUE COMPÕEM A CRIAÇÃO'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-8363587592111799524</id><published>2010-11-26T06:12:00.001-08:00</published><updated>2010-11-26T06:12:43.478-08:00</updated><title type='text'>A CIÊNCIA SAGRADA Por Jnanavatar Swami Sri Yukteswar Giri</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Kaivalya Darsanam&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A CIÊNCIA SAGRADA &lt;b&gt;Por Jnanavatar Swami Sri Yukteswar Giri&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;SELF-REALIZATION FELLOWSHIP &lt;/b&gt;Fundada por Paramahansa Yogananda&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Presidente Sri Daya Mata &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;SUTRA 3&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Parambrahma faz emergir a criação, a inerte Natureza (&lt;i&gt;Prakriti&lt;/i&gt;). De &lt;i&gt;Aum &lt;/i&gt;(&lt;i&gt;Pranava, &lt;/i&gt;o Verbo, a manifestação da Força Onipotente), surge &lt;i&gt;Kala&lt;/i&gt;, o tempo; &lt;i&gt;Desa&lt;/i&gt;, o espaço; e &lt;i&gt;Anu, &lt;/i&gt;o Átomo (a estrutura vibratória da criação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;). O Verbo, &lt;i&gt;Amen &lt;/i&gt;(&lt;i&gt;Aum&lt;/i&gt;), é o começo da Criação. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;A manifestação da Força Onipotente (a Repulsão e sua expressão complementar, o Sentimento Onisciente ou Amor, a Atração) é vibração, que aparece como um som peculiar: o Verbo, &lt;i&gt;Amen&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Aum&lt;/i&gt;. Em seus diferentes aspectos &lt;i&gt;Aum &lt;/i&gt;apresenta a idéia de mudança, que é o tempo &lt;i&gt;Kala&lt;/i&gt;, no Eterno-Imutável; e a idéia de divisão, que é o Espaço, &lt;i&gt;Desa&lt;/i&gt;, no Eterno-Indivísivel. &lt;b&gt;As Quatro Idéias: o Verbo, o Tempo, o Espaço e o Átomo. &lt;/b&gt;O efeito resultante é a idéia de partículas - os inumeráveis átomos, &lt;i&gt;patra &lt;/i&gt;ou &lt;i&gt;anu&lt;/i&gt;. Estes quatro - o Verbo, o tempo, o Espaço e o Átomo - são, portanto, unos e idênticos, e substancialmente nada mais que simples idéias. A manifestação do Verbo (tornando-se carne, a matéria externa) criou este mundo visível. Assim, o Verbo &lt;i&gt;Amen, Aum, &lt;/i&gt;sendo a manifestação da Eterna Natureza do Pai Onipotente ou Seu próprio Ser, é inseparável de nada mais do que o próprio Deus; tal como o poder calcinante é inseparável de nada mais do que o próprio fogo. Ver Apocalipse 3:14; João 1:1, 3, 14.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;“Eis o que diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus.”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;“&lt;i&gt;No princípio existia o Verbo, o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.... Tudo foi feito por ele, e sem ele nada se fez de tudo o que foi criado.... E o Verbo se fez carne e viveu entre nós.”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;SUTRA 4&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A causa da criação é &lt;i&gt;Anu &lt;/i&gt;ou os Átomos. Coletivamente eles se chamam &lt;i&gt;Maya &lt;/i&gt;ou o poder ilusório do Senhor; individualmente &lt;i&gt;Anu &lt;/i&gt;se chama &lt;i&gt;Avidya&lt;/i&gt;, Ignorância.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Átomos, o trono do Espírito, o Criador. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Estes átomos, que representam interna e externamente, as quatro idéias acima mencionadas, são o trono do Espírito, o Criador, que brilhando sobre eles cria este universo. No conjunto, eles se denominam &lt;i&gt;Maya&lt;/i&gt;, as Trevas, pois tornam incompreensível a Luz Espiritual; e cada um deles separadamente denomina-se &lt;i&gt;Avidya&lt;/i&gt;, a Ignorância, pois torna o homem ignorante até do seu próprio Ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Por isso, estas quatro idéias que dão origem a todas essas confusões são referidas na Bíblia como muitos animais. O homem, enquanto se identifica com seu corpo material denso, coloca-se numa posição bem inferior à do quádruplo Átomo primordial e, necessariamente, não pode compreendê-lo. Mas, quando se eleva ao nível dele, não apenas compreende este Átomo, interna e externamente, mas também toda a criação imanifestada e manifestada (isto é, “por diante e por trás”). Ver Apocalipse 4:6.&lt;i&gt;“... E no meio, diante do trono, bem como ao redor do trono, quatro seres vivos, cheios de olhos na frente e por detrás.”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-8363587592111799524?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/8363587592111799524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=8363587592111799524' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8363587592111799524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8363587592111799524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/11/ciencia-sagrada-por-jnanavatar-swami.html' title='A CIÊNCIA SAGRADA Por Jnanavatar Swami Sri Yukteswar Giri'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-6061483934441723222</id><published>2010-11-16T06:39:00.000-08:00</published><updated>2010-12-29T07:36:07.652-08:00</updated><title type='text'>blog que indico</title><content type='html'>http://ablucoes.blogspot.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-6061483934441723222?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/6061483934441723222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=6061483934441723222' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6061483934441723222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6061483934441723222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/11/blog-da-pos-da-univag-2010-fundamentos.html' title='blog que indico'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-6550763103492824771</id><published>2010-10-12T08:23:00.000-07:00</published><updated>2010-10-12T08:23:31.989-07:00</updated><title type='text'>OM</title><content type='html'>&lt;!--[if !mso]&gt; &lt;style&gt;v\:* {behavior:url(#default#VML);}o\:* {behavior:url(#default#VML);}w\:* {behavior:url(#default#VML);}.shape {behavior:url(#default#VML);}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:DontVertAlignCellWithSp/&gt;    &lt;w:DontBreakConstrainedForcedTables/&gt;    &lt;w:DontVertAlignInTxbx/&gt;    &lt;w:Word11KerningPairs/&gt;    &lt;w:CachedColBalance/&gt;    &lt;w:UseFELayout/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="--&gt;    &lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;EL OM&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TLR9X4kM1QI/AAAAAAAAAPw/wcCmuPXy83g/s1600/OM-elementos-blog-flores.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TLR9X4kM1QI/AAAAAAAAAPw/wcCmuPXy83g/s1600/OM-elementos-blog-flores.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !mso]&gt; &lt;style&gt;v\:* {behavior:url(#default#VML);}o\:* {behavior:url(#default#VML);}w\:* {behavior:url(#default#VML);}.shape {behavior:url(#default#VML);}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:DontVertAlignCellWithSp/&gt;    &lt;w:DontBreakConstrainedForcedTables/&gt;    &lt;w:DontVertAlignInTxbx/&gt;    &lt;w:Word11KerningPairs/&gt;    &lt;w:CachedColBalance/&gt;    &lt;w:UseFELayout/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="--&gt;    &lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“El arco es el OM sagrado y la flecha es nuestra&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;propia alma. Brahman (Dios) es el blanco de la&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;flecha, el objetivo del alma. Así como una flecha se&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;une a su blanco, el alma vigilante se une a Él".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mundala Upanishad&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;En su famosa serie "Cosmos", Carl Sagan relató que, al regresar de los viajes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;interestelares los astronautas comentaban que, cuando las naves se alejaban de la&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Tierra y salían al espacio exterior, oían un sonido muy particular que los&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;sorprendía. A raíz de ese comentario, los científicos, intrigados, optaron por&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;reproducir en un laboratorio distintos sonidos para que ellos pudieran identificar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;aquél que percibían en el espacio. Grande fue su sorpresa al constatar que lo que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;ellos habían oído era extremadamente similar al OM!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Al igual que el omkar -repetición continua del OM y que se produce 21 veces-, su&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;origen está dado por el aire. De este sonido básico nacieron múltiples derivaciones:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Amin, amén, shalom, siendo el OM el más poderoso de todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Que la luz eterna me lleve,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;de lo irreal a lo real,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;de la oscuridad a la luz,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;de la muerte a la inmortalidad.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Asatoma sat gamaia,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Tamasoma yotir gamaia,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;Mrirtiorma amritam gamaia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;AUM Shanti Shantí Shanti...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="MsoIntenseEmphasis"&gt;181.45 Lifar, David&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="MsoIntenseEmphasis"&gt;LIF Hatha yoga: el camino a la salud.- 1ª ed. - Buenos Aires: Kier, 2003.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="MsoIntenseEmphasis"&gt;160 p.; 20x14 cm. - (Infinito)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="MsoIntenseEmphasis"&gt;ISBN 950-17-7008-7&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span class="MsoIntenseEmphasis"&gt;1. Título - 1. Yoga&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;Jesus disse:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1-CIvQATsa8/TExWvL8M7FI/AAAAAAAABX8/il6z6cWX-Wo/s1600/OM-blog-ruadasflores.gif" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="178" src="http://3.bp.blogspot.com/_1-CIvQATsa8/TExWvL8M7FI/AAAAAAAABX8/il6z6cWX-Wo/s200/OM-blog-ruadasflores.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Se lhe perguntarem qual é o sinal&lt;br /&gt;do Pai em vocês, digam-lhes&lt;/i&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;i&gt;&lt;strong&gt;É um movimento e um repouso&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Evangelho Apócrifo de São Tomé&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-6550763103492824771?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/6550763103492824771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=6550763103492824771' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6550763103492824771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6550763103492824771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/10/om.html' title='OM'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TLR9X4kM1QI/AAAAAAAAAPw/wcCmuPXy83g/s72-c/OM-elementos-blog-flores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-360158941963863571</id><published>2010-10-12T07:58:00.000-07:00</published><updated>2010-10-12T07:58:01.874-07:00</updated><title type='text'>VERTIGEM POR UM FIO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:DontVertAlignCellWithSp/&gt;    &lt;w:DontBreakConstrainedForcedTables/&gt;    &lt;w:DontVertAlignInTxbx/&gt;    &lt;w:Word11KerningPairs/&gt;    &lt;w:CachedColBalance/&gt;    &lt;w:UseFELayout/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="--&gt;    &lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; &lt;/m:wrapindent&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;VERTIGEM POR UM FIO, A - POLÍTICAS DA SUBJETIVIDADE CONTEMPORÂNEA - Peter Pal Pelbart - ISBN 8573211253&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="FontStyle12"&gt;&lt;span&gt;A &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle11"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;vida é uma prisão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="FontStyle14"&gt;&lt;span&gt;Eis então, ao lado do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle13"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Viver&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle13"&gt;&lt;span&gt; e pensar com porcos, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle14"&gt;&lt;span&gt;e de A vida &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle13"&gt;&lt;span&gt;pobre, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle14"&gt;&lt;span&gt;um terceiro moto para pensar a situação contemporânea e ampliar o espectro desse pequeno co­mentário. A saber, a frase do militante e filósofo italiano ligado às Brigadas Vermelhas, que depois de anos de exílio em Paris resolveu retornar à Itália, mesmo sabendo que seria preso, para desbloquear, através do que ele chamou de uma "hipótese política", a situação dos exilados e, no fundo, do traumático passado da guerra civil italiana dos anos 70. Toni Negri, antes de sua partida, ainda em Paris, explica a amigos o sentido desse retorno ao país de origem, numa conversa memorável: nesse momento de extre­ma sabedoria, como Sócrates antes de ingerir a cicuta, em que se está para além do bem e do mal, ele afirma, surpreendentemente, não existir uma diferença tão essencial entre a prisão e o resto da vida. A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle11"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle13"&gt;&lt;span&gt;vida é um&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle13"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle13"&gt;&lt;span&gt; prisão, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle14"&gt;&lt;span&gt;lembra ele, quando não a construímos, e quando o tempo da vida não é apreendido livremente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="FontStyle14"&gt;&lt;span&gt;Interessa a evidência sensível assinalada por Negri, de que vivemos todos aprisiona­dos, prisioneiros a céu aberto. Isso tem várias razões, e deve-se, certamente, à maneira como o capitalismo atual invadiu as esferas mais privadas e íntimas da vida humana, desde a fé até o corpo biológico. Não há mais exterior para o capital. Conforme a observa­ção de Frederic Jameson, os últimos enclaves que ainda lhe resistiam, como o Inconsciente e a Natureza, capitularam de vez. Não deveria surpreender, a partir daí, a crescente claustrofobia que nos acomete e que a frase de Negri expressa com tocante simplicidade. Pg.13&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-360158941963863571?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/360158941963863571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=360158941963863571' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/360158941963863571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/360158941963863571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/10/vertigem-por-um-fio.html' title='VERTIGEM POR UM FIO'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-2554164095846140816</id><published>2010-06-30T08:10:00.000-07:00</published><updated>2010-06-30T08:10:50.980-07:00</updated><title type='text'>sentimentos que cada elemento pode suscitar na imaginação</title><content type='html'>Os Elementos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Luiz M. C. Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, novembro de 1994 &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Se quisermos explicar a variedade de imagens que cada elemento suscita em diferentes sistemas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;precisamos reconhecer a ambigüidade de sentimentos que cada elemento pode suscitar na imaginação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;humana. Um resumo esquemático poderia ser o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Abismo ou o Caos de Hesíodo - o aspecto aterrador do vazio, a queda do alto, a bocarra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escancarada da Górgona, essa vulva arreganhada é o vácuo dos gregos, tão terrível que a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;maioria dos seus filósofos (exceto Demócrito) o escorraçou de sua concepção racionalizada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do Universo, preenchendo-o com um éter ou uma mistura desordenada de elementos - em&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;algumas mitologias esse papel é representado pelas águas salgadas dos abismos oceânicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o dragão fêmea Tiamat dos babilônicos, a água-abismo dos chineses, o deus Poseidon (do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mar e dos terremotos);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Vácuo - o aspecto benévolo, tranqüilo, flutuante e pacífico do vazio, o akasha, o nirvana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vazio dos indianos, o Tai Hsü chinês;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Fogo celeste - o fogo solar ou o fogo dos templos, benévolo e símbolo de constância,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;luminoso e que não queima, pai ou mãe que ensina, protege e evita punir: o intelecto&lt;br /&gt;intuitivo, ativo e dominante de Platão, do Tarô, dos astrólogos, maçons e magos, a deusa&amp;nbsp; Héstia, os deuses Apolo e Vishnu;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Fogo terrestre - fogo ambíguo, ora benéfico, ora perigoso, imagem de energia, excitação,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;movimento e transformação para o bem ou para o mal: o fogo de Heráclito, o rajas indiano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e o deus nórdico Loki, que como Shiva é criador do homem e destruidor do Universo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Fogo plutônico - o fogo infernal, o calor das paixões e do instinto, a sexualidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;alegremente agressiva: o fogo de Bachelard, de Lépine, dos indianos e dos chineses, Xangô&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e Iansã;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Ar celeste ou éter - o ar tranqüilo das alturas enquanto metáfora do espírito, da vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;superior do intelecto e de sua mobilidade rápida e suave, poder de relacionar e de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;comunicar, ar respirado pelos sábios: o ar dos astrólogos, dos magos, de Anaxímenes, de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bachelard, dos indianos, o éter de Platão, o sattva indiano, os deuses Oxalá, Hermes e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brahma;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Ar atmosférico - o ar turbulento das nuvens escuras e das tempestades enquanto metáfora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do ânimo e coragem que habitam o peito do guerreiro: o ar de Platão, do Tarô, o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;temperamento sangüíneo, os deuses Urano, Zeus, Ares, Indra e Thor, o vento-madeira dos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;chineses;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Água celeste - a água que cai do céu, da chuva e do orvalho, a Lua, a noite, a imaginação,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fantasia e sentimento, os sonhos sublimados: a água dos astrólogos, dos magos, dos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;maçons, a deusa Iemanjá;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Água terrestre - a água que sobe da terra e sustenta a vida das plantas, dos animais e do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;homem, a vida em seu aspecto fisiológico e vegetativo: a água de Tales, de Platão, de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bachelard, o temperamento fleumático, as ninfas, a “natureza” de Lépine;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Água-sêmen ou água-muco-vaginal - a água ambígua dos sonhos “molhados”, meio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;celeste, meio terrestre, relacionamento erótico que também envolve sentimento: a água do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tarô, a deusa Afrodite;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Terra cultivada - mãe fértil e submissa, geradora de colheitas e riquezas: a terra dos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;chineses, de Bachelard, a deusa Deméter (versão “domesticada” de Gaia);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Terra-chão - plano sólido de sustentação, base pisada na vida prática e nas tarefas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quotidianas, o raciocínio prático-material e econômico: a terra dos astrólogos, do Tarô, dos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;maçons, dos magos e dos indianos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Terra-matéria-prima-metal - massa neutra, inerte e mecânica para a modelagem de armas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;jóias e ferramentas, para o bem e para o mal: a matéria-prima de Aristóteles, o apeiron de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anaximandro, a terra dos alquimistas e dos gnomos, o temperamento melancólico, o metal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dos chineses, o tamas indiano, a “civilização” de Lépine, os deuses Cronos, Hefaistos e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogum;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Terra selvagem - mãe dura, poderosa e dominante, que gera filhos com ou sem o pai, a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;natureza selvagem e primordial, a sexualidade primitiva: a terra de Platão e Lépine, a Gaia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de Hesíodo, a deusa Nanã, a deusa Ártemis (Gaia virgem, pois adolescente);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. A Mistura - fusão equilibrada de elementos, o caos dos filósofos desde Anaxágoras (não o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caos abissal de Hesíodo), a democracia, libertina e irresponsável para Platão ou o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;equilíbrio saudável de Hipócrates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. A Forma - que dá um caráter definido à mistura dos elementos em suas diferentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;modalidades, as formas de Aristóteles, a quinta-essência de Llull.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-2554164095846140816?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/2554164095846140816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=2554164095846140816' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/2554164095846140816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/2554164095846140816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/06/sentimentos-que-cada-elemento-pode.html' title='sentimentos que cada elemento pode suscitar na imaginação'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-7859089802973825498</id><published>2010-06-30T08:06:00.000-07:00</published><updated>2010-06-30T08:06:59.764-07:00</updated><title type='text'>Os cinco sólidos platônicos e os elementos correspondentes</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TCtc4EjyAnI/AAAAAAAAAPg/WZgUV2f-oos/s1600/Solids5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" ru="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TCtc4EjyAnI/AAAAAAAAAPg/WZgUV2f-oos/s400/Solids5.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;A matéria ganha algum grau de ser ao lhe ser imposta uma forma (idéia). Como há apenas cinco&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sólidos perfeitos (isto é, figuras geométricas tridimensionais com todas as faces iguais), pode haver, no&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;máximo, cinco elementos: ao tetraedro (4 faces), forma mais simples e “pura”, corresponde o fogo; ao&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;octaedro (8 faces), o ar; ao icosaedro (20 faces), a água; ao cubo (6 faces), o mais difícil de mover, a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restou o dodecaedro (12 faces): inicialmente, não foi associado a um elemento, mas ao “Todo”. Há três&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;formas de fogo (chama, luz e brasas), duas de ar (éter e névoa), duas de água (líqüida e sólido) e uma de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;terra.Como o tetraedro, o octaedro e o icosaedro têm todos faces triangulares, as partículas de fogo podem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;transformar-se em água e ar e vice-versa por recombinação de faces (mas a terra, de faces quadradas, e o&lt;br /&gt;quinto elemento, de faces pentagonais, teriam que ser imunes a transformações em outros elementos). Os&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;números dos elementos são 1 (fogo), 2 (ar), 3 (água) e 4 (terra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos da teoria dos elementos, a característica de Platão está principalmente na forma como&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ele os hierarquiza. Se, para Empédocles eles eram iguais em valor, agora formam uma escada que vai do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;instinto grosseiro ao espírito puro. Essa escada de quatro ou cinco degraus se repete em tudo: elementos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;indivíduo, Estado, formas de conhecimento e deuses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Platão que introduz pela primeira vez a palavra matéria (hyle), que originalmente significa madeira e, por extensão, material de construção, enfatizando, portanto, sua passividade. A palavra latina materia que usamos hoje é a tradução literal de hyle. A madeira foi o primeiro material de construção dos antigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por estranho que possa nos parecer hoje, de Platão até o início da Idade Moderna os metais foram considerados uma forma do elemento água, pois se tornam líqüidos ao serem aquecidos. O mercúrio, assim, era visto como o metal por excelência, o mais puro ou primitivo de todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;span style="color: red;"&gt;Elementos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antonio Luiz M. C. Costa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, novembro de 1994&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-7859089802973825498?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/7859089802973825498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=7859089802973825498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7859089802973825498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7859089802973825498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/06/os-cinco-solidos-platonicos-e-os.html' title='Os cinco sólidos platônicos e os elementos correspondentes'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TCtc4EjyAnI/AAAAAAAAAPg/WZgUV2f-oos/s72-c/Solids5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-132505694460013746</id><published>2010-06-12T11:54:00.000-07:00</published><updated>2010-06-12T11:54:48.956-07:00</updated><title type='text'>Irmã Gabriela e Irmão Gabriel</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TBPWz9-vaiI/AAAAAAAAAPI/hgXn5Uowi8Y/s1600/Imagem+080.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" qu="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TBPWz9-vaiI/AAAAAAAAAPI/hgXn5Uowi8Y/s320/Imagem+080.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TBPXP1U-v_I/AAAAAAAAAPQ/2HbyaYUaXr8/s1600/Imagem+082.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" qu="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TBPXP1U-v_I/AAAAAAAAAPQ/2HbyaYUaXr8/s320/Imagem+082.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte de bons momentos. &lt;br /&gt;Todo dia lembro e fico afirmando para mim que ajudarei meus irmãos sempre.&lt;br /&gt;Espero e prossigo no caminho de achar melhores formas de se viver com mais tranquilidade para enfim repassar essa tranquilidade para a vida e sonhos de quem precisa.&lt;br /&gt;Estrela e cometa, irmãos do coração. Vocês são eternos no meu caminho e façamos isso ser verdade quando precisarmos um do outro.&lt;br /&gt;Vocês um dia saberão mais a respeito de quem foi nosso pai. Saberão lidar com o pensamento e os acontecimentos. Tudo vem para nos ensinar a viver melhor. Cada um tem que fazer sua parte para entender e abrir-se na hora certa para não ficar num casulo. Nossa memória tem que ser tratada e ensinada para que não fique desalinhada com as atitudes que devemos praticar.&lt;br /&gt;Força irmãos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-132505694460013746?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/132505694460013746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=132505694460013746' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/132505694460013746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/132505694460013746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/06/irma-gabriele-e-irmao-gabriel.html' title='Irmã Gabriela e Irmão Gabriel'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TBPWz9-vaiI/AAAAAAAAAPI/hgXn5Uowi8Y/s72-c/Imagem+080.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-983387917499133104</id><published>2010-06-12T11:44:00.000-07:00</published><updated>2010-06-12T11:44:09.357-07:00</updated><title type='text'>Pai: vida que sempre está próxima.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TBPVaoQZQTI/AAAAAAAAAPA/QuWcEAp3wrE/s1600/DSC00080.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" qu="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TBPVaoQZQTI/AAAAAAAAAPA/QuWcEAp3wrE/s320/DSC00080.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Recordo para manter vivo o espírito. A memória segue firme em fatos positivos e exemplos de humildade e renovação. &lt;br /&gt;Gilmar Alves de Araújo, nascido em Patos de Minas, tem desde criança uma ingênuidade que o manteve longe de muitos caminhos que corrompem as almas. Cedo aprendeu com os 11 irmãos o valor do trabalho e o respeito pela família. Tendo essa base pode morar em alguns lugares deste Brasil e sempre trazendo dentro de si uma intuição de por onde caminhar.&lt;br /&gt;Conheceu Vera Lucia Rodrigues e com ela teve Afonso e Laura. Passamos muitas dificuldades até chegar a uma fazenda chamada Ibere, perto de primavera do leste. Lá, podemos crescer com saúde e ensino, longe de tantas coisas que há em exagero na cidade.&lt;br /&gt;Aprendi com ele a ter paciência e confiar em Deus para encontrar energias positivas. Aprendo sempre relembrando o jeito que meu pai tratava as pessoas. Sempre solicito. Sempre fazendo o possível para atender quem ele visse que precisasse.&lt;br /&gt;Há&amp;nbsp;tanta memória que não cabe no texto. Há amor que só a memória pode reviver.&lt;br /&gt;Dentro do amor que tenho com meu pai sei que sempre teremos diálogos profundos e positivos. Um aprendendo com o outro numa sintonia de amor e possibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Alves&lt;br /&gt;várzea grande - 12 de junho de 2010.&lt;br /&gt;tarde quente e viva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-983387917499133104?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/983387917499133104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=983387917499133104' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/983387917499133104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/983387917499133104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/06/pai-vida-que-sempre-esta-proxima.html' title='Pai: vida que sempre está próxima.'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/TBPVaoQZQTI/AAAAAAAAAPA/QuWcEAp3wrE/s72-c/DSC00080.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-431192988216645056</id><published>2010-05-11T08:56:00.001-07:00</published><updated>2010-05-11T08:56:56.670-07:00</updated><title type='text'>Quais as Chances da Marina Silva?</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5Cafonso%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5Cafonso%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5Cafonso%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:1;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-format:other;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-fareast-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault	{mso-style-type:export-only;	margin-bottom:10.0pt;	line-height:115%;}@page Section1	{size:612.0pt 792.0pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:36.0pt;	mso-footer-margin:36.0pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Artigo de Stephen Kanitz&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A Marina Silva vai crescer, e muito. Existe até uma remota chance de a Marina ir para o segundo turno. Como?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Marina Silva tem uma qualidade que Lula tem, e que Dilma e Serra não tem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Marina Silva tem a cara do povo, e o &lt;b&gt;povo brasileiro gostou da idéia de ter alguém com sua cara no poder&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Um filho de italiano, ou filha de búlgara, ou filho de classe média que frequentou a USP, &lt;b&gt;pode não ser mais um atrativo para a eleição&lt;/b&gt;. Quanto mais ela for sendo conhecida mais sua candidatura poderá melhorar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Com a saída de Ciro Gomes, ela passa de 8% para provavelmente 14%, e precisa de mais 10% para chegar a 24%, e a como ela rouba votos da Dilma, esta cairia para digamos 28%.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Aí Marina se torna uma possível candidata para o segundo turno e muda &lt;br /&gt;totalmente de figura&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;. De uma candidata para 2014, ela passa a ser uma possibilidade para 2010. Aí vêm alianças e jogos políticos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;De onde viriam estes 10% adicionais? Marina Silva é extremamente influente entre os evangélicos, e &lt;b&gt;estes votos só irão aparecer nos últimos 4 domingos antes das eleições.&lt;/b&gt; Além de religiosa é bem casada, dois pontos que não ficarão despercebidos pela mulher brasileira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Esta história que mulher não vota em mulher é um insulto às mulheres. D&lt;/b&gt;epende da mulher.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Embora ela não tenha espaço de TV, ela poderá ser uma surpresa nos debates, porque tem &lt;br /&gt;carisma. Aliás, ela só será realmente conhecida nos debates.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Se a Dilma dizer uma bobagem como o Ciro Gomes, ou Gordon Brown, uma ENORME &lt;br /&gt;possibilidade, Dilma poderá cair para digamos 28% e Marina subir para 22%.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Aí Edir Macedo poderia até ser o fiel da balança, se quisesse&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;. Já mostrou sua força agregando 8 milhões de fiéis no dia D. Escrevo isto só para mostrar um cenário onde a Marina poderia ir para o segundo turno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Mas há uma lógica religiosa. &lt;b&gt;A eleição em vez de ser polarizada entre esquerda-e direita, como quer Lula, Edir e Marina poderiam dar um outro tom a esta eleição, um tom mais humanista.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Cristãos x materialistas economicistas, como é em parte nos Estados Unidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Sustentabilidade ou idolatria do "crescimento do PIB" e do queremos mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Não se esqueçam que Fernando Henrique perdeu uma eleição em São Paulo por não admitir a &lt;br /&gt;existência do Deus católico, e somente a "uma força superior".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Uma eleição humanista, com valores éticos que a Marina poderia muito bem espelhar, seria um trunfo para a melhoria de imagem que a Igreja Universal precisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Edir pode usar também este momento para fazer as pazes com os evangélicos, e mostrar a importância de termos um inicio de teocracia no Brasil, mais do que um governo dominado pelo materialismo, que será o mote da Campanha da Fraternidade este ano da Igreja Católica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Outro trunfo da Marina Silva é que ela parece ter cativado os administradores do país, e não somente isto, a melhor vertente da administração, a chamada Socialmente Responsável&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto lhe dá 2 milhões de votos diretos, mais 10 de agregados, e uma base bem maior de sustentação. De pessoas que agem e decidem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Ela tem todo o apoio do Instituto Ethos, e dos principais líderes do movimento de Administração Socialmente Responsável deste país. O Instituto Ethos, da qual fui um dos fundadores, tem mais de 300 empresas associadas, comprometidas com a ética e sustentabilidade, razão da afinidade com Marina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;E a Marina foi a única que percebeu o potencial deste grupo. São mais de 10.000 executivos influentes e aposentados, que estão disposto a ir para o governo por 2 anos, e implantar os métodos de eficiência que falta para fazer o governo finalmente funcionar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;São executivos já bem sucedidos, com cabelos brancos, e não jovens inexperientes que saem depois do governo para trabalhar num grande banco brasileiro com salário milionário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;São Executivos que não querem ficar mais ricos, mas somente contribuir com o que sabem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;ISTO MUDARIA O BRASIL!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-431192988216645056?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/431192988216645056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=431192988216645056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/431192988216645056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/431192988216645056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/05/quais-as-chances-da-marina-silva.html' title='Quais as Chances da Marina Silva?'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-1836703514052577801</id><published>2010-04-08T20:51:00.000-07:00</published><updated>2010-04-08T20:51:54.254-07:00</updated><title type='text'>flor de cerrado</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/S76kCt1cJmI/AAAAAAAAAOU/I2NnQsu5MPg/s1600/SAM_0269.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/S76kCt1cJmI/AAAAAAAAAOU/I2NnQsu5MPg/s320/SAM_0269.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="fr"&gt;Você não é um ser humano que está tendo uma experiência  espiritual. &lt;br /&gt;Você é um ser espiritual que está tendo uma experiência humana!!!&lt;/div&gt;&lt;span class="aut"&gt;&lt;a class="autor" href="http://www.pensador.info/autor/Poeta_Grego_Nikos_Kazantzadis/"&gt;Poeta Grego Nikos Kazantzadis&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-1836703514052577801?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/1836703514052577801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=1836703514052577801' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1836703514052577801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1836703514052577801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2010/04/flor-de-cerrado.html' title='flor de cerrado'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/S76kCt1cJmI/AAAAAAAAAOU/I2NnQsu5MPg/s72-c/SAM_0269.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-829095168691411917</id><published>2009-11-27T13:52:00.001-08:00</published><updated>2009-11-27T13:52:36.920-08:00</updated><title type='text'>Mitologia grega: preliminares  - Junito de Souza Brandão</title><content type='html'>&lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;Mitologia grega: preliminares &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;1 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Os mitos gregos só se conhecem através da forma escrita e das imóveis composições da arte figurada, o que, aliás, é comum a quase todas as mitologias antigas. Ora, a forma escrita desfigura o mito de algumas de suas características básicas, como, por exemplo, de suas variantes, que se constituem no verdadeiro pulmão da mitologia. Com isso, o mito se enrijece e se fixa numa forma definitiva. De outro lado, a forma escrita o distancia do momento da narrativa, das circunstâncias e da maneira como aquela se converteria numa ação sagrada. Um mito escrito está para um mito "em função", como uma fotografia para uma pessoa viva. E se é verdade que a forma escrita é uma característica das mitologias antigas, a grega ainda está comprometida por outra particularidade. Mitos existem, fora do mundo grego, que, mesmo em sua rígida forma escrita, conservaram um nítido e indiscutível caráter religioso: são aqueles cujo contexto tem um cunho ritual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;O &lt;i&gt;Enûma Elîsb &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;por exemplo, se reduz a um vasto repertório ritual. Se dos mitos egípcios se conhece relativamente pouco, é por- &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;1. &lt;i&gt;Enûma Elîsb &lt;/i&gt;são as duas primeiras palavras do grande poema babilônico e que significam "Quando, no alto..." O poema é inexatamente denominado &lt;i&gt;Poema da Criação, &lt;/i&gt;assunto que ocupa uma parte mínima da narrativa. Melhor seria chamá-lo &lt;i&gt;Poema da exaltação de Marduk. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;que tudo quanto nos chegou de autêntico provém de textos rituais, como os &lt;i&gt;Textos das Pirâmides, &lt;/i&gt;os &lt;i&gt;Textos dos Sarcófagos, O Livro dos Mortos. . . &lt;/i&gt;Análoga é a situação dos mais antigos textos rituais da Índia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Acontece, no entanto, que a Grécia antiga não nos legou um único mito em contexto ritual, embora se pudesse, talvez, defender, ao menos como parte de um rito, o que chegou até nós de alguns festejos dionisíacos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;"A mitologia grega chegou até nós através da poesia, da arte figurativa e da literatura erudita, ou seja, em documentos de cunho 'profano'" &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;, se bem que &lt;i&gt;profano &lt;/i&gt;aqui no caso deva ser tomado em sentido muito lato, uma vez que poesia, arte figurativa e literatura erudita tiveram por suporte o mito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;É claro que houve, na Grécia, um liame muito forte entre literatura, arte figurativa e religião, mas, ao plasmar o material mitológico, os poetas e artistas gregos não obedeciam tão-somente a critérios religiosos, mas também, e isso é fácil de se perceber, a ditames estéticos. Toda obra de arte como todo gênero artístico e literário possuem exigências intrínsecas. Entre narrar um mito, que é uma &lt;i&gt;prâxis &lt;/i&gt;sagrada, em determinadas circunstâncias, para determinadas pessoas, e compor uma obra de arte, mesmo alicerçada no mito, vai uma distância muito grande. A famosa lei das três unidades (ação, tempo e lugar), embora de formulação tardia, como teoria poética, está presente na tragédia clássica. Tal lei não é válida para o mito, que se desloca livremente no tempo e no espaço, multiplicando-se através de um número indefinido de episódios. Para reduzir um mitologema a uma obra de arte, digamos, a uma tragédia, o poeta terá que fazer alterações, por vezes violentas, a fim de que a ação resulte única, se desenvolva num mesmo lugar e "caiba" num só dia&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:10.0pt"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi-font-size:6.5pt"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Não é em vão que, as mais das vezes, a tragédia grega se inicia &lt;i&gt;in medias res. Édipo Rei &lt;/i&gt;de Sófocles começa quando termina o mito! O &lt;i&gt;flashback &lt;/i&gt;fará o milagre de recompor o restante. . . &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;A redução do mito a uma obra de arte traz outra conseqüência com vistas à documentação mitológica. O mito, como já se assinalou, vive em variantes; ora, a obra de arte, de conteúdo mitológico, somente pode apresentar, e é natural, uma dessas variantes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;2. BRELICH, Angelo. &lt;i&gt;Gli Eroi Greci. &lt;/i&gt;Roma, Edizioni dell'Ateneo e Bízzarri, 1978, p. 33sqq. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;3. Veja-se BALDRY, H. C. &lt;i&gt;The Dramatization of the Theban Legend. &lt;/i&gt;Greece and Rome, s. 2, v. 3, p. 24sqq. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Acontece que, dado o imenso prestígio da poesia na Grécia, a variante apresentada por um grande poeta impunha-se à consciência pública, tornando-se um &lt;i&gt;mito canônico, &lt;/i&gt;com esquecimento das demais variantes, talvez artisticamente menos eficazes, mas, nem por isso, menos importantes do ponto de vista religioso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;2 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;As alterações sofridas pelos mitos gregos, todavia, não se restringem aos poetas e artistas. Estes, conquanto reduzissem o mito e o recriassem, alterando-o, para que o mesmo pudesse atender às novas exigências artísticas, de qualquer forma o aceitavam e mantinham. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Bem diferente é a atitude do pensamento racional, sobretudo dos Pré-Socráticos, muitos dos quais tentaram desmitizar ou dessacralizar o mito em nome do &lt;i&gt;lógos, &lt;/i&gt;da razão. Acertadamente afirma Mircea Eliade: "Em nenhuma outra parte vemos, como na Grécia, o mito inspirar e guiar não só a poesia épica, a tragédia e a comédia (e acrescentaríamos o lirismo), mas também as artes plásticas; por outro lado, a cultura grega foi a única a submeter o mito a uma longa e penetrante análise, da qual ele saiu radicalmente 'desmitizado'. A ascensão do racionalismo jônico coincide com uma crítica cada vez mais corrosiva da mitologia 'clássica', tal qual é expressa nas obras de Homero e Hesíodo. Se em todas as línguas européias o vocábulo 'mito' denota uma 'ficção', é porque os gregos o proclamaram há vinte e cinco séculos".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;4 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;A crítica dos filósofos jônicos não visava, na realidade, ao pensamento mítico, à essência do mito, mas aos atos e atitudes dos deuses, tais quais os concebiam Homero e Hesíodo. A crítica fundamental era feita "em nome de uma idéia cada vez mais elevada de Deus". Um Deus verdadeiro jamais poderia ser concebido como injusto, vingativo, adúltero e ciumento, como enfatiza Xenófanes (576-480 a.C.), de Cólofon, na Ásia Menor: "No dizer de Homero e de Hesíodo os deuses fazem tudo quanto os homens considerariam vergonhoso: adultério, roubo, trapaças mútuas" (Frgs. B11, B12). Repele a concepção de que os deuses tenham tido um princípio e se assemelhem aos homens: "Mas os mortais acreditam que os &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;4. ELIADE, Mircea. &lt;i&gt;Mito e Realidade. &lt;/i&gt;Tradução de Pola Civelli. São Paulo, Ed. Perspectiva, 1972, p. 130. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;deuses nasceram, que usam indumentária e que, como eles, têm uma linguagem e um corpo" (Frg. B14). O antropomorfismo, iniciado com Homero e aperfeiçoado por Hesíodo, é violentamente censurado: "Se os bois, os cavalos e os leões tivessem mãos e pudessem, com suas mãos, pintar e produzir as obras que os homens realizam, os cavalos pintariam figuras de deuses semelhantes a cavalos, os bois semelhantes a bois e a eles atribuiriam os corpos que eles próprios têm" (Frg. B15). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Para Xenófanes, a idéia de Deus é algo mais sério: "Há um deus acima de todos os deuses e homens: nem sua forma nem seu pensamento se assemelham aos dos mortais" (Frg. B23). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;A crítica racionalista veio num crescendo, e o mito recebeu com Demócrito (520-440 a.C.) um duro golpe. Com efeito, o sistema mecanicista do filósofo de Abdera, na Trácia, reduz tudo a um entrechoque de partículas insecáveis, ingênitas, denominadas S&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;TOJHH &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;(átomoi), (átomos, indivisível). "Por necessidade da natureza, os átomos movem-se no vácuo infinito com movimento retilíneo de cima para baixo e com desigual velocidade. Daí entrechoques atômicos e formação de imensos vórtices ou turbilhões de que se originam os mundos" &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;, os seres, a alma, os deuses, mas tudo, porque tudo é matéria, está sujeito à lei da morte. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Assim, para Demócrito, os deuses vulgares e a mitologia nasceram da fantasia popular. Os deuses existem, mas são entes superiores ao homem, embora compostos também de átomos e, portanto, sujeitos à lei da morte. "Deus verdadeiro e natureza imortal não existem". &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Dois outros sérios entraves para o mito foram a "dicotomização" e a "politização". A primeira teve por corifeu a um dos maiores e mais &lt;i&gt;religiosos &lt;/i&gt;poetas da Hélade, Píndaro (521-441 a.C), com toda a justiça cognominado o príncipe dos poetas e o poeta dos príncipes, o qual, em nome da moral, começou a filtrar o mito. Para o gigantesco poeta tebano, dentre as diversas variantes de um mitologema, somente uma é verdadeira; as demais são coisas que possuem apenas o crédito dos poetas: "O mundo está repleto de maravilhas e, não raro, as afirmativas dos mortais vão além da verdade; mitos, ornamentados de hábeis ficções, nos iludem. .. As Graças, a quem os mortais devem tudo quanto os seduz, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;5. FRANÇA, Leonel, S.J. &lt;i&gt;Noções de História da Filosofia. &lt;/i&gt;Rio de Janeiro, Livraria Agir Editora, 1952, 13ª ed., p. 40sqq. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;tributam-lhes honras e, as mais das vezes, fazem-nos crer no incrível!"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;6 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;E vai mais longe sua tesoura ética: "O homem não deve atribuir aos deuses a não ser belas ações. Este é o caminho mais seguro".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 6.5pt"&gt;7 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;E quantas vezes o maior dos líricos da Grécia antiga não truncou, não podou e alterou o mito, para torná-lo compatível com suas exigências morais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Também Esquilo (525-456 a.C.), o pai da tragédia, depurou o mito para dele extrair tão-somente a variante sadia, como já o demonstramos em livro recente: "O dever do poeta, diz Ésquilo a respeito do mito de Fedra, é ocultar o vício, não propagá-lo e trazê-lo à cena. Com efeito, se para as crianças o educador modelo é o professor, para os jovens o são os poetas. Temos o dever imperioso de dizer somente coisas honestas".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;8 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Eurípides (480-406), o trágico da solidão, seguiu as pegadas de Xenófanes: sua concepção religiosa é alta e depurada, como salientamos na longa &lt;i&gt;Introdução &lt;/i&gt;que fizemos ao poeta e suas idéias na tragédia &lt;i&gt;Alceste.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;9 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Outro perigo para a mitologia foi a "politização", que, muitas vezes, usando e abusando de deslocamentos do mito, particularmente do mito dos heróis, fez que os mesmos tivessem por passagem inevitável, viessem de onde viessem, a cidade de Atenas. A peregrinação, como se pode ver na &lt;i&gt;Introdução que fizemos ao mito dos herós, &lt;/i&gt;no terceiro volume, é uma característica típica dos heróis, mas eleger Atenas como ponto obrigatório de convergência dos mesmos, só se pode atribuir a intenções políticas. O desejo de defender a hegemonia política da Cidadela de Atená levou seus poetas a "depurarem" e a castrarem, com esse &lt;i&gt;encontro marcado, &lt;/i&gt;certos mitos de heróis locais, acrescentando-lhes gestas de heróis de cidades vizinhas, fabricando-lhes genealogias espúrias, atribuindo-lhes importantes fatos históricos com total inversão da cronologia. De modo inverso, as glórias e feitos dos heróis das cidades inimigas foram denegridos e empanados. Não foi com outro intento que desfilaram pelas ruas de Atenas Admeto da Tessália, Édipo de Tebas, Adrasto de Sicione, Orestes de Argos. .. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Na realidade, a crítica racionalista entrou pelo século V a.C. e acabou por fazer discípulos ilustres. Ao contrário do crédulo &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;6. &lt;i&gt;Olímpicas, &lt;/i&gt;28-33. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;7. &lt;i&gt;Ibid., &lt;/i&gt;35. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;8. BRANDÃO, Junito de Souza. &lt;i&gt;Teatro Grego, Origem e Evolução. &lt;/i&gt;Rio de Janeiro, TAB-Editora, 1980, p. 46sqq. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;9. EURÍPIDES. &lt;i&gt;Alceste. &lt;/i&gt;Tradução de Junito de Souza Brandão. Rio de Janeiro, Bruno Buccini Editor, 1968. 3ª ed., p. 19sqq. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Heródoto (480-425 a.C.), Tucídides (460-395 a.C.) baniu os deuses de sua &lt;i&gt;História da Guerra do Peloponeso. &lt;/i&gt;Nesta, 1, 21, o adjetivo (&lt;i&gt;mythôdes&lt;/i&gt;)&lt;i&gt;, &lt;/i&gt;que significa "semelhante ao mito", passou a ter a acepção de "fabuloso", na expressão (&lt;i&gt;tò mè mythôdes&lt;/i&gt;)&lt;i&gt;, &lt;/i&gt;o que não é fabuloso, numa clara alusão ao mito. De pouco adiantaram as chicotadas e a "xingologia" do maior dos cômicos universais, Aristófanes (445-388 a.C.), contra os inovadores. Os sofistas, mercê da atitude intelectual de alguns pensadores precedentes, aproveitando-se das condições políticas e sociais do tempo, abalaram, com sua teoria ancípite e demolidora, os nervos da &lt;i&gt;pólis. &lt;/i&gt;Prevalecendo-se do caminho já aplainado pelo ceticismo, entre outras sérias "depurações", procuraram varrer o mito da mente de seus jovens discípulos, como tentamos demonstrar em &lt;i&gt;As Nuvens. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;10 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;3 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Na realidade, a mitologia deixou o século V a.C. meio coxa, "depurada" e cambaleante. De saída teve, no século IV a.C, um encontro dramático com o Epicurismo. Epicuro (341-270 a.C), retomando o atomismo materialista de Demócrito, procurava libertar o homem do temor dos deuses e da necessidade inexorável da &lt;i&gt;Moita. &lt;/i&gt;Afinal, se os deuses, distantes e desinteressados do homem, são também matéria, sujeitos, por conseguinte, à morte, já que formados, como os homens, por entrechoques atômicos, por que temê-los? O além, grande preocupação do homem grego, não existe. Se tudo é matéria, deuses e alma, o bem supremo está no prazer negativo, na ausência de dor para o corpo e de perturbação para a alma. Deus ou os deuses não agem. De sua &lt;i&gt;Ética &lt;/i&gt;nos ficou um fragmento sombrio acerca da fragilidade e impotência divina face ao problema do &lt;i&gt;mal: &lt;/i&gt;"Deus, ou quer impedir os males e não pode, ou pode e não quer, ou não quer nem pode, ou quer e pode. Se quer e não pode, é impotente: o que é impossível em Deus. Se pode e não quer, é invejoso, o que, igualmente, é contrário a Deus. Se nem quer nem pode, é invejoso e impotente: portanto nem sequer é Deus. Se pode e quer, o que é a única coisa compatível com Deus, donde provém então a existência dos males? Por que Deus não os impede?" &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Parecia morta a mitologia. Os deuses agora não estavam apenas desmitizados, mas também dessacralizados. Mas eis que, em &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;10. ARISTÓFANES. &lt;i&gt;As Nuvens. &lt;/i&gt;Introdução e Tradução de Junito de Souza Brandão. Rio de Janeiro, Grifo, 1976, p. 20sqq. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;pleno século IV a.C, surgiram duas novas modalidades de interpretação do mito, as quais, &lt;i&gt;a seu modo, &lt;/i&gt;vão contribuir para "salvar uma certa mitologia" e, como se há de ver mais adiante, para perpetuá-la no "cristianíssimo" mundo ocidental. &lt;i&gt;Alegorismo &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Evemerismo, &lt;/i&gt;eis aí os dois novos monstros sagrados. Trata-se, como argutamente percebeu Mircea Eliade, comentando essas duas últimas novidades do pensamento grego, não apenas de "uma crítica devastadora ao mito", mas de "uma crítica a qualquer mundo imaginário, empreendida em nome de uma psicologia simplista e de um raciocínio elementar". &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;11 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Já que os mitos não eram mais compreendidos literalmente, buscavam-se neles as (&lt;i&gt;hypónoiai&lt;/i&gt;)&lt;i&gt;, &lt;/i&gt;isto é, as &lt;i&gt;suposições, &lt;/i&gt;as &lt;i&gt;significações ocultas, &lt;/i&gt;os &lt;i&gt;subentendidos. &lt;/i&gt;Foi isto que, a partir do século I p.C, se denominou &lt;i&gt;alegoria, &lt;/i&gt;que significa, etimologicamente, "dizer outra coisa", ou seja, o desvio do sentido próprio para uma acepção translata, ou mais claramente: &lt;i&gt;alegoria &lt;/i&gt;é "uma espécie de máscara aplicada pelo autor à idéia que se propõe explicar". Teágenes de Régio, já no século VI a.C, tentara fazer uma exegese da poesia homérica com base na (&lt;i&gt;hypónoia&lt;/i&gt;)&lt;i&gt;, &lt;/i&gt;mas somente no século IV a.C. é que a alegoria descobriu que os nomes dos deuses representavam sobretudo &lt;i&gt;fenômenos naturais. &lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Assim é que o estóico Crisipo reduziu a mitologia a postulados físicos ou éticos. Homero e Hesíodo estão "salvos"; "salva" está a poesia e a arte, que poderão continuar a beber na fonte inesgotável do mito, embora &lt;i&gt;alegorizado. &lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Não foi, todavia, só a alegoria que "salvou" a mitologia helênica. Um pouco mais tarde, lá pelos fins do século IV a.C. e inícios do III a.C, o filósofo alexandrino Evêmero publicou uma obra, de que nos restam alguns fragmentos, intitulada “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Greek&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family:Greek"&gt;Ier” &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;(&lt;i&gt;Hierà Anagraphé&lt;/i&gt;)&lt;i&gt;, &lt;/i&gt;História Sagrada, que, com o mesmo título, foi traduzida para o latim pelo poeta Quinto Ênio (239-169 a.C.). Trata-se de uma espécie de romance sob forma de viagem filosófica, no qual afirma Evêmero haver descoberto a &lt;i&gt;origem dos deuses. &lt;/i&gt;Estes eram antigos reis e heróis divinizados e seus mitos não passavam de reminiscências, por vezes confusas, de suas façanhas na terra. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;O Evemerismo, por conseguinte, nada mais é do que a tentativa de explicar o processo de apoteose de homens ilustres. Embora teoricamente antípoda do alegorismo, o Evemerismo muito &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;11. ELIADE, Mircea. &lt;i&gt;Op. cit., &lt;/i&gt;p. 135. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;contribuiu também para "salvar" a mitologia, injetando-lhe uma dose de caráter "histórico" e humano. Afinal, os deuses não passavam de transposições, através da apoteose e de reminiscência, um tanto desordenada, das gestas de reis e de heróis primitivos, personagens autenticamente históricas... O próprio Evêmero, aliás, diz ter encontrado na Ilha dos Bem-Aventurados um templo dedicado á Zeus. Neste templo se conservava uma coluna de ouro em que o próprio &lt;i&gt;deus, &lt;/i&gt;quando ainda vivia como simples &lt;i&gt;mortal, &lt;/i&gt;gravara a história da humanidade! Era a total desmitização. . . &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;4 &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Após batalhas tão ingentes contra a carência de documentos rituais; contra as reduções introduzidas pela própria literatura e arte figurativa, mercê de suas exigências estéticas; contra o &lt;i&gt;lógos &lt;/i&gt;desmitizador dos pré-socráticos; contra a &lt;i&gt;dicotomização &lt;/i&gt;e a &lt;i&gt;politização; &lt;/i&gt;contra o sistema mecanicista de Demócrito e depois de Epicuro; contra a depuração da &lt;i&gt;scenica Philosophia &lt;/i&gt;de Eurípides; contra o &lt;i&gt;mythôdes &lt;/i&gt;de Tucídides; contra a lavagem cerebral dos Sofistas; contra o Alegorismo, tão aplicado pelos Estóicos; contra o Evemerismo. . . seria o momento de se perguntar: morreu a &lt;i&gt;mitologia? &lt;/i&gt;A resposta é: &lt;i&gt;ainda não. &lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Com efeito, ao longo de todas essas refregas, dos fins do século VII aos fins do século I a.C, a mitologia, &lt;i&gt;sem desmitização e sem dessacralização, &lt;/i&gt;se bem que bastante ferida, manteve-se viva e atuante. A fórmula de tal sobrevivência é facilmente explicável. Se a tenacidade e o vigor, com que os pré-socráticos bem como alguns outros pensadores e "reformadores" combatiam o mito, se tivessem imposto integralmente à consciência grega, a tradição mitológica teria desaparecido por completo. Mas tal não aconteceu, porque os ataques desfechados contra o mito partiram sempre da elite pensante, de filósofos, de poetas e de escritores (com muitas e poderosas &lt;i&gt;exceções&lt;/i&gt;) e se uma parcela dessa mesma elite pensante descobriu, sobretudo no Oriente, "outras mitologias" capazes de alimentar-lhe o espírito, a massa iletrada, tradicionalista por vocação e indiferente a controvérsias sutis, a alegorismos e a evemerismos, agarrava-se cada vez mais à tradição religiosa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;De outro lado estava a religião oficial, estatal, que, embora se apresentasse, não raro, como uma liturgia sem fé, tinha interesses óbvios em defender seus deuses, outrora destemidos paladinos da &lt;i&gt;pólis. &lt;/i&gt;Mas a grande trincheira da mitologia foram as religiões dos Mistérios, em particular dos Mistérios de Eleusis, dos Mistérios Greco-Orientais, da secular autoridade religiosa do Oráculo de Delfos, do culto do deus do &lt;i&gt;êxtase &lt;/i&gt;e do &lt;i&gt;entusiasmo, &lt;/i&gt;Dioniso, de modo particular nas Antestérias, de que falaremos no segundo volume, e das Confrarias Órfico-Pitagóricas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;12 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;A tudo isso somaram-se as chamadas &lt;i&gt;soteriologias &lt;/i&gt;ou doutrinas da salvação, verdadeiras "mitologias da alma", propagadas pelo neopitagorismo, neoplatonismo, gnosticismo e hermetismo, a cujo lado se expandiram mitologias solares, astrais e funerárias, bem como a magia e a bruxaria. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;E se o Cristianismo lutou tanto para impor-se e teve primeiro que "fertilizar" tantas arenas com o sangue de seus mártires, a oposição à nova e autêntica experiência religiosa não teve origem na religião e mitologias clássicas, de resto já agonizantes, alegorizadas e evemerizadas, mas na oposição tenaz das religiões dos Mistérios, das soteriologias e dos diversos tipos de mitologias e religiões populares, que nem mesmo os decretos do Imperador Teodósio (346-395 p.C.), fechando e destruindo templos, conseguiram eliminar. A "extinção religiosa" do paganismo se haveria de conseguir por outros meios, sem repressão e sem violências. E se o Cristianismo, sem nenhuma conivência, sem nenhuma alteração de sua doutrina, adotou da mitologia tantos significantes e tantos símbolos, o fez &lt;i&gt;ad captandam beneuolentiam, &lt;/i&gt;isto é, com o fito de atrair os pagãos para a verdadeira fé e para o o escândalo da Cruz. Se, até hoje, muitos estranham e se espantam com "as múltiplas semelhanças" do culto cristão com "fatos mitológicos", isto se deve não apenas à prudente cristianização de significantes da mitologia grega, oriental e romana, mas sobretudo ao Espírito de Deus, que sopra onde lhe agrada. Sob muitos aspectos o Cristianismo salvou a mitologia: dessacralizou-a de seu conteúdo pagão e ressacralizou-a com elementos cristãos, ecumenizando-a. Quando se pensa na homologação, por parte do Cristianismo, das tradições religiosas populares é que os fatos se tornam mais nítidos. "Cristianizados, deuses e locais de culto da Europa inteira, na feliz expressão de Mircea Eliade, receberam eles não somente nomes comuns, mas também reencontraram, de certa forma, seus próprios arquétipos e, por conseguinte, seu prestígio universal. Uma fonte da Gália, sagrada desde a pré-história, por causa da presença de uma figura divina local ou regional, torna-se santa para toda a cristandade, após ser consagrada à Virgem Maria. Os matadores de dragões são assimilados a São Jorge ou a um outro herói &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;12. Veja-se a respeito dos Mistérios Gregos e Orientais a obra monumental de Joseph Holzner, &lt;i&gt;Autour de Saint Paul, &lt;/i&gt;cap. V: "Les Mystères Grecs et 1'Idée du Salut". Paris, Éditions Alsatia, 1953, p. 75-123. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;cristão; os deuses das tempestades o são a Elias. De regional e provincial, a mitologia tornou-se universal. É de modo especial pela criação de uma nova 'linguagem mitológica' comum a toda a população rural, que permaneceu presa à terra, e portanto na iminência de se isolar em suas próprias tradições, que o papel civilizador do Cristianismo se tornou considerável. Cristianizando a antiga herança religiosa européia, ele não apenas a purificou, mas ainda fez ascender a uma nova etapa religiosa da humanidade tudo quanto merecia ser 'salvo' entre as velhas práticas, crenças e esperanças do homem pré-cristão". &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;13 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Talvez não fosse de todo fora de propósito recordar uma verdade que o grande Cardeal Jean Daniélou gostava de repetir, verdade que atesta a perenidade da cultura clássica, de que o mito não é parte menos importante: "Uma coisa é a revelação, outra, as representações sob as quais os escritores sacros no-la transmitiram, hauridas, em grande parte, nas civilizações antigas".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;14 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Em conclusão: foi graças ao alegorismo e ao evemerismo e sobretudo porque a literatura grega e as artes plásticas se desenvolveram cimentadas no mito que os deuses e heróis da Hélade sobreviveram ao longo processo de desmitização e dessacralização, mesmo após o triunfo do Cristianismo, que acabou por absorvê-los, porque já então estavam esvaziados por completo de "valores religiosos viventes". &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;"Camuflados sob os mais inesperados disfarces", evemerizados e despojados de suas formas clássicas, deuses e heróis conseguiram, embora a duras penas, atravessar toda a Idade Média. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Na Renascença, porém, recobertos com sua roupagem de gala, regressaram triunfantes, de corpo inteiro, para não mais se esconder. Salva pelos poetas, artistas, filósofos e pelo Cristianismo, a herança clássica converteu-se em tesouro cultural: Camões, Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade, apenas para citar o triângulo maior da poesia em língua portuguesa, estão aí para prová-lo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Estamos de acordo com Georges Gusdorf: "A consciência mítica, embora reprimida, não está morta. Afirma-se mesmo entre os filósofos e sua persistência secreta encoraja-lhes talvez os empreendimentos no que estes têm de melhor. Não se trata, por conseguinte, de uma simples arqueologia da razão. O interesse pelo passado constitui-se aqui na preocupação com o atual".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;15 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:6.5pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;13. ELIADE, Mircea. &lt;i&gt;Images et Symboles. &lt;/i&gt;Paris, Gallimard, 1952, p. 230. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;14. CHAUCHARD, Paul et Alii. &lt;i&gt;La Survie après la Mort. &lt;/i&gt;Paris, Éditions Labergerie, 1968, p. 24. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt"&gt;15. GUSDORF, Georges. &lt;i&gt;Mythe et Métaphysique. &lt;/i&gt;Paris, Flammarion Editeur, 1953, p. 8. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-829095168691411917?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/829095168691411917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=829095168691411917' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/829095168691411917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/829095168691411917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/11/mitologia-grega-preliminares-junito-de.html' title='Mitologia grega: preliminares  - Junito de Souza Brandão'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-6724830764802298153</id><published>2009-11-27T13:37:00.000-08:00</published><updated>2009-11-27T13:40:43.475-08:00</updated><title type='text'>PRANA</title><content type='html'>&lt;p class="Default"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Calibri, sans-serif;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Calibri, sans-serif;font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;p class="Default"&gt;Título do original: Prana&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;The Secret of Yogic Healing&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;Copyright © 1996 Atreya.&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;Publicado originalmente por Samuel Weiser, Inc., York Beach, ME – USA.&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;O eu é o que você é. Você é Aquela&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;Entidade insondável na qual surgem&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;a experiência e os conceitos.&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;O eu é o Momento&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;Que não tem chegada ou partida.&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;É o Coração, o Atman, o Vazio.&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;Brilha para si mesmo, por si e em si mesmo.&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;O eu é a origem do sopro da vida,&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;Não é necessário procurá-lo, ELE ESTA AQUI.&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;Você é Aquilo por meio do qual você empreenderia&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;sua busca.&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;Você é aquilo que você busca!&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;E Isso é Tudo o que existe.&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;Apenas o eu existe.&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;— H.W.L. Poonja&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;A Verdade É.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Calibri, sans-serif;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin"&gt;GLOSSÁRIO &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;alopatia: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;medicina ocidental, medicina moderna. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;ashram: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;lugar dedicado ao desenvolvimento espiritual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;atenção: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;estar presente; ato de cuidar de alguma coisa; diferente de pensar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Ayurveda: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;o mais antigo sistema de medicina do mundo, abordagem verdadeiramente holística desenvolvida pelas mesmas pessoas que formavam os sistemas de yoga; a parte do Vedas que trata da saúde do corpo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;chakra: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;interseção dos nadis; centro de distribuição de prana; lugar onde são armazenadas impressões energéticas; roda. Com métodos yoga, eles podem ser usados como referências espirituais. chi: palavra chinesa que significa prana. cinco invólucros: na yoga, eles ligam os três corpos; eles são os invólucros material, vital, mental, intelectual e bem-aventurado. consciência: tal como usada neste livro, é a fonte ou substrato de toda manifestação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;corpo astral: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;o terceiro corpo no sistema ocidental, também chamado de corpo emocional. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;corpo denso Ou material: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;primeiro corpo no sistema yoga. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;corpo causal: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;o terceiro corpo no sistema yoga; diz-se que é a causa da reencarnação individual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;corpo cósmico: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;sexto corpo no sistema ocidental; também chamado de corpo da inteligência pura. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;corpo espiritual: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;quinto corpo no sistema ocidental; também chamado de corpo intelectual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;corpo etérico: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;segundo corpo no sistema ocidental, também chamado de corpo vital ou invólucro vital. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;corpo físico: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;primeiro corpo no sistema ocidental. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;corpo mental: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;quarto corpo no sistema ocidental. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;corpo sutil: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;segundo corpo no sistema yoga. NOTA: Na tradição da yoga, o invólucro material fica no interior do corpo material; o invólucro vital recobre o corpo material; o invólucro mental fica no interior do corpo sutil; o invólucro intelectual recobre o corpo sutil; e o invólucro bem-aventurado recobre o corpo causal. O segundo (etéreo), terceiro (astral), e quarto (mental) corpos do sistema de sete corpos correspondem ao segundo (vital) e terceiro (mental) invólucros e o corpo sutil do sistema yoga, ou reino da mente. O quinto corpo corresponde ao quarto invólucro (espiritual ou intelectual) e o sexto corpo ao quinto invólucro (inteligência pura) (ver figura 2). 0 sétimo corpo é outro nome para a própria consciência, não tendo nome nem forma; diz-se ser a existência, consciência, bem-aventurança &lt;i&gt;(sat-chit-anand). &lt;/i&gt;E interessante observar que se considera que o segundo corpo (corpo sutil) da yoga, e os invólucros vital e mental funcionam como uma unidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;cura holística: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;modo total de abordagem da saúde, incluindo corpo/ mente/emoções. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;ego: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;consciência personalizada; eu sou; surge da união dos dois primeiros princípios, prana cósmico e inteligência pura. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;energizar: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;terceiro passo no tratamento de um paciente; dois métodos, atenção e respiração prânica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;b&gt;"Eu"&lt;/b&gt;: de acordo com os ensinamentos não-duais transmitidos nos dias de hoje, significa o primeiro conceito de individualidade que brota de fonte não-manifesta. Prana e inteligência surgem desse conceito de “Eu”. Ramana Maharishi denomina esse conceito "o Eu pensante", ou a primeira causa da ignorância. &lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;exploração: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;mapeamento; primeiro passo no diagnóstico de um paciente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;guru: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;literalmente, um disseminador da ignorância; mestre; aquele que conhece o substrato ou origem de toda existência; mestre de si mesmo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;impressões energéticas: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;em sânscrito existem dois tipos: &lt;i&gt;vasanas e samskaras; &lt;/i&gt;estas são impressões Iatentes, inconscientes ou armazenadas, ou impressões mentais atuais; essas impressões ficam armazenadas no corpo sutil da yoga ou nos corpos etéreo, astral e &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;mental do sistema ocidental; a yoga diz que essas impressões são o que encarnam em outra vida, porque elas não podem atingir a superfície na consciência; essas impressões tendem a se reunir em torno das áreas dos chakras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;investigação: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;método para descobrir de onde se originam os pensamentos, o prana; pergunta-se: "Quem sou eu?&lt;sup&gt;&lt;span style="position:relative;top:-4.0pt;mso-text-raise: 4.0pt"&gt;" &lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;(ver livros de Ramana Maharishi e H.W.L. Poonjaji). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;inteligência: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;primeiro princípio surgido do substrato. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;intenção: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;objetivo que a pessoa tem ao fazer algo; meta; requer uma idéia de direção; ato. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Jnana-yoga: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;yoga do conhecimento ou caminho direto; yoga supremo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;ki: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;palavra japonesa que quer dizer prana. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;limpeza [purificação]: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;varrer; segundo passo no tratamento de um paciente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;mente: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;pensamentos em movimento, dando a ilusão de continuidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;nadi: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;canal por onde circula o prana no corpo etérico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;nãomente: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;não-movimento do pensamento; percepção completa, não se deixar confundir peto absoluto; o indivíduo pode ainda existir nesse ponto; podem ser necessárias várias vezes mergulhado na nãomente antes que o indivíduo dissolva-se no divino. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;prana: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;Pra &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;(antes), &lt;i&gt;ana &lt;/i&gt;(respiração); força vital; ki; chi; segundo princípio; surge do substrato com o primeiro princípio, inteligência; juntos eles criam a consciência individualizada. Há cinco pranas principais no corpo humano: prana, apana, samana, udana e vyana. Eles surgem do prana cósmico, ou segundo princípio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;pranayama: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;método de respiração controlada usado para regular a mente, a respiração, o prana, e por conseguinte a saúde física e mental; deve ser praticado apenas com instrutor qualificado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;qualidade: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;o atributo ligado ao prana ou corpo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;samskaras: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;impressões energéticas inatas (ver impressões energéticas). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;sétimo corpo: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;último corpo no sistema ocidental; impossível nomear ou descrever. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;substrato: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;neste livro, idêntico ao Absoluto, Consciência, Deus, Amor, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:Garamond; color:windowtext"&gt;Brahma, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;Atman, Eu ou Fonte. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;tantra: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;caminho que aceita todos os aspectos do mundo físico, acreditando que todas as coisas levam ao divino; aceitação total; muitas vezes tido como que limitado ao sexo é, na verdade, uma abordagem total. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;vasanas: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;impressões energéticas latentes (ver impressões energéticas). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Default" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font: minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:windowtext"&gt;Vedas: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:windowtext"&gt;literalmente significa conhecimento, mas usado aqui significa o Livro da Sabedoria, o livro mais antigo do mundo. Existem quatro Vedas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;yoga: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;união; aquilo que leva a pessoa de volta à Fonte original; geralmente entendido como caminho ou prática que leva ao divino. Os diversos tipos ou caminhos da yoga, começando com o corpo, são: Hatha-Yoga, Laya-Yoga, Bhakti-Yoga e Raja-Yoga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-6724830764802298153?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/6724830764802298153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=6724830764802298153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6724830764802298153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6724830764802298153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/11/prana.html' title='PRANA'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-2524073582282219214</id><published>2009-11-25T09:52:00.001-08:00</published><updated>2009-11-25T09:52:50.354-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Sw1u1r-FVZI/AAAAAAAAAOM/aMM233k3SuM/s1600/deuses+e+influencias.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 352px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Sw1u1r-FVZI/AAAAAAAAAOM/aMM233k3SuM/s400/deuses+e+influencias.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408100596157076882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-2524073582282219214?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/2524073582282219214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=2524073582282219214' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/2524073582282219214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/2524073582282219214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/11/blog-post.html' title=''/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Sw1u1r-FVZI/AAAAAAAAAOM/aMM233k3SuM/s72-c/deuses+e+influencias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-641049535453180604</id><published>2009-11-25T09:24:00.000-08:00</published><updated>2009-11-25T09:26:31.392-08:00</updated><title type='text'>sol</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;... O Sol se ergueu em sua majestade;&lt;br /&gt;O mundo tão gloriosamente contemplando&lt;br /&gt;Que os cedros e vaies parecem ouro lustrado&lt;br /&gt;Vênus o saúda com seu doce bom-dia:&lt;br /&gt;"Ó tu, claro deus, padroeiro de toda luz,&lt;br /&gt;De quem cada Campada e brilhante estreia empresta&lt;br /&gt;Essa bela influência que as faz brilhar... *&lt;br /&gt;— Shakespeare, "Vênus e Adônis &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sol ocupa uma posição única na astrologia. Não é igual aos outros planetas. Fica de fora, acima dos outros, devido ao fato de que todos os planetas giram em torno dele. É o centro do grupo; sua luz e seu calor permitem que a vida exista,&lt;br /&gt;cresça e se desenvolva — ao menos na Terra. A primeira religião verdadeiramente monoteísta na história humana foi um culto solar, instituído pelo faraó egípcio Akenaton. O hino composto por esse precoce pensador religioso ainda sobrevive e indica que para Akenaton, assim como para os primeiros habitantes do planeta Terra, o Sol era a fonte de toda a vida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó Rá&lt;br /&gt;Na alvorada abres todos os horizontes,&lt;br /&gt;Cada mundo de vida que fizeste&lt;br /&gt;É conquistado pelo teu amor.&lt;br /&gt;Como a luz do dia segue a ti,&lt;br /&gt;Ela anda em paz...&lt;br /&gt;Tudo o que foi criado&lt;br /&gt;Foi criado em teu coração:&lt;br /&gt;A Terra, as pessoas sobre ela,&lt;br /&gt;Os alados, os de quatro patas,&lt;br /&gt;Os que nadam, todos...&lt;br /&gt;Eu sou teu filho.&lt;br /&gt;Na maior de todas as alvoradas,&lt;br /&gt;Eleva-me!12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A posição do Sol na roda do horóscopo, junto com seu signo e aspectos, tem sido para muitos astrólogos o ponto de  referência principal. Talvez por isso a astrologia solar tenha se tornado tão popular. Mas, apesar de sua importância, o  Sol não é o único fator no horóscopo; o destaque dado à astrologia solar nos jornais e revistas conspirou, na verdade, para impedir que o público tivesse consciência dos aspectos mais profundos da astrologia como um sistema integrado,  holístico de pensamento. Embora a discussão sobre a importância do Sol em relação aos outros planetas vá se estender por muitas décadas, a maioria dos astrólogos provavelmente concorda que ele é ainda o primeiro item estudado na leitura de um mapa e, combinado com a Lua e o ascendente, constitui a maior parte dos dados essenciais a se basear na leitura astrológica. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-641049535453180604?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/641049535453180604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=641049535453180604' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/641049535453180604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/641049535453180604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/11/sol.html' title='sol'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-8760822058966604862</id><published>2009-11-11T06:33:00.000-08:00</published><updated>2009-11-11T07:34:20.674-08:00</updated><title type='text'>Seja um Grileiro! Que video porreta.</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-6839116d52e377b7" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D6839116d52e377b7%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331614201%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D31517B2F5C625EE5B08FFCCDD80760B19E8FD6BE.593FF73B4DF22F8B6945136B1AC5D294ED12B7E3%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6839116d52e377b7%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D0WtnuA8Kztu8VawERsElWKUcUIU&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D6839116d52e377b7%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331614201%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D31517B2F5C625EE5B08FFCCDD80760B19E8FD6BE.593FF73B4DF22F8B6945136B1AC5D294ED12B7E3%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6839116d52e377b7%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D0WtnuA8Kztu8VawERsElWKUcUIU&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-8760822058966604862?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=6839116d52e377b7&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/8760822058966604862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=8760822058966604862' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8760822058966604862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8760822058966604862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/11/seja-um-grileiro-que-video-porreta.html' title='Seja um Grileiro! Que video porreta.'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-1471841194173608719</id><published>2009-11-02T08:18:00.000-08:00</published><updated>2009-11-02T08:19:49.095-08:00</updated><title type='text'>sombra da Terra na Lua</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Su8GdnPl2lI/AAAAAAAAAOE/VnJYQ9Ptpho/s1600-h/sombradalua.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 309px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Su8GdnPl2lI/AAAAAAAAAOE/VnJYQ9Ptpho/s400/sombradalua.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399541584060865106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Detalhe decorativo de um documento de cálculo para determinar o tamanho da sombra da Terra na Lua durante um eclipse lunar. Feito no ano de 1540, três anos antes da publicação do livro de Copérnico, e trinta e um antes do nascimento de Johan-nes Kepler. Do Astronomicum Caesarium, de Petrus Apianus, Ingolstadt, Alemanha.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-1471841194173608719?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/1471841194173608719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=1471841194173608719' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1471841194173608719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1471841194173608719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/11/sombra-da-terra-na-lua.html' title='sombra da Terra na Lua'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Su8GdnPl2lI/AAAAAAAAAOE/VnJYQ9Ptpho/s72-c/sombradalua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-7500260568405021823</id><published>2009-10-28T07:42:00.001-07:00</published><updated>2009-10-28T07:43:28.415-07:00</updated><title type='text'>Zen em quadrinhos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SuhYe32BZhI/AAAAAAAAAN8/NCzMF2OUi7I/s1600-h/zen+em+quadrinho.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 277px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SuhYe32BZhI/AAAAAAAAAN8/NCzMF2OUi7I/s400/zen+em+quadrinho.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397661440813393426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-7500260568405021823?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/7500260568405021823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=7500260568405021823' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7500260568405021823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7500260568405021823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/10/zen-em-quadrinhos.html' title='Zen em quadrinhos'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SuhYe32BZhI/AAAAAAAAAN8/NCzMF2OUi7I/s72-c/zen+em+quadrinho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-1569709838771913408</id><published>2009-10-26T16:16:00.001-07:00</published><updated>2009-10-26T16:16:42.243-07:00</updated><title type='text'>Augras, 1986, p.77</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os antigos egípcios. “o órgão da criação é a boca, que nomeia todas as coisas”. No Rigveda, a fala é apresentada como imagem materna, que contém o universo dentro de si: “Da palavra vivem todos os deuses; da palavra vivem os gênios, os animais e os homens...a palavra é imperecível, primogênita da lei, mãe dos vedas, umbigo da imortalidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Augras, 1986, p.77&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-1569709838771913408?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/1569709838771913408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=1569709838771913408' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1569709838771913408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1569709838771913408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/10/augras-1986-p77.html' title='Augras, 1986, p.77'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-2593271037515550174</id><published>2009-10-21T12:22:00.000-07:00</published><updated>2009-10-21T12:32:39.852-07:00</updated><title type='text'>JB Conrado</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St9gcyVrGfI/AAAAAAAAAN0/vsZCQqBh9ds/s1600-h/12559879951_guiamestre.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395136926278425074" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St9gcyVrGfI/AAAAAAAAAN0/vsZCQqBh9ds/s400/12559879951_guiamestre.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Guia Mestre.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/perfis/ayruman"&gt;Ayruman&lt;/a&gt; · Chapada dos Guimarães (MT) · 19/10/2009 17:33 ·&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;jbconrado. Lápis de Cor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guia Mestre&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vem para fora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Levanta e anda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sai deste lugar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olhe para o Sol.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Liberte-se dos grilhões.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dos vermes putrefatos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desate os nós.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Arranque as máscaras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Expurgue o morcego falaz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cão tinhoso...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Sol já está a pino.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Guia Mestre mostra a direção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O caminho é estreitoe exige determinação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Firmeza no pensamento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A vereda é imparcial.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segura e inabalávele nos conduz a impecabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;JB Conrado &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-2593271037515550174?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/2593271037515550174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=2593271037515550174' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/2593271037515550174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/2593271037515550174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/10/jb-conrado.html' title='JB Conrado'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St9gcyVrGfI/AAAAAAAAAN0/vsZCQqBh9ds/s72-c/12559879951_guiamestre.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-6029537163101961560</id><published>2009-10-21T11:06:00.000-07:00</published><updated>2009-10-21T11:08:11.931-07:00</updated><title type='text'>Michel Serres (2001), Os Cinco Sentidos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Visitem o meio ambiente. Percorram as circunstâncias em coroas flutuantes ao redor da instância ou substância, ao redor do eixo do ato. Usem o que corre para o lado. Descrevam o parasitário nos sinais, o coletivo ou o vivo: ele come na mesa vizinha. Estudem as vizinhanças, percorram os caminhos que contornam e formam a paisagem. Considerem as flutuações, afastamentos ou inclinações, nas avaliações ou conceitos da ciência. Os átomos, às vezes, correm para o lado. Não desprezem as interferências nem as passagens. Hermes, muitas vezes, diverge em seu caminho. E se destaca. Vejam os fluxos misturados bem como os lugares de permuta, compreenderão melhor o tempo. Hermes encontra pouco a pouco sua língua e suas mensagens, ruídos e música, paisagens ou caminhos, saber e sabedoria. Ele corre para o lado, para os lugares onde os sentidos vibram e estremecem, turbulência vizinha do corpo, sensação. Ele ama e conhece o recanto onde o lugar se afasta do lugar para ir ao universo, onde este se afasta da lei para se invaginar em singularidade: circunstância.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Michel Serres (2001), Os Cinco Sentidos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Original de 1985, Le Cinq Sens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-6029537163101961560?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/6029537163101961560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=6029537163101961560' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6029537163101961560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6029537163101961560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/10/michel-serres-2001-os-cinco-sentidos.html' title='Michel Serres (2001), Os Cinco Sentidos'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-5360520538386773560</id><published>2009-10-21T10:51:00.000-07:00</published><updated>2009-10-21T10:57:57.153-07:00</updated><title type='text'>face - imagem - jorge luís borges</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St9Lb7vI_2I/AAAAAAAAANs/M3qxYb0yZiE/s1600-h/Osho+Zen+Tarot+-+Russia,+unknown+(2003).jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 268px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395113821877108578" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St9Lb7vI_2I/AAAAAAAAANs/M3qxYb0yZiE/s400/Osho+Zen+Tarot+-+Russia,+unknown+(2003).jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Um homem se propõe a tarefa de desenhar o mundo. Ao longo dos anos, povoa um espaço com imagens de províncias, de reinos, de montanhas, de baías, de naus, de ilhas, de peixes, de moradas, de instrumentos, de astros, de cavalos e de pessoas. Pouco antes de morrer, descobre que este paciente labirinto de linhas traça a imagem de seu rosto.”&lt;br /&gt;Jorge Luís Borges &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-5360520538386773560?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/5360520538386773560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=5360520538386773560' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/5360520538386773560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/5360520538386773560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/10/um-homem-se-propoe-tarefa-de-desenhar-o.html' title='face - imagem - jorge luís borges'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St9Lb7vI_2I/AAAAAAAAANs/M3qxYb0yZiE/s72-c/Osho+Zen+Tarot+-+Russia,+unknown+(2003).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-7556618246295651568</id><published>2009-10-20T17:47:00.000-07:00</published><updated>2009-10-20T18:00:42.959-07:00</updated><title type='text'>Caco Galhardo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St5dKtubvVI/AAAAAAAAANk/AuaovkkT4m4/s1600-h/umberto67.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 335px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394851842290859346" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St5dKtubvVI/AAAAAAAAANk/AuaovkkT4m4/s400/umberto67.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-7556618246295651568?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/7556618246295651568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=7556618246295651568' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7556618246295651568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7556618246295651568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/10/caco-galhardo.html' title='Caco Galhardo'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St5dKtubvVI/AAAAAAAAANk/AuaovkkT4m4/s72-c/umberto67.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-2470763213360332615</id><published>2009-10-20T17:44:00.000-07:00</published><updated>2009-10-20T17:46:55.733-07:00</updated><title type='text'>Quadrinho filosófico</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St5Z5mRs5xI/AAAAAAAAANc/8hI9nxY0V-0/s1600-h/15-1759298667T.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394848249698641682" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St5Z5mRs5xI/AAAAAAAAANc/8hI9nxY0V-0/s400/15-1759298667T.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-2470763213360332615?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/2470763213360332615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=2470763213360332615' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/2470763213360332615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/2470763213360332615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/10/quadrinho-filosofico.html' title='Quadrinho filosófico'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/St5Z5mRs5xI/AAAAAAAAANc/8hI9nxY0V-0/s72-c/15-1759298667T.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-2096278228483031857</id><published>2009-09-29T20:37:00.000-07:00</published><updated>2009-09-29T20:39:58.624-07:00</updated><title type='text'>Excertos de Heidegger</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SsLS_p-Zn2I/AAAAAAAAANU/jPetUGLXvwc/s1600-h/d0243110.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 219px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SsLS_p-Zn2I/AAAAAAAAANU/jPetUGLXvwc/s400/d0243110.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387100095329705826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-;font-size:11.5pt;"&gt;No solo da arrancada grega para interpretar o ser, formou-se um dogma que não apenas considera supérflua a questão sobre o sentido do ser como lhe sanciona a falta. Pois se diz: “ser” é o conceito mais universal e o mais vazio. Como tal, resiste a toda a tentativa de definição. Esse conceito mais universal e, por isso, indefinível prescinde de definição (...) Assim o que, encoberto, inquietava o filosofar antigo e se mantinha inquietante, transformou-se em evidência meridiana, a ponto de acusar quem levantasse a questão de cometer um erro metodológico. (HEIDEGGER, 1989, p. 27-28).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-;font-size:11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-;font-size:11.5pt;"&gt;As ciências são modos de ser do ser-aí nos quais ele também se comporta com entes que ele mesmo não é. Pertence essencialmente ao ser-aí ser em um mundo. Assim, a compreensão do ser, própria do ser-aí, inclui, de maneira igualmente originária, a compreensão de “mundo” e a compreensão do ser dos entes que se tornam acessíveis dentro do mundo. Dessa maneira, as ontologias que possuem por tema os entes desprovidos do modo de ser do ser-aí se fundam e motivam na estrutura ôntica do próprio ser-aí, que acolhe em si a determinação de uma compreensão pré-ontologica do ser. (HEIDEGGER, 1989, p. 39-40)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-;font-size:11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-;font-size:11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-bidi-;font-size:11.5pt;"&gt;Numa primeira caracterização da gênese do comportamento científico a partir da circunvisão, Heidegger determina como base para a apreensão dos entes intramundanos a natureza física destes entes. Segundo ele, o decisivo para a elaboração da física-matemática está no projeto matemático da própria natureza. Nas palavras do filósofo: Este projeto descobre, antecipadamente, um ser subsistente que é contínuo (matéria), e abre o horizonte para uma perspectiva orientadora, relativa a seus momentos constitutivos e passíveis de determinação quantitativa (movimento, força, lugar, tempo). Somente “à luz” de uma natureza assim projetada é que se pode encontrar um “fato” e se empreender um experimento delimitado e regulado pelo projeto. (HEIDEGGER, 1989, p. 163).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-2096278228483031857?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/2096278228483031857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=2096278228483031857' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/2096278228483031857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/2096278228483031857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/09/excertos-de-heidegger.html' title='Excertos de Heidegger'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SsLS_p-Zn2I/AAAAAAAAANU/jPetUGLXvwc/s72-c/d0243110.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-9167737756963842827</id><published>2009-09-15T15:03:00.000-07:00</published><updated>2009-09-15T15:04:17.871-07:00</updated><title type='text'>Lipovetsky e Maffesoli - solidão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Lipovetsky (1989: 73) exprime-se da seguinte forma: (…) é menos a fuga perante o sentimento que caracteriza o nosso tempo do que a fuga perante os signos da sentimentalidade. Não é verdade que os indivíduos procurem um desprendimento emocional e se protejam contra a irrupção do sentimento; a esse inferno povoado de mónadas insensíveis e independentes devemos opor os clubes de encontros, os pequenos anúncios, a "rede", todos esses milhões e milhões de esperanças de encontros, de ligações, de amor, que precisamente se realizam com cada vez mais dificuldade (…). Homens e mulheres continuam a aspirar tanto como antes (ou talvez nunca tenha havido até tanta "procura" afectiva como nesta época de deserção generalizada) à intensidade emocional de relações privilegiadas, mas quanto mais forte mais raro parece tornar-se o milagre fusional, ou, em todo o caso, mais breve.&lt;br /&gt;Michel Maffesoli também critica os mais pessimistas em relação à época que atravessamos:&lt;br /&gt;o individualismo, quer em si mesmo quer na sua forma derivada de narcisismo, é central em muitos livros, artigos e teses (…). Os chamados peritos, imperturbáveis pela cautela (…) disseminam uma sabedoria convencional e algo desastrosa sobre o retiro para o "eu", o fim dos ideais colectivos ou da esfera pública. Há uma tendência para nos encontrarmos face a um tipo de doxa, que talvez não se venha a manter mas que é, apesar de tudo, amplamente aceite, e que, no mínimo, tem o potencial de mascarar ou negar as formas sociais que se estão a desenvolver nos nossos dias (Maffesoli, 1996: 9). E acrescenta: (…) tantas vezes insistimos na desumanização e no desencanto em relação ao mundo moderno e na solidão a que aquele conduz, que já não somos capazes de vislumbrar as redes de solidariedade que existem nele (idem: 72).&lt;br /&gt;(…) o indivíduo é obrigado permanentemente a escolher, a tomar iniciativas, a informar-se, a criticar a qualidade dos produtos, a auscultar-se e a testar-se, a manter-se jovem, a deliberar acerca dos actos mais simples (Lipovetsky, 1989: 102).&lt;br /&gt;Lipovetsky, Gilles (1989), A Era do Vazio, Lisboa, Relógio d’Água.&lt;br /&gt;Lipovetsky, Gilles (1995), "Os novos regimes do individualismo", Colóquio Educação e Sociedade, 8-9, Março-Julho, pp. 102-118.&lt;br /&gt;Maffesoli, Michel (1996), The Time of the Tribes: The Decline of Individualism in Mass Society, Londres, Sage Publications.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-9167737756963842827?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/9167737756963842827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=9167737756963842827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/9167737756963842827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/9167737756963842827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/09/lipovetsky-e-maffesoli-solidao.html' title='Lipovetsky e Maffesoli - solidão'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-3972893876598227655</id><published>2009-09-10T07:38:00.000-07:00</published><updated>2009-09-10T07:51:04.598-07:00</updated><title type='text'>galeria imagens selecionadas.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SqkSQVjB04I/AAAAAAAAANM/BDMHrWiO1PA/s1600-h/WEB-comPLEXOsolar.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 374px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SqkSQVjB04I/AAAAAAAAANM/BDMHrWiO1PA/s400/WEB-comPLEXOsolar.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379851301742039938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SqkQ6tqgMuI/AAAAAAAAANE/5ckX0cLwBiU/s1600-h/alselm_kiefer_livro_com_asas.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 361px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SqkQ6tqgMuI/AAAAAAAAANE/5ckX0cLwBiU/s400/alselm_kiefer_livro_com_asas.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379849830747091682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-3972893876598227655?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/3972893876598227655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=3972893876598227655' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/3972893876598227655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/3972893876598227655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/09/galeria-imagens-selecionadas.html' title='galeria imagens selecionadas.'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SqkSQVjB04I/AAAAAAAAANM/BDMHrWiO1PA/s72-c/WEB-comPLEXOsolar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-5529742086380579590</id><published>2009-08-25T18:53:00.001-07:00</published><updated>2009-08-25T18:56:29.924-07:00</updated><title type='text'>Coisas que amo.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SpSWHagj16I/AAAAAAAAAM0/0V6h5WVNK2c/s1600-h/iitled.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 325px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SpSWHagj16I/AAAAAAAAAM0/0V6h5WVNK2c/s400/iitled.bmp" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374085309478983586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SpSWG3_PliI/AAAAAAAAAMs/exrJ4sxTLk8/s1600-h/WEB--OroborO-1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 399px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SpSWG3_PliI/AAAAAAAAAMs/exrJ4sxTLk8/s400/WEB--OroborO-1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374085300212438562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SpSWGcKjuwI/AAAAAAAAAMk/JH10hyEIsPA/s1600-h/lichtenstein-roy-tin-tin-reading-8700413.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 328px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SpSWGcKjuwI/AAAAAAAAAMk/JH10hyEIsPA/s400/lichtenstein-roy-tin-tin-reading-8700413.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374085292743703298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-5529742086380579590?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/5529742086380579590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=5529742086380579590' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/5529742086380579590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/5529742086380579590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/08/coisas-que-amo.html' title='Coisas que amo.'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SpSWHagj16I/AAAAAAAAAM0/0V6h5WVNK2c/s72-c/iitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-3661878972922340596</id><published>2009-08-25T17:55:00.000-07:00</published><updated>2009-08-25T17:57:17.044-07:00</updated><title type='text'>Vitória Basaia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SpSIWYNFcPI/AAAAAAAAAMc/xUo6Wk9Kk4w/s1600-h/Vit%C3%B3ria+Basaia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 237px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SpSIWYNFcPI/AAAAAAAAAMc/xUo6Wk9Kk4w/s400/Vit%C3%B3ria+Basaia.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374070173395677426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;AS BRUXAS EXISTEM E VITÓRIA É UMA DELAS&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;mso-bidi- Comic Sans MS&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Comic Sans MS&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="Comic Sans MS&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Quem a vê não diz. É uma bruxa jovem mais carne do que osso que manuseia, mistura, esfrega, trabalha e dialoga com as terras coloridas da Chapada dos Guimarães e que pare, pela ponta dos dedos, peixes, pássaros. Formigas, antas, tucanos, gente ou caetetús avoantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="Comic Sans MS&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;         &lt;/span&gt;Ela não pinta; namora, bolina os quadros com seus vinte dedos num esfregar de gozo numa comunhão com as terras do chapadão que se orgulham de seu uso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="Comic Sans MS&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;         &lt;/span&gt;De onde vem esses entes que ela pinta? Em que cavidades misteriosas de seu corpo se forma? Entram nela pelo umbigo, o canal da vida, ou pela cabeça? Porque fluem diretamente da gema de seus dedos como se fossem cordões umbilicais, contatos mágicos, cristalização de ideais de sonhos, nascimentos?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="Comic Sans MS&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;         &lt;/span&gt;Das fendas e grotas dos chapadões saem as terras coloridas que viram gentepeixe, gênios tutelares, entidades mágicas que, desde o princípio do mundo habitaram os sonhos dos brasileiros, daqueles brasileiros pintados de urucum e de jenipapo, vestidos de pintura e nus agora em fase de extinção.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;         &lt;/span&gt;Vitória nessas pagelanças nos leva ao mundo encantado das pinturas rupestres, dos signos e mitos do começo dos tempos destas terras do umbigo do mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" align="right" style="text-align: justify;"&gt;Carybé&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText" align="right" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-3661878972922340596?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/3661878972922340596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=3661878972922340596' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/3661878972922340596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/3661878972922340596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/08/vitoria-basaia.html' title='Vitória Basaia'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SpSIWYNFcPI/AAAAAAAAAMc/xUo6Wk9Kk4w/s72-c/Vit%C3%B3ria+Basaia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-3336547265029269769</id><published>2009-07-31T14:40:00.000-07:00</published><updated>2009-07-31T14:48:24.078-07:00</updated><title type='text'>Primeiramente, que é a força vital?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SnNmJAUUIAI/AAAAAAAAAMU/643pe3JeheM/s1600-h/dodecaedro.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 376px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364743886018453506" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SnNmJAUUIAI/AAAAAAAAAMU/643pe3JeheM/s400/dodecaedro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; HENRI DURVILLE&lt;br /&gt; A CIÊNCIA SECRETA&lt;br /&gt;Tradução&lt;br /&gt;E.P.&lt;br /&gt; VOLUME III&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Primeiramente, que é a força vital?&lt;br /&gt;É a força que anima o corpo, faz mover os nossos membros, regulariza as funções segundo o seu ritmo pessoal. É ela que, sem um só ato voluntário de nossa parte, faz palpitar o nosso coração, dilatar os nossos pulmões, viver, em uma palavra, todas as nossas vísceras.&lt;br /&gt;Quando essa força vital é abundante e bem distribuída em todos os pontos da nossa economia, o equilíbrio é perfeito e estável: é a saúde.&lt;br /&gt;Mas, se essa força é insuficiente ou se ela é excessiva em um ponto para faltar em outro, a harmonia da vida é destruída; é o desequilíbrio das forças, a moléstia.&lt;br /&gt;A força vital é a própria essência de toda a vida orgânica do ser. É nas nossas funções orgânicas o que o pensamento é para o nosso espírito. É uma polarização particular da energia universal. Essa força vital, encontramo-la por toda parte, na natureza. É ela que o nosso corpo toma no ar que respira, nos alimentos que ingere, nas radiações do sol que é o verdadeiro coração do mundo.&lt;br /&gt;Como a matéria é uma sob tantas aparências diversas, essa força é uma nas suas diversas modalidades; somente está, aqui ou ali, sob uma polarização particular, um aspecto diverso.&lt;br /&gt;Mas, no fundo, é sempre a mesma energia, universalmente espalhada, faça ela girar os mundos nas suas órbitas eternas, presida às mares, faça crescer as plantas ou desenvolver os seres animados, seguindo sempre as mesmas leis sob a variedade dos aspectos. Essa força cósmica, essa energia universal, esse magnetismo misterioso, essa potência sutil, por toda parte ativa e presente, é a base de toda vida humana.&lt;br /&gt;Hipócrates assim a definiu; "Os corpos dos homens e de todos os animais nutrem-se de três espécies de coisas: de alimentos, de bebidas e de força vital. A força vital se denomina sopro vital nos corpos e fora dos corpos. É a mais poderosa força de coesão e de ação de tudo o que existe. Entretanto, é invisível a olho nu; só o raciocínio pode concebê-la. Não está ausente de coisa alguma; acha-se em tudo. O intervalo imenso que separa a terra do céu é preenchido pela energia vital etérea. É ela que anima e faz mover o sol, a lua e os astros. É ela o alimento do fogo. A água do mar também a contém, porque sem ela os animais aquáticos não poderiam viver. Acrescento que ela dá a vida aos homens e estabelece as defesas naturais nas moléstias."&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;* *&lt;br /&gt;O ser humano é a sede de numerosas forças que se começa apenas a descobrir, porque parece que elas foram bem conhecidas nos santuários iniciáticos mais remotos.&lt;br /&gt;Embora as estudemos com interesse apaixonado, os seus inumeráveis aspectos ainda nos desorientam. Entretanto, a esperança mais legítima, a certeza do sucesso entrevisto nos estão asseguradas.&lt;br /&gt;Todas as iniciações, todas as escolas modernas conhecem a força vital. Ela é o akasa dos hindus, o magnetismo animal dos antigos magnetizadores, o agente magnético de H. Durville, a eletricidade animal do Dr. Pététin, o nervismo do Dr. Luce, a força ódica do Cavalheiro de Reichenbach (com as suas duas polarizações od e ob); é ainda a força astral dos ocultistas, a força nêurica irradiante do Dr. Baréty, a força nervosa da medicina oficial.&lt;br /&gt;Entre esses múltiplos aspectos, essa força é semelhante à força psíquica de Sir William Crookes e à força mediúnica. Estamos em presença de manifestações diferentes de uma idêntica força? São modalidades, mais próximas do que se pensa, da mesma energia? No estado atual dos nossos conhecimentos é difícil pronunciarmo-nos a respeito.&lt;br /&gt;A medida que avança, o psiquista sente, mais e mais, a imensidade de problemas a resolver.&lt;br /&gt;Um único fato é inegável: essas forças existem; elas se nos apresentam sob aspectos extremamente vários; não se limita à extensão de nosso corpo a ação que lhes é permitida; irradiam de nós, exteriorizam-se em condições particulares; estão estreitamente ligadas às energias ambientes; são submissas, em grande parte, à vontade do homem que desenvolveu metodicamente os seus poderes. É graças às forças que ele tira de si mesmo e da atmosfera que o rodeia, que o magnetizador cura e reconforta os doentes.&lt;br /&gt;Essa força vital encontra-se por toda a natureza; ela nos envolve, nos penetra, sem que o percebamos. Emana do sol que revitaliza, sem cessar, do ar que respiramos e que nos banha de todo lado.&lt;br /&gt;Como diz muito bem o Professor Bouchard: "O sistema nervoso, pelas suas extremidades periféricas, tira, sem cessar, da irradiação solar, elementos de força, que transmite aos órgãos, segundo as necessidades da metamorfose orgânica."&lt;br /&gt;Essa força vital encontramo-la nos alimentos, na planta que absorvemos e que no-la restitui sob uma forma adaptada às necessidades do nosso organismo.&lt;br /&gt;Sem essa força vital, nenhum ser pode viver. Sem ela, os nossos órgãos cessam de funcionar, de se mover e, sob o império dessa inibição, perdemos igualmente a nossa faculdade de pensar, de associar idéias e imagens, de raciocinar.&lt;br /&gt;Os nossos órgãos cessam as suas funções, perdemos também a atividade sensorial que renova os depósitos do mundo exterior ao nosso cérebro. A força vital é, pois, essencial à nossa existência; é a base de toda a nossa atividade orgânica, mental e emocional.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-3336547265029269769?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/3336547265029269769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=3336547265029269769' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/3336547265029269769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/3336547265029269769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/07/primeiramente-que-e-forca-vital.html' title='Primeiramente, que é a força vital?'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SnNmJAUUIAI/AAAAAAAAAMU/643pe3JeheM/s72-c/dodecaedro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-8919445175896847744</id><published>2009-07-28T16:36:00.000-07:00</published><updated>2009-07-28T16:56:09.953-07:00</updated><title type='text'>recorte de uma tese de doutorado boa que estava protegida no pdf...rsrs</title><content type='html'>L881r    Santos, Nádia Maria Weber&lt;br /&gt;Histórias de Sensibilidades: espaços e narrativas da loucura em três tempos&lt;br /&gt;(Brasil, 1905/1920/1937) / Nádia Maria Weber Santos.&lt;br /&gt;Porto Alegre, 2005.&lt;br /&gt;f.&lt;br /&gt;Tese. (Doutorado) - IFCH, UFRGS&lt;br /&gt;1.História  2. Literatura  3. Loucura 4.Sensibilidades&lt;br /&gt; 5. Escritos literários  6.Saúde Pública&lt;br /&gt; I.Título.&lt;br /&gt;Histórias de Sensibilidades: espaços e narrativas da loucura em três tempos&lt;br /&gt;(Brasil, 1905/1920/1937)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSIDERAÇÕES FINAIS:&lt;br /&gt;PERMANÊNCIAS E RUPTURAS ...&lt;br /&gt;Para que as histórias permaneçam vivas, é preciso recontá-las.&lt;br /&gt;Assim, nossas fontes falaram. Falaram de sensibilidades, de loucuras, de medos, de&lt;br /&gt;opressões, de ressentimentos, de reflexões, de esperanças, de amor, enfim... falaram de um vasto&lt;br /&gt;mundo “para além” daquilo que a sociedade impõe ao “seu louco”, falaram para além das letras&lt;br /&gt;que tingem um papel.&lt;br /&gt;E o hospício, a casa do louco por excelência, espaço "privilegiado" construído em nossa&lt;br /&gt;sociedade para abrigá-lo, retê-lo, excluí-lo e quiçá curá-lo, ofereceu-se à decifração, para além de&lt;br /&gt;seus muros...ou por dentro das almas dos doentes ...&lt;br /&gt;É difícil escrever, neste momento, algo que seja "conclusivo", como se almejaria nestas&lt;br /&gt;páginas finais de um trabalho acadêmico. Apresentar algumas considerações, abrindo a reflexão&lt;br /&gt;para possíveis "modos de interpretar" o que foi exposto, parece ser mais profícuo, sendo esta a&lt;br /&gt;opção da presente escrita.&lt;br /&gt;A loucura tem muitas definições. De um lado, existem as definições "gerais", isto é,&lt;br /&gt;aquelas que designam aquilo que todos pensam ou aprenderam a pensar sobre ela; assim, pode&lt;br /&gt;ser uma designação genérica e popular de toda alteração grave e duradoura da personalidade. Mas&lt;br /&gt;também pode ser tudo aquilo que é fora do comum, ou que não está de acordo com as normas&lt;br /&gt;coletivas de uma sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;352&lt;br /&gt;Genericamente, também, o louco, em muitas culturas antigas, era tido como possuído pela&lt;br /&gt;divindade e, por isso, era digno de todo o respeito; em outras, ou em outros momentos, como no&lt;br /&gt;medievo, ele seria um possuído pelo demônio, e deveria ser excluído, quem sabe até morto.&lt;br /&gt;Outros sinônimos, não menos "populares", são demência, alienação - nomes estes muito usados&lt;br /&gt;na época desta pesquisa -, insânia, excentricidade, imprudência.&lt;br /&gt;Nos idos anos 30, do século XX, aqui em Porto Alegre, havia uma questão que&lt;br /&gt;incomodava a população: os loucos fugiam do hospício e vagavam pelas ruas, preocupando as&lt;br /&gt;mães, como hoje nos preocupam o trânsito de veículos e os assaltos. Isto era o que dizia minha&lt;br /&gt;avó - e muitas outras pessoas da cidade - e é recontado por minha mãe, hoje com 83 anos.&lt;br /&gt;Quando ela tinha em torno de 9-10 anos, morando relativamente perto do colégio, ela ia&lt;br /&gt;sozinha e a pé, com alguns de seus irmãos menores, todas as manhãs, para as aulas. Moravam no&lt;br /&gt;centro da cidade, na esquina da Jerônimo Coelho com a Vigário José Inácio, "zona nobre" do&lt;br /&gt;centro, onde hoje é o Hotel Embaixador. Relata ela, que, sempre que saía de casa para a escola,&lt;br /&gt;minha avó dizia: "Cuidado com os loucos na rua". Pois eles fugiram do hospício,&lt;br /&gt;complementava.&lt;br /&gt;E lá iam as crianças, cuidando para desviar daqueles que elas imaginavam serem os&lt;br /&gt;loucos fugidos do hospício - se é que sabiam distinguir quem seriam estes!&lt;br /&gt;O que hoje recomendamos aos filhos, que se cuidem com os ladrões que andam à solta, ou&lt;br /&gt;"com o trânsito maluco desta cidade", antigamente era dito a respeito dos loucos, pessoas loucas,&lt;br /&gt;personagens deste urbano que se queria sem máculas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;353&lt;br /&gt;O que nos leva a crer que ter criado hospícios para enclausurar e conter estes seres&lt;br /&gt;vagabundos, improdutivos e "perigosos" não resolveu muita coisa... Pois eles fugiam e&lt;br /&gt;continuavam a assustar a cidade e seus habitantes... Tal era o imaginário popular... O famoso&lt;br /&gt;"grito de poder" - "Aos loucos, o Hospício!" - não resolveu, assim como aquele "Independência&lt;br /&gt;ou morte!" deixou a desejar...&lt;br /&gt;Se esta história é recontada até hoje, ainda, permaneceria ela viva?&lt;br /&gt;Nas artes, como mostram as duas obras colocadas no início deste trabalho, eles - os "fora&lt;br /&gt;da razão" - também foram representados inúmeras vezes e em inúmeras versões. A "Nau dos&lt;br /&gt;insensatos" de Bosch e "O Manicômio" de Goya são exemplos disto.&lt;br /&gt;Hieronimus Van Aeken Bosch, artista flamengo medieval, inscreveu sua maravilhosa obra&lt;br /&gt;no século XVI. Firmemente aparentada, pela simbologia, com a fantasia popular e a cultura da&lt;br /&gt;época, sua insólita obra, cáustica e imaginativa, prenunciou as grandes realizações da pintura&lt;br /&gt;flamenga e holandesa dos séculos XVI e XVII. A concepção pessimista de um mundo dominado&lt;br /&gt;pela idéia do pecado e da fragilidade da natureza humana, típica do pensamento medieval,&lt;br /&gt;encontrou expressão plástica em sua pintura.&lt;br /&gt;O simbolismo de suas composições - que inclui também o "Jardim das Delícias", com&lt;br /&gt;representações "bucólicas" da natureza e atos humanos, e todas as outras -  no entanto, são&lt;br /&gt;tachadas de delirante e hermético pelos críticos, sem com isto estarem denegrindo sua obra, ou&lt;br /&gt;usando estes termos com valoração negativa. O pintor foi apreciado por seus contemporâneos e&lt;br /&gt;exerceu, séculos depois, grande influência sobre todos os pintores que tentaram penetrar nas&lt;br /&gt;fontes do irracional e nos "temores inconscientes" dos subterrâneos humanos, particularmente os&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;354&lt;br /&gt;surrealistas. A representação da loucura pode ter sido, neste sentido, mais uma forma de&lt;br /&gt;representar a realidade da alma que lhe atormentava.&lt;br /&gt;Com Francisco José de Goya y Lucientes, pintor espanhol do século XVIII, "um&lt;br /&gt;iluminista que fustigava as crendices de seu tempo", o imaginário já era outro. Representou em&lt;br /&gt;uma de suas obras, por volta de 1812 o espaço dos loucos, e mostrava, logo depois, que "o sono&lt;br /&gt;da razão produz monstros" - título de uma de suas gravuras mais instigantes.&lt;br /&gt;Especula-se sobre um estado mental alterado e uma possível depressão de Goya, nos anos&lt;br /&gt;70, tendo, possivelmente, recebido tratamento psiquiátrico. Zapater, um grande amigo, relata os&lt;br /&gt;sintomas de estupor, delírios alucinatórios, alucinações visuais e auditivas. Sua surdez&lt;br /&gt;aumentava, e também se fala de enfermidades venéreas. Havia antecedentes de "loucura" em sua&lt;br /&gt;família, tendo ele tia e primo maternos internados no manicômio de Saragoça, sua cidade natal.&lt;br /&gt;Há quem diga que seu episódio psicótico pode ter sido produzido pela intoxicação pelo chumbo&lt;br /&gt;das tintas. Mas o forte tom crítico, em sua pintura e desenhos, fizeram-no um dos espanhóis mais&lt;br /&gt;importantes das Belas Artes. Ele mostrava que racionalidade pura não pode ir muito longe, sem a&lt;br /&gt;sensibilidade que por sua vez pode levar a desastres, enquanto a razão sonha. Teria ele sido&lt;br /&gt;também mais um destes "loucos artistas" que o mundo perdoa pela distinção de sua obra?&lt;br /&gt;Há, ainda, aquelas "representações-definições" não leigas, isto é, retiradas de manuais&lt;br /&gt;especializados, em geral médicos e psicológicos. Mas como existem muitas linhas teóricas e&lt;br /&gt;autores e grupos especializados em fazer diagnósticos (como o DSM - Diagnostic and Statistical&lt;br /&gt;Manual of Mental Disorders - dos EUA, e o CID10 - Classificação Internacional das Doenças -&lt;br /&gt;da Organização Mundial da Saúde), é difícil, atualmente, chegar a um consenso com uma só&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;355&lt;br /&gt;definição. Nosso momento histórico prima pela "super especialização" das disciplinas,&lt;br /&gt;pulverizando mais ainda diagnósticos e definições já complicados por si mesmos.&lt;br /&gt;Espera-se ter podido criar algumas respostas às indagações iniciais, embora também se&lt;br /&gt;saiba que muitas outras perguntas foram levantadas, no decorrer do texto.&lt;br /&gt;O projeto desta tese iniciou-se com uma intenção bem mais ampla, aquela de mapear a&lt;br /&gt;sensibilidade sobre a loucura em escritos, entre os séculos XIX e XX, de literatos e autores do&lt;br /&gt;mundo inteiro, incluindo os brasileiros. É óbvio que, desde o início, esta proposta mostrou-se&lt;br /&gt;ampla demais e seria, sem dúvida, improfícua. Mas suponho ter atingido o objetivo geral que deu&lt;br /&gt;origem a tudo: perceber no universo sensível dos autores e textos, suas próprias sensibilidades&lt;br /&gt;sobre este “fenômeno”, ou “estados do ser”, desde sempre manifesto no ser humano.&lt;br /&gt;Utilizando uma metáfora de Jung, tem-se a impressão de que os argumentos aqui&lt;br /&gt;colocados "subiram em espiral" por sobre um assunto, como um pássaro que voeja em torno de&lt;br /&gt;uma árvore. No início, tudo o que vê, perto do chão, é uma confusão de galhos e folhas.&lt;br /&gt;Gradualmente, à medida que voa mais alto, vê que os diversos ramos da árvore, interagindo entre&lt;br /&gt;si, formam um todo mais coerente, porém complexo, mas que se integra no ambiente do entorno.&lt;br /&gt;Alguns leitores podem achar este método de argumentação “em espiral” um tanto obscuro e até&lt;br /&gt;mesmo desordenado, no início. Mas espera-se que o processo todo – a forma que o estudo foi&lt;br /&gt;tomando – tenha levado vocês, leitores-intérpretes, a uma viagem, no mínimo, instigante.&lt;br /&gt;Em muitos momentos deste percurso, precisei manter na devida distância o fato de ser&lt;br /&gt;uma psiquiatra indignada com o tratamento desde sempre recebido pelos chamados doentes&lt;br /&gt;mentais, a fim de prestar atenção a fatores históricos e de sensibilidades presentes nas falas dos&lt;br /&gt;próprios loucos. Pois a tendência seria sempre dar razão a estes, excluídos e oprimidos, e jamais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;356&lt;br /&gt;às instituições que deles “cuidaram”. Entretanto, como não posso apartar-me de minha&lt;br /&gt;subjetividade, como indivíduo e pesquisadora, acredito que, ao mesmo tempo, foi este olhar&lt;br /&gt;privilegiado de alguém que desde há muito preocupa-se e dedica-se a pesquisar a psique, que&lt;br /&gt;facilitou uma percepção mais aguda, ou mais direcionada, a estes fenômenos sensíveis&lt;br /&gt;pertencentes à alma humana.&lt;br /&gt;“De perto ninguém é normal”, disse um compositor brasileiro em uma de suas músicas de&lt;br /&gt;grande repercussão. Mas não podemos esquecer de que existe uma grande distância entre esta&lt;br /&gt;frase – dita milhares de vezes por milhares de pessoas que já cantarolaram esta canção – e o real&lt;br /&gt;“debruçar-se” sobre a realidade das pessoas, de cada um, consigo mesmo e a sociedade com&lt;br /&gt;todos, inclusive dos profissionais abalizados para os cuidados de saúde.&lt;br /&gt;O fato de aceitar-se tacitamente esta frase leva exatamente ao ponto inicial de meus&lt;br /&gt;questionamentos: o ser humano, a meu ver, não nasce doente, não nasce neurótico, como&lt;br /&gt;propunha Freud, e sim carrega dentro de si possibilidades inúmeras de saúde e criatividade, não&lt;br /&gt;importando onde nasça. O(s) problema(s) instaura(m)-se, quando instaura(m)-se, na medida em&lt;br /&gt;que existe um "desvio" no modo de perceber e interagir com a vida.&lt;br /&gt;Dito de outra forma, quando as percepções internas de cada indivíduo chocam-se com as&lt;br /&gt;vivências externas dos problemas da vida, e instala-se um conflito, é neste momento que a&lt;br /&gt;"doença" pode aparecer, sendo cada caso um caso específico. Desta forma, é legitimada tanto na&lt;br /&gt;disciplina psiquiátrica quanto na disciplina História, trabalhar-se com micro-escalas, com&lt;br /&gt;percepções “finas” de sensibilidades individuais em relação a constatações de um período&lt;br /&gt;histórico, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;357&lt;br /&gt;Muitas vezes utilizou-se, nesta tese, a palavra louco entre aspas, “louco”, sendo as aspas&lt;br /&gt;um recurso lingüístico para denotar algo que não se adequa propriamente às conceituações&lt;br /&gt;estabelecidas para aquela palavra. Tentou-se mostrar, também com isto, que o uso da palavra&lt;br /&gt;louco causa um incômodo, pois não se tem como conceituá-la de forma exata, a despeito das&lt;br /&gt;várias definições que constam em um dicionário, a não ser baseando-se na visão de mundo de&lt;br /&gt;cada teoria psicológica, ou na visão que cada sociedade tem frente ao estranhamento causado por&lt;br /&gt;esta realidade: uma pessoa “louca”.&lt;br /&gt;Também o exercício interdisciplinar, realizado nesta pesquisa, aponta para uma&lt;br /&gt;importância cada vez maior do cientista social e humano estar apto, com seu “capital simbólico”,&lt;br /&gt;a variar a estrada pela qual passa em seu percurso rumo à sua meta.&lt;br /&gt;Procurou-se resgatar a loucura por meio de suas representações, de suas imagens, de seus&lt;br /&gt;discursos e, por isso mesmo, das “sensibilidades” ou “releituras” sobre temática tão "delicada",&lt;br /&gt;como é a da loucura.&lt;br /&gt;Neste trabalho, não se tratou, entretanto, de estabelecer ou de re-estabelecer uma "nova"&lt;br /&gt;História Social ou Cultural sobre a Loucura, no Brasil. Não se tratou, tampouco, de esquadrinhar&lt;br /&gt;pela Literatura, pela História e pela Psicologia Analítica uma nova definição - psiquiátrica! -&lt;br /&gt;sobre a loucura.&lt;br /&gt;Tratou-se, todavia, de re-traçar a escrita da loucura e sobre a loucura a partir dos indícios&lt;br /&gt;históricos, literários e documentais selecionados no interior desta investigação. Procedeu-se a&lt;br /&gt;uma revisão do tema (a loucura) a despeito dos paradigmas psiquiátricos tradicionais e de&lt;br /&gt;algumas considerações sociais e históricas já existentes. Desse modo, elegeu-se como perspectiva&lt;br /&gt;primordial o ponto de vista de internos e o que eles deixaram representado sobre o mundo dos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;358&lt;br /&gt;hospícios e da loucura, a partir de seus manuscritos e/ou impressos - fontes da pesquisa -&lt;br /&gt;produzidos durante o processo de internação. O que incluiu personagens da ficção, tão bem&lt;br /&gt;representativos das visões de seus autores.&lt;br /&gt;As "marcas de sensibilidade" e as "marcas de historicidade" revelaram-se, nestes escritos.&lt;br /&gt;Observou-se permanências e rupturas, se assim quisermos chamar, entre as três obras analisadas&lt;br /&gt;– na verdade, conjunto de obras -, nos três tempos mencionados.&lt;br /&gt;Ao folhear o "livro da loucura" nestes trinta anos de Brasil, vê-se que pouco ou nada&lt;br /&gt;mudou de concreto, na prática sobre a doença mental. De trás para a frente, de frente para trás,&lt;br /&gt;ele mostra sensibilidades, gritos de socorro, reflexões agudas que não foram compreendidas por&lt;br /&gt;seus contemporâneos. E talvez até hoje não o sejam, se falarmos em práticas sociais e culturais&lt;br /&gt;coletivas.&lt;br /&gt;A “cronologia invertida”, forma escolhida para apresentar as fontes estudadas, mostrou&lt;br /&gt;um “tempo em suspenso”, metáfora reveladora de sensibilidades de épocas distintas que se&lt;br /&gt;entrecruzam, para diante e para trás. E, no “momento único” que é o da escritura, se encontram.&lt;br /&gt;Ao pensar nos "escritos íntimos de hospício", ou "escritos pessoais da loucura", abre-se&lt;br /&gt;um universo de curiosidades, dúvidas e indagações, porquanto neles nota-se tanto semelhanças de&lt;br /&gt;narrativas e sensibilidades, como diferenças nestas percepções individuais.&lt;br /&gt;Por exemplo, todos três personagens foram colocados no hospício pela família, à revelia;&lt;br /&gt;dois deles, foram levados também pela polícia, o que corrobora, de certa forma, a realidade e a&lt;br /&gt;veracidade da historiografia “tradicional”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;359&lt;br /&gt;Todos liam muito e escreviam e foram criticados pela família por isto, respaldando uma&lt;br /&gt;corrente da psiquiatria, que cairia em desuso logo no raiar do século XX. Ao mesmo tempo, as&lt;br /&gt;nuanças individuais, ou predileções, ou mesmo aptidões, levaram estes "loucos escritores" a&lt;br /&gt;fazerem um "arquivamento de si" por meio de gêneros diferentes de escritas. Por que TR escrevia&lt;br /&gt;cartas e não um diário? E por que Lima Barreto escrevia "notas de memória" - o "guarda-&lt;br /&gt;memória" - e não cartas, dentro do manicômio? Sabe-se deste último que ele deixou uma&lt;br /&gt;correspondência também volumosa, que infelizmente não foi o alvo da atual pesquisa. Mas não&lt;br /&gt;se tem conhecimento, até o momento, de que alguma tenha sido escrita no hospital.&lt;br /&gt;E o que dizer de Fileto, o nobre rapaz burguês, filho de família importante de sua cidade e&lt;br /&gt;que podia fazer o que quisesse de sua vida - aos olhos de seus pais e contemporâneos, sua família&lt;br /&gt;tinha dinheiro o suficiente para pagar-lhe estudos no estrangeiro, por exemplo - mas restou em&lt;br /&gt;seus questionamentos sobre as questões "espirituais e importantes" da vida, sucumbindo à sua&lt;br /&gt;lucidez de louco tranqüilo? E seus volumosos cadernos de escritos, a qual categoria&lt;br /&gt;pertenceriam?&lt;br /&gt;Da forma como foram percebidos, todos podem ser identificados como escritos de&lt;br /&gt;resistência e mesmo de transgressão, no sentido de tentarem ultrapassar não só os muros de um&lt;br /&gt;hospício, mas as barreiras que são colocadas pelos rótulos e diagnósticos sobre eles. Como já se&lt;br /&gt;teve oportunidade de mencionar, não adiantou Pinel ter tirado as correntes dos loucos, pois outras&lt;br /&gt;vieram, como o manicômio, a camisa de força de pano, depois a camisa de força dos métodos -&lt;br /&gt;eletrochoques, psicocirurgias, choques químicos - e medicamentos. Mas talvez pior seja a&lt;br /&gt;corrente que nunca foi tirada, nem mesmo pelo "pai" da psiquiatria: o imaginário que sempre&lt;br /&gt;existiu na sociedade, na consciência coletiva, sobre os loucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;360&lt;br /&gt;Os três "escritores-pacientes-personagens-loucos" reclamaram dos médicos e os&lt;br /&gt;"analisaram", compreendendo que médico também erra, que o douto nem sempre tem a razão de&lt;br /&gt;seus diagnósticos e suas intervenções. A Medicina, que "desequilibra para equilibrar" foi&lt;br /&gt;examinada pela lente minuciosa das sensibilidades deles, e não era de se prever que uns&lt;br /&gt;aceitassem e outros não os seus discursos. Não escapa à sensibilidade destes doentes que eles&lt;br /&gt;estão sendo açoitados pelos chicotes da ciência médica, remetendo, metaforicamente, à dor,&lt;br /&gt;sofrimento e humilhação que os escravos sofriam.&lt;br /&gt;Escravidão, ser preso, ser louco. Práticas semelhantes, sensibilidades comuns... Como&lt;br /&gt;escapar disto, a não ser escrevendo?&lt;br /&gt;Mas do jeito que sabiam, referiram-se, também, aos cidadãos comuns do povo, ou aos&lt;br /&gt;enfermeiros, ou aos familiares, ou aos outros pacientes, enfim, a este continente de seres que&lt;br /&gt;fazem a sociedade e suas regras, tácitas, imaginárias, representativas de visões de mundo que os&lt;br /&gt;excluem.&lt;br /&gt;Nos três conjuntos de textos vê-se a expressão "os loucos lá fora", fazendo a inversão dos&lt;br /&gt;olhares, tal como o alienista machadiano. Quem é louco, afinal? Aliás, onde está a loucura?&lt;br /&gt;O período de infância de Lima e a virada de século que ele descrevia, assim como alguns&lt;br /&gt;de seus escritos, é a fase que Rocha Pombo firma-se como historiador e como escritor. Porém,&lt;br /&gt;sua obra é colocada, na classificação da crítica literária, como de período posterior à corrente&lt;br /&gt;estética de RP. É também perto do ano em que TR nasceu, 1903, tendo todas estas&lt;br /&gt;temporalidades aproximado estes escritores, em algum momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;361&lt;br /&gt;Assim, tão perto e tão longe um do outro! Dois deles viviam na mesma cidade, andavam&lt;br /&gt;em meios literários próximos, e olhavam as mesmas mudanças do tecido urbano carioca. O outro,&lt;br /&gt;TR, mais ao sul do país, via uma realidade diferente, mas não deixou de procurar entender o seu&lt;br /&gt;meio, a sua época, o seu país. E também abismava-se, "obumbrava-se", com seus semelhantes.&lt;br /&gt;De uma forma ou de outra, os três autores foram rechaçados em seu tempo, ou, pelo&lt;br /&gt;menos, tiveram críticas ferozes contra eles. Rocha Pombo por seus contemporâneos, o crítico&lt;br /&gt;literário José Veríssimo, e pelo historiador Capistrano de Abreu; Lima Barreto por todo um&lt;br /&gt;contingente de "intelectuais de elite" de sua época, aqueles que faziam parte do cânone literário&lt;br /&gt;estabelecido; e TR por sua família, até onde se sabe, pelos médicos e psiquiatras que dele&lt;br /&gt;trataram no hospício e quem sabe pelos membros de toda a Igreja Católica - se estes tivessem tido&lt;br /&gt;a oportunidade de ler suas cartas. Neste exercício imaginativo, que é o da interpretação, teve-se a&lt;br /&gt;liberdade de pensar TR como um escritor, aquilo que ele almejava ser - e o era, em seu&lt;br /&gt;imaginário!&lt;br /&gt;Um outro ponto em comum foi a "veia historiográfica" que os três escritores&lt;br /&gt;apresentaram. Todos queriam "ser" historiadores, também, de seu país. RP o foi, embora&lt;br /&gt;criticado. LB relata que nunca conseguiu escrever a tão sonhada "História do Brasil", mas&lt;br /&gt;pensava muito "historicamente" a nação. TR relata em uma de suas cartas que um dia escreveria a&lt;br /&gt;história de sua pátria e analisaria seu futuro promissor.&lt;br /&gt;Um dado interessante é a forma como todos os três personagens, de alguma maneira,&lt;br /&gt;preferem o hospício a ter que voltar para casa. Como entender este paradoxo?&lt;br /&gt; Fica explícito, através do texto ficcional de RP, que a exclusão de Fileto servia à família,&lt;br /&gt;como vimos, assim como à de todos os outros. Mas para ele, estar no hospício também servia a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;362&lt;br /&gt;seus propósitos, pois não "envergonhando a família", ele não sofria e nem era incomodado por&lt;br /&gt;eles, principalmente seu pai. Para Lima/Mascarenhas, a mesma coisa, projetada na figura do&lt;br /&gt;irmão e do sobrinho. E TR, pai e irmão se opunham a suas idéias e modos de proceder na vida,&lt;br /&gt;incluindo a "mania" de ler e escrever demais.&lt;br /&gt;Sendo assim, o hospício passa a ser, em algum momento das ficções destas vidas, ou&lt;br /&gt;"aparece como", um "bom lugar" ao louco, onde este escapa das críticas familiares e do mundo&lt;br /&gt;hostil "lá de fora". Mas a realidade última não é bem assim. Fileto optou em morrer no hospital;&lt;br /&gt;Lima, morreu em casa e disse que para o HNA só voltaria morto. Sobre TR não se sabe; supõe-se&lt;br /&gt;que ele não tenha mais voltado a internações, pelo menos no HPSP, até porque os dados de seu&lt;br /&gt;prontuário terminam até onde foi esta pesquisa, em suas cartas.&lt;br /&gt;Ainda sobre Lima Barreto, não se ficou com a idéia, analisando seus diários e o “romance&lt;br /&gt;de hospício”, de que a literatura era sua “válvula de escape”, ou um “modo de enganar a&lt;br /&gt;realidade”, como alguns críticos o disseram. Ela se impunha, de dentro para fora, como um&lt;br /&gt;complexo criativo, tomando novamente emprestada a palavra de C.G. Jung. Ele era tomado pelas&lt;br /&gt;idéias, que o assolavam, que o subjugavam, que o faziam escravo, muitas vezes. Uma escravatura&lt;br /&gt;à qual ele se entregava e se integrava. E ele era, então, obrigado a colocá-las no papel – qualquer&lt;br /&gt;papel, mesmo os mais sujos e velhos, como aqueles que ele achava no hospício para escrever.&lt;br /&gt;Não somente ele, mas TR também. E Fileto...&lt;br /&gt;Muitas de suas obras, e não somente O Triste fim de Policarpo Quaresma, foram escritas&lt;br /&gt;“de um só golpe”. Numa e Ninfa, por exemplo, diz ele, foi escrito em vinte e cinco dias, logo que&lt;br /&gt;saiu a primeira vez do hospício. “Não copiei nem recopiei sequer um capítulo. Eu tinha pressa de&lt;br /&gt;entregá-lo, para ver se o Marinho me pagava logo, mas não foi assim e recebi o dinheiro aos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;363&lt;br /&gt;poucos. Escrevi-o em outubro de 1914”. Por mais que a necessidade material fosse premente, não&lt;br /&gt;é ela a “dona” da criatividade, nem a sua origem... Será que o valor literário se perderia por aí?&lt;br /&gt;Foi na teoria de Jung onde se encontrou exemplos adequados para explicitar muitos dos&lt;br /&gt;pontos de vista desta tese, no que se relaciona às questões de psicologia. Esta teoria psicológica,&lt;br /&gt;vale ressaltar, vai ao encontro desta busca do sensível, da totalidade do ser humano enquanto tal,&lt;br /&gt;com sua luz e sua sombra, sem catalogar de doente as manifestações do inconsciente, simbólicas&lt;br /&gt;por excelência. Antes, elas são genuínas e pertencentes à história cultural da humanidade. A&lt;br /&gt;doença pode surgir na relação que se estabelece com estas fantasias, seja por um ego fragilizado&lt;br /&gt;que sucumbe a elas, como nos exemplos citados, seja pela negação das mesmas pelas “mentes&lt;br /&gt;racionalistas”.&lt;br /&gt;Ao contrário do que preconizavam muitos de seus contemporâneos médicos, doença, para&lt;br /&gt;ele, é um desequilíbrio que, se momentâneo, possui uma finalidade, a de voltar a equilibrar a&lt;br /&gt;psique. Encara-se, portanto, a perda de equilíbrio como algo adequado, pois substitui uma&lt;br /&gt;consciência falha pela atividade automática e instintiva do inconsciente, que sempre visa a&lt;br /&gt;criação de um novo equilíbrio.&lt;br /&gt;Tal meta, diz Jung, será alcançada sempre que a consciência for capaz de assimilar os&lt;br /&gt;conteúdos produzidos pelo inconsciente, isto é, puder compreendê-los e digeri-los. O mesmo vale&lt;br /&gt;para as fantasias criativas, pois surgem espontaneamente na consciência de quem as teve, com o&lt;br /&gt;intuito de re-organizar uma vida, ou o espírito de uma época – seja pela necessidade de novas&lt;br /&gt;posturas estéticas, nas artes, ou uma nova visão religiosa, ou um ponto novo filosófico a ser&lt;br /&gt;pensado, ou mesmo as descobertas científicas. Tudo provém do inconsciente, em primeira mão,&lt;br /&gt;mesmo que depois a mente racional se incumba de desenvolver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;364&lt;br /&gt;A origem de toda a criatividade humana está no inconsciente, naquela parte ainda&lt;br /&gt;desconhecida da psique humana, e que pertence à toda humanidade, não a uma pessoa específica&lt;br /&gt;– daí a postulação e a construção da noção de um inconsciente coletivo na psique, por Jung. Não&lt;br /&gt;é de se acreditar que todas as manifestações culturais, dentre elas o próprio recontar das histórias&lt;br /&gt;do Homem – através de seus símbolos, como nas mitologias, artes, religiões – sejam meramente&lt;br /&gt;uma “sublimação” do instinto sexual, como dizia Freud “com todas as letras”. É claro que esta&lt;br /&gt;sua concepção, no mundo de hoje, já está falida, ninguém mais crê nisto.&lt;br /&gt;Lidar com o inconsciente é um processo feito com e a partir de imagens. As imagens em&lt;br /&gt;si nada tem de patológicas; e, sim, são representações da vida humana dentro do sujeito.&lt;br /&gt;As histórias únicas, de certa forma, imagens pessoais, individuais, balizam a norma,&lt;br /&gt;analisando-a. Deveríamos nos preocupar somente os "fatos", ou com o sofrimento que eles&lt;br /&gt;causam nas pessoa e suas conseqüências na psique dos indivíduos?&lt;br /&gt;Sob o ponto de vista da psiquiatria, ou melhor dito, sob o meu ponto de vista sobre&lt;br /&gt;tratamento psiquiátrico – o qual foi eficazmente corroborado pelos achados desta pesquisa –&lt;br /&gt;pode-se dizer que não são as técnicas que irão salvar os doentes, e sim a compreensão humana&lt;br /&gt;que o terapeuta tem de seus humanos dramas. Assim, o psiquiatra pode ser comparado ao&lt;br /&gt;historiador, e ao historiador da cultura, pois a partir de uma história de vida, de seus traços&lt;br /&gt;deixados, por exemplo, nos escritos pessoais – aqui considerados representações simbólicas que&lt;br /&gt;re-criam o indivíduo enquanto personagem de si-mesmo – uma vida pode ser re-criada, a cura&lt;br /&gt;pode ser encaminhada, uma nova versão da história pode ser contada.&lt;br /&gt;A tese é um quebra-cabeças que se vai montando aos poucos; entre achados e teorias,&lt;br /&gt;entre fatos e sensibilidades, vai o historiador construindo sua versão, recheando de sabores novos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;365&lt;br /&gt;aquelas histórias do passado. Nem a história está para além da literatura, nem a literatura está&lt;br /&gt;para além da história. Ambas, no exercício de remeterem a ficções, se complementam.&lt;br /&gt;A tônica da pesquisa, neste aspecto, foi a presença da ficção nos três conjuntos de textos,&lt;br /&gt;que, de forma diferenciada, se cruzam em maior ou menor grau e de maneira incerta – é por este&lt;br /&gt;viés que os três escritos se aproximam e, ao mesmo tempo, se distanciam...&lt;br /&gt;Assim, resgatar os “escritos de si” do indivíduo considerado louco, pela sociedade, é dar&lt;br /&gt;um novo sentido a fontes até então pouco utilizadas para tal. Bem como resgatar a internação&lt;br /&gt;psiquiátrica e os “delírios” dos chamados loucos como fontes históricas, simbólicas e concretas,&lt;br /&gt;de situações micro e macro estruturais, é, no mínimo ousado. Ousadia esta que o mundo&lt;br /&gt;contemporâneo comporta, parece, a partir de novas "cosmovisões" que vão, aos poucos, se&lt;br /&gt;estabelecendo. Ir além da discussão do “saber médico” e olhar por outro ângulo também – o&lt;br /&gt;ângulo do simbólico, das representações simbólicas, que permeiam toda a vida humana, e,&lt;br /&gt;portanto, social - foi revelador e útil.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que se pensou, nesta tese, a sensibilidade sobre a loucura do “louco&lt;br /&gt;por ele mesmo”, através de escrituras ordinárias, ou escrituras que revelam muito de si, nestes&lt;br /&gt;momentos únicos da vida deles, também questionou-se o papel da psiquiatria, da sociedade, do&lt;br /&gt;governo, em relação a estes mesmos personagens, excluídos da sociedade dita “normal”.&lt;br /&gt;Em entrevista para a revista Psiquiatria Hoje, de 1997, a doutora Nise da Silveira,&lt;br /&gt;pioneira, desde a década de 1940 no Brasil, em trabalhos de Terapia Ocupacional, a partir do&lt;br /&gt;referencial junguiano, com pacientes psicóticos internados – no Centro Psiquiátrico Pedro II de&lt;br /&gt;Engenho de Dentro, Rio de Janeiro – ao ser questionada sobre o que era tratar doentes mentais,&lt;br /&gt;respondeu: “É vestir um escafandro e mergulhar nas suas produções inconscientes, no fundo de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;366&lt;br /&gt;sua psique. É isto que importa. Toda doença mental representa algum trauma emocional muito&lt;br /&gt;intenso, algo que foi vivido emocionalmente de forma intensa, tão intensa que não pode ser&lt;br /&gt;representada. Os doentes começam a representar isto através de pinturas e de outras atividades&lt;br /&gt;plásticas: cabe a nós interpretá-las.”&lt;br /&gt;Sua resposta remete-nos aos achados desta pesquisa.&lt;br /&gt;Gostaria de terminar esta tese com uma frase, que me parece pertinente ao fim de um&lt;br /&gt;trabalho que vê a si próprio como uma porta aberta, louca para olhar o mundo, novamente, e a&lt;br /&gt;correr em busca de novos diálogos, pesquisas e reflexões: “Chega um momento onde todas as&lt;br /&gt;partes encontraram suas relações definitivas e, daí em diante, ser-me-á impossível não retocar&lt;br /&gt;nada em meu quadro sem refazê-lo inteiramente.” (Matisse)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-8919445175896847744?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/8919445175896847744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=8919445175896847744' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8919445175896847744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8919445175896847744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/07/recorte-de-uma-tese-de-doutorado-boa.html' title='recorte de uma tese de doutorado boa que estava protegida no pdf...rsrs'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-5688468817644605564</id><published>2009-07-27T20:31:00.000-07:00</published><updated>2009-07-27T20:35:33.179-07:00</updated><title type='text'>OS GRANDES INICIADOS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Sm5x9jbTNHI/AAAAAAAAAMM/IIMbPePO55M/s1600-h/xama1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 261px; DISPLAY: block; HEIGHT: 350px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363349508540544114" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Sm5x9jbTNHI/AAAAAAAAAMM/IIMbPePO55M/s400/xama1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Édouard Schuré&lt;br /&gt;OS GRANDES INICIADOS&lt;br /&gt;Esboço da História Secreta das Religiões&lt;br /&gt;Rama – Krishna – Hermes – Moisés&lt;br /&gt;Orfeu – Pitágoras – Platão – Jesus&lt;br /&gt;A alma é a chave do Universo&lt;br /&gt;Tradução de&lt;br /&gt;Augusta Garcia Dorea&lt;br /&gt;Edições Eletrônicas Lumensana&lt;br /&gt;Luiz Edgar de Carvalho&lt;br /&gt;Outubro/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Hermes, deslumbrado, contemplava sua florescência esparsa e seus majestosos movimentos, a voz lhe disse:&lt;br /&gt;- Olha, escuta e compreende. Estás vendo as sete esferas de toda vida. Através delas se efetua a queda das almas e sua ascensão. Os sete Gênios são os sete raios do Verbo-Luz. Cada um deles comanda uma esfera do Espírito, uma fase da vida das almas. O mais próximo de ti é o Gênio da Lua, com seu sorriso inquietante e coroado de uma foice de prata. Ele preside aos nascimentos e às mortes. Separa as almas dos corpos e as atrai para seu raio de luz. Acima dele, o pálido Mercúrio mostra o caminho às almas, que descem e sobem com seu caduceu que contém a Ciência. Mais alto, a brilhante Vênus segura o espelho do&lt;br /&gt;Amor, em que as almas alternadamente se esquecem e se reconhecem. Abaixo dela, o Gênio do Sol ergue a tocha triunfal da eterna Beleza. Mais alto ainda, Marte brande o gládio da Justiça. Reinando sobre a esfera azulada, Júpiter sustenta o cetro do poder supremo, que é a Inteligência divina. Nos limites do mundo, sob os signos do zodíaco, Saturno carrega o globo da sabedoria universal (2). Hermes falou:&lt;br /&gt;- Vejo as sete regiões que compreendem o mundo visível e invisível; vejo os sete raios do Verbo-Luz, do Deus único que as atravessa e governa. Mas, meu mestre, como se realiza a viagem dos homens através de todos esses mundos?&lt;br /&gt;Respondeu Osíris:&lt;br /&gt;- Vês uma semente luminosa cair das regiões da via Láctea na sétima esfera? São germes de almas. Elas vivem como vapores leves na região de Saturno, felizes, sem preocupação, e desconhecem sua felicidade. Porém, ao cair de esfera em esfera, elas revestem-se de invólucros sempre mais pesados. Em cada encarnação, adquirem um novo sentido corporal, conforme o meio em que habitam. Sua energia vital aumenta; e, à medida que penetram em corpos mais densos, elas perdem a lembrança de sua origem celeste. Assim se completa a queda das almas que vêm do divino Éter. Cada vez mais cativas da matéria, cada vez mais inebriadas com a vida, elas se precipitam como uma chuva de fogo, com estremecimentos de volúpia, através das regiões da Dor, do Amor e da Morte, até sua prisão terrestre; onde tu mesmo gemes retido pelo centro ígneo da terra e onde a vida divina te parece um sonho vão.&lt;br /&gt;Hermes perguntou:&lt;br /&gt;- As almas podem morrer?&lt;br /&gt;Respondeu a voz de Osíris:&lt;br /&gt;- Sim, muitas perecem na descida fatal. A alma é filha do céu e sua viagem é uma prova. Se, em seu amor desenfreado pela matéria, ela perde a lembrança de sua origem, a centelha divina que nela estava, e que teria podido tornar-se mais brilhante do que uma estrela, volta à região etérea como átomo sem vida – e a alma se desagrega no turbilhão dos elementos grosseiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sete Gênios da visão de Hermes são os sete Devas da Índia, os sete amachapandas da Pérsia, os sete grandes Anjos da Caldéia, os sete Sefirotes (3) da Cabala, os sete Arcanjos do Apocalipse cristão. E o grande setenário que envolve o universo não vibra somente nas sete cores do arco-íris, nas sete notas da escala musical: ele se manifesta ainda na constituição do homem, que é tríplice por essência, mas sétuplo por sua evolução (4). Dizia o hierofante, para terminar:&lt;br /&gt;- Assim penetraste no limiar do grande arcano. A vida divina apareceu-te sob as quimeras da realidade. Hermes te fez conhecer o céu invisível, a luz de Osíris, o Deus oculto do universo, que respira por dez milhões de almas, anima os globos errantes, e os corpos em ação. Cabe a ti, agora, dirigir-te a ti mesmo e escolher teu caminho para subir até o Espírito puro. Pois, de hoje em diante, pertences aos ressuscitados&lt;br /&gt;vivos. Não te esqueças de que há duas chaves principais da ciência. Eis a primeira: “O exterior é como o interior das coisas; o pequeno é como o grande; só há uma única lei e aquele que trabalha é Um. Nada é pequeno, nada é grande na economia divina”. Eis a segunda: “Os homens são deuses mortais e os deuses são homens imortais”. Feliz daquele que compreende essas palavras, porque possui a chave de todas as coisas. Lembra-te que a lei do mistério dissimula a grande verdade. O total conhecimento só pode ser revelado aos nossos irmãos que passaram pelas mesmas provas que nós. É preciso regular a verdade segundo as inteligências – disfarçá-la com um véu para os fracos, porque ela torná-los-ia loucos; ocultá-las dos maus, que dela só podem apreender fragmentos, dos quais fariam armas de destruição. Encerra-a em teu coração e que ela fale por tuas obras. A ciência será tua força, a fé tua espada e o silêncio tua armadura infrangível.&lt;br /&gt;(4). Daremos aqui os termos egípcios dessa constituição setenária do homem, que se encontra na Cabala: Chat, corpo material; Anch, força vital; Ka, duplo etéreo ou corpo astral; Hati, alma animal; Baí, alma racional; Cheybi, alma espiritual; Ku, espírito divino. O desenvolvimento dessas idéias fundamentais da doutrina esotérica será encontrado no livro de Orfeu e sobretudo no de Pitágoras.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-5688468817644605564?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/5688468817644605564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=5688468817644605564' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/5688468817644605564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/5688468817644605564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/07/os-grandes-iniciados.html' title='OS GRANDES INICIADOS'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Sm5x9jbTNHI/AAAAAAAAAMM/IIMbPePO55M/s72-c/xama1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-1825735028391902037</id><published>2009-07-21T08:58:00.000-07:00</published><updated>2009-07-21T08:59:55.914-07:00</updated><title type='text'>Borges - Oral</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SmXl7NTQlCI/AAAAAAAAAME/m7z7sB1mqPc/s1600-h/julho01.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 278px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360943736799925282" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SmXl7NTQlCI/AAAAAAAAAME/m7z7sB1mqPc/s400/julho01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Borges,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oral&lt;br /&gt;– 1979 –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÓLOGO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a Universidade de Belgrano sugeriu-me proferir cinco aulas, escolhi temas com os quais o tempo me havia consubstanciado. O primeiro, o livro – esse instrumento sem o qual não posso imaginar minha vida e que não me é menos íntimo do que minhas mãos ou meus olhos. O segundo, a imortalidade – essa ameaça ou esperança com que têm sonhado tantas gerações e que postula boa parte da poesia. O terceiro, Swedenborg – o visionário que escreveu que os mortos escolhem o inferno ou o céu, por livre decisão de sua vontade. O quarto, o conto policial – esse rigoroso brinquedo que nos foi legado por Edgar Allan Poe. O quinto, o tempo, que para mim continua sendo o problema essencial da metafísica.&lt;br /&gt;Graças ao auditório, que me prestigiou com sua indulgente hospitalidade, minhas aulas alcançaram um êxito que eu não esperava e que certamente eu não merecia.&lt;br /&gt;A exemplo da leitura, a aula é uma obra em colaboração, e aqueles que a ouvem não são menos importantes que aquele que a profere.&lt;br /&gt;Neste livro está minha parte pessoal daquelas sessões. Espero que o leitor as enriqueça, como as enriqueceram os ouvintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. L. B.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buenos Aires, 3 de março de 1979.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LIVRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos diversos instrumentos do homem, o mais assombroso é, sem dúvida, o livro. Os demais são extensões de seu corpo. O microscópio, o telescópio são extensões de sua visão; o telefone é a extensão de sua voz; em seguida, temos o arado e a espada, extensões de seu braço. O livro, porém, é outra coisa: o livro é uma extensão da memória e da imaginação.&lt;br /&gt;Em César e Cleópatra, de Shaw, quando se fala da biblioteca de Alexandria, diz-se que ela é a memória da humanidade. O livro é isto. E é algo mais, também: a imaginação. O que é nosso passado senão uma série de sonhos? Que diferença pode haver entre recordar sonhos e recordar o passado? Essa é a função exercida pelo livro.&lt;br /&gt;Certa vez, pensei em escrever uma história do livro. Não do ponto de vista físico. Os livros não me interessam fisicamente (sobretudo os livros dos bibliófilos, que costumam ser desmedidos), mas sim as diversas valorações que deles se têm feito. Fui antecipado por Spengler, com seu Decadência do Ocidente, que contém páginas preciosas acerca do livro. Com algumas observações de caráter pessoal, vou restringir-me ao que disse Spengler.&lt;br /&gt;Os antigos não professavam nosso culto ao livro – algo que me surpreende; nele viam apenas um sucedâneo da palavra oral. Aquela frase, sempre citada: Scripta manent, verba volant&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8762486465484953602#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;1&lt;/a&gt; não significa que a palavra oral seja efêmera, mas sim que a palavra escrita é algo duradouro e morto. Ao contrário, a palavra oral tem algo de alado, de leve; alado e sagrado, como disse Platão. Curiosamente, todos os grandes mestres da humanidade foram mestres orais.&lt;br /&gt;Vejamos o primeiro caso: Pitágoras. Sabemos que Pitágoras não escreveu, deliberadamente. Não escreveu porque não quis prender-se a uma palavra escrita. Sentiu, sem dúvida, que "a letra mata e o espírito vivifica" – o que depois viria a constar da Bíblia. Ele deve ter sentido isso e não quis prender-se a uma palavra escrita. Daí Aristóteles jamais falar de Pitágoras, mas dos pitagóricos. Diz-nos, por exemplo, que os pitagóricos professavam a crença, o dogma do eterno retorno, que muito mais tarde viria a ser descoberto por Nietzsche. a idéia do tempo cíclico, refutada por Santo Agostinho em A Cidade de Deus. Com bela metáfora, Santo Agostinho diz que a cruz de Cristo nos salva do labirinto circular dos estóicos. A idéia de um tempo cíclico foi ligeiramente tocada também por Hume, Blanqui... e tantos outros.&lt;br /&gt;Pitágoras não escreveu voluntariamente; queria que seu pensamento permanecesse vivo, para além de sua morte corporal, na mente de seus discípulos. Aqui se aplica aquela citação (não sei grego, tentarei dizê-la em latim): "Magister dixit" ("O mestre disse"). Isto não significa que eles deviam prender-se àquilo que o mestre tinha dito; ao contrário, afirma a liberdade de continuarem pensando o pensamento inicial do mestre.&lt;br /&gt;Não sabemos se com ele surgiu a doutrina do tempo cíclico, mas, sem dúvida, sabemos que seus discípulos a professavam. Pitágoras morre corporalmente, e eles, por uma espécie de transmigração – disto Pitágoras teria gostado –, continuam pensando e repensando seu pensamento e, quando repreendidos por dizerem algo novo, refugiam-se naquela fórmula: "O mestre disse" ("Magister dixit").&lt;br /&gt;Há, no entanto, outros exemplos. Temos o alto exemplo de Platão, quando diz que os livros são como efígies (ele deve ter imaginado esculturas, ou quadros) que se julga estarem vivas, mas que, indagadas sobre alguma coisa, nada respondem. Então, para corrigir essa mudez dos livros, ele inventa o diálogo platônico. Quer dizer, Platão se multiplica em muitos personagens: Sócrates, Górgias e outros. É possível também supor que Platão desejava consolar-se pela morte de Sócrates, imaginando que Sócrates continuava vivo. Ao deparar-se com qualquer problema, ele se indagava: o que teria dito Sócrates sobre isto? Assim, de certo modo, foi que aconteceu a imortalidade de Sócrates, que nada deixou escrito e que também foi um mestre oral.&lt;br /&gt;De Cristo sabemos que escreveu, uma única vez, algumas palavras que a areia se encarregou de apagar. Nada mais escreveu, pelo que se sabe. Buda foi igualmente um mestre oral; suas prédicas permanecem. Depois, temos uma frase de Santo Anselmo: "Colocar um livro nas mãos de um ignorante é tão perigoso quanto colocar uma espada nas mãos de uma criança". Era assim que se pensava a respeito dos livros. Em todo o Oriente ainda existe o conceito de que um livro não deve revelar as coisas; um livro deve, simplesmente, ajudar-nos a descobri-las. Apesar de minha ignorância do hebraico, estudei um pouco a Cabala e li as versões inglesa e alemã do Zohar (O livro do Esplendor) e do Sefer Yetsirah (O livro da Criação). Sei que esses livros não foram escritos para serem entendidos, e sim para serem interpretados; são incentivos para que o leitor siga o pensamento. A Antigüidade clássica não demonstrou nosso respeito pelo livro, embora saibamos que Alexandre da Macedônia guardava, sob seu travesseiro, a Ilíada e a espada – estas duas armas. Havia grande respeito por Homero, que, entretanto, não era considerado um escritor sagrado, no sentido que hoje damos a essa palavra. Não se pensava que a Ilíada e a Odisséia fossem textos sagrados; eram livros respeitados, mas que também podiam ser combatidos.&lt;br /&gt;Platão pôde desterrar os poetas de sua República sem tornar-se suspeito de heresia. A esses testemunhos dos antigos contra o livro podemos acrescentar outro, bastante curioso, de Sêneca. Em suas admiráveis epístolas a Lucílio há uma dirigida contra um indivíduo muito vaidoso, que, segundo ele, possuía uma biblioteca de cem volumes; e quem – indaga Sêneca – consegue tempo para ler cem volumes? Agora, ao contrário, as bibliotecas numerosas são alvo de admiração.&lt;br /&gt;Na Antigüidade há algo que nos custa compreender e que não se parece com nosso culto ao livro. Vê-se sempre no livro um sucedâneo da palavra oral, mas depois chega do Oriente um conceito novo, completamente estranho à Antigüidade clássica: o do livro sagrado. Tomemos dois exemplos, a começar pelo mais tardio: o dos muçulmanos. Estes pensam que o Corão é anterior à Criação, anterior à língua árabe; é um dos atributos de Deus, não uma obra de Deus; é como que Sua misericórdia ou Sua justiça. De modo bastante misterioso, fala-se, no Corão, da mãe do livro. A mãe do livro é um exemplar do Corão escrito no céu. Viria a ser, digamos, o arquétipo platônico do Corão, e esse mesmo livro – é o Corão que o diz – está escrito no céu, que é atributo de Deus e anterior à Criação. Isto é proclamado pelos ulemás, ou doutores muçulmanos.&lt;br /&gt;Em seguida, temos outros exemplos mais próximos de nós: a Bíblia, ou, mais concretamente, a Torá ou o Pentateuco, os quais se acredita terem sido ditados pelo Espírito Santo. Isto é um fato curioso: a atribuição de livros de diversos autores e épocas a um único espírito; na própria Bíblia, porém, está dito que o Espírito sopra onde quer. Os hebreus tiveram a idéia de juntar diversas obras literárias de diversas épocas e com elas formar um único livro, intitulado Torá ("Bíblia" é termo grego). Todos esses livros são atribuídos a um único autor: o Espírito.&lt;br /&gt;Certa vez perguntaram a Bernard Shaw se ele acreditava que o Espírito Santo havia escrito a Bíblia. Ele respondeu: "Todo livro que vale a pena reler foi escrito pelo Espírito". Quer dizer, um livro tem de ir além da intenção de seu autor. A intenção do autor é uma pobre coisa humana, falível, mas no livro tem de haver mais. O Quixote, por exemplo, é mais que uma sátira aos livros de cavalaria. É um texto absoluto, no qual para nada, absolutamente, intervém o acaso.&lt;br /&gt;Pensemos nas conseqüências dessa idéia. Por exemplo, se eu digo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corrientes aguas, puras, cristalinas&lt;br /&gt;árboles que os estáis mirando en ellas,&lt;br /&gt;verde prado, de fresca sombra lleno...&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8762486465484953602#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é evidente que os três versos constam de onze sílabas. Foi desejado pelo autor, é voluntário.&lt;br /&gt;Mas o que é isso, se comparado a uma obra escrita pelo Espírito? O que é isso, se comparado ao conceito da Divindade que condescende com a literatura e dita um livro? Nesse livro nada pode ser casual, tudo tem de estar justificado, as letras têm de estar justificadas. Compreende-se, por exemplo, que o princípio da Bíblia – Bereshit bará Elohim&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8762486465484953602#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;3&lt;/a&gt; – começa com um "B", porque isso corresponde a "bendizer". Trata-se de um livro em que nada é casual, absolutamente nada. Isso nos leva à Cabala, leva-nos ao estudo das letras, a um livro sagrado ditado pela Divindade, que vem a ser o contrário daquilo que os antigos imaginavam. Estes pensavam na musa de modo bastante vago.&lt;br /&gt;"Canta, musa, a cólera de Aquiles", diz Homero no início da Ilíada. No caso, musa corresponde à inspiração. Ao contrário, quando se pensa no Espírito, pensa-se em algo mais concreto e mais forte: Deus, que condescende com a literatura. Deus, que escreve um livro. Nesse livro nada é, casual: nem o número de letras, nem a quantidade de silabas de cada versículo, nem o fato de que possamos fazer jogos de palavras com as letras, de que possamos levar em conta o valor numérico das letras. Tudo já foi considerado.&lt;br /&gt;O segundo grande conceito do livro – repito – é o de que ele possa ser uma obra divina. Talvez este conceito se aproxime mais daquilo que sentimos agora do que da idéia que os antigos tinham do livro, isto é, de um mero sucedâneo da palavra oral. A crença em um livro sagrado logo se esvai e é substituída por outras. Por exemplo, pela de que cada país é representado por um livro. Recordemos que os muçulmanos chamam os israelitas de povo do livro; recordemos aquela frase de Heinrich Heine sobre aquele povo cuja pátria era um livro – a Bíblia: os judeus. Temos, então, um novo conceito, o de que cada país tem de ser representado por um livro; de qualquer modo, por um autor que pode sê-lo de muitos livros.&lt;br /&gt;É curioso – não creio que até agora isto tenha sido observado – que os países tenham escolhido pessoas que com eles não se parecem muito. Pensa-se, por exemplo, que a Inglaterra teria escolhido o Dr. Johnson como seu representante. Mas não! A Inglaterra escolheu Shakespeare – e Shakespeare é, digamos, o menos inglês dos escritores ingleses. O típico da Inglaterra é o understatement, que é dizer um pouco menos das coisas. Shakespeare, ao contrário, tendia à hipérbole na metáfora, e não nos surpreenderia de modo algum que Shakespeare tivesse sido italiano ou judeu, por exemplo.&lt;br /&gt;Outro caso é o da Alemanha. País admirável, tão facilmente fanático, escolhe precisamente um homem tolerante, que não é fanático, e a quem pouco importa o conceito de pátria; escolhe Goethe. A Alemanha é representada por Goethe.&lt;br /&gt;Na França não se escolheu um autor, mas tende-se para Hugo. É claro que eu tenho grande admiração por Hugo, mas ele não é tipicamente francês. Hugo é estrangeiro na França; com esses grandes cenários, com essas vastas metáforas, Hugo não é típico da França.&lt;br /&gt;Outro caso ainda mais curioso é o da Espanha. A Espanha poderia ter sido representada por Lope, por Calderón, por Quevedo. Mas não! A Espanha é representada por Miguel de Cervantes. Cervantes é um homem contemporâneo da Inquisição, mas é tolerante, é um homem sem as virtudes e os vícios espanhóis.&lt;br /&gt;É como se cada país pensasse que teria de ser representado por alguém diferente, por alguém que pudesse ser, de algum modo, uma espécie de remédio, uma espécie de teriaga, uma espécie de antídoto para seus defeitos. Quanto a nós, poderíamos ter escolhido o Facundo, de Sarmiento, que é nosso livro. Mas não! Com nossa história militar, nossa história de espada, escolhemos como livro a crônica de um desertor; escolhemos o Martín Fierro, que, conquanto mereça ser escolhido como livro, nos induz a indagar por que nossa história é representada por um desertor da conquista do deserto. Contudo, é assim; é como se cada país sentisse essa necessidade.&lt;br /&gt;Acerca do livro escreveram, de modo brilhante, tantos escritores! Quero referir-me a alguns poucos. Primeiro, Montaigne, que dedica um de seus ensaios ao livro. Nesse ensaio há uma frase memorável: "Não faço nada sem alegria". Montaigne sugere que o conceito de leitura obrigatória é um conceito falso. Diz ele que, ao deparar-se com algum trecho difícil em um livro, ele o abandona; porque vê na leitura uma forma de felicidade.&lt;br /&gt;Recordo-me de que há muitos anos realizou-se uma pesquisa sobre o significado da pintura. Entrevistaram minha irmã Norah, e ela respondeu que a pintura é a arte de dar alegria com formas e cores. Eu diria que a literatura é, igualmente, uma das formas da alegria. Se lemos algo com dificuldade, o autor fracassou. Por isso, acho que um escritor como Joyce fracassou, em sua essência, porque sua obra requer esforço.&lt;br /&gt;Um livro não deve exigir esforço; a felicidade não deve exigir esforço. Penso que Montaigne tem razão. Depois ele enumera os autores de que gosta. Cita Virgílio. Diz preferir as Geórgicas à Eneida. Quanto a mim, prefiro a Eneida – mas isto não importa. Montaigne fala dos livros de modo apaixonado, mas afirma que, ainda que uma felicidade, os livros são, contudo, um prazer indolente.&lt;br /&gt;Emerson o contradiz – é outro grande trabalho que existe sobre os livros. Nessa conferência, Emerson diz que uma biblioteca é uma espécie de gabinete mágico. Nesse gabinete acham-se encantados os melhores espíritos da humanidade, mas aguardando nossa palavra para saírem de sua mudez. Temos de abrir o livro, para, então, eles despertarem. Diz que podemos contar com a companhia dos melhores homens produzidos pela humanidade, mas que não os procuramos e preferimos ler comentários, críticas, sem chegarmos ao que dizem.&lt;br /&gt;Fui professor de literatura inglesa, durante vinte anos, na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires. Sempre disse a meus alunos que tivessem pouca bibliografia, que não lessem críticas, que lessem diretamente os livros; compreenderão pouco, talvez, mas sempre usufruirão algo e estarão ouvindo a voz de alguém. Eu diria que o mais importante, em um autor, é sua entonação; o mais importante, em um livro, é a voz do autor, esta voz que chega até nós.&lt;br /&gt;Dediquei parte de minha vida às letras, e creio que uma forma de felicidade é a leitura; outra forma de felicidade – menor – é a criação poética, ou o que chamamos de criação, mistura de esquecimento e de lembrança daquilo que lemos.&lt;br /&gt;Emerson coincide com Montaigne no fato de que devemos ler unicamente o que nos agrada; que um livro tem de ser uma forma de felicidade. Devemos tanto às letras! Procurei mais reler do que ler. Creio que reler é mais importante que ler, embora para reler seja preciso haver lido. Tenho esse culto pelo livro. Posso dizê-lo de um modo que pode parecer patético, e não quero que seja patético; quero que seja como uma confidência que faço a cada um de vocês; não a todos, mas a cada um, porque "todos" é uma abstração, e "cada um" é verdadeiro.&lt;br /&gt;Continuo fingindo não ser cego; continuo comprando livros; continuo enchendo minha casa de livros. Há poucos dias fui presenteado com uma edição de 1966 da Enciclopédia Brockhaus. Senti a presença dessa obra em minha casa; eu a senti como uma espécie de felicidade. Aí estavam os vinte e tantos volumes, com uma letra gótica que não posso ler, com mapas e gravuras que não posso ver; e, no entanto, o livro estava aí. Eu sentia como que uma gravitação amistosa do livro. Penso que o livro é uma das possibilidades de felicidade que temos, nós, os homens.&lt;br /&gt;Fala-se do desaparecimento do livro. Creio que isto é impossível. Dir-se-á: que diferença pode haver entre um livro e um jornal ou um disco? A diferença é que um jornal é lido para ser esquecido; um disco é ouvido, também, para o esquecimento, é algo mecânico e, portanto, fútil. O livro é lido para ficar na memória.&lt;br /&gt;O conceito do livro sagrado, do Corão, ou da Bíblia, ou dos Vedas – em que também está dito que os Vedas criam o mundo –, pode ter passado, mas o livro ainda possui certa santidade, que devemos tentar não perder. Pegar um livro e abri-lo encerra a possibilidade do fato estético. O que são as palavras deitadas em um livro? O que são esses símbolos mortos? Nada, absolutamente. O que é um livro, se não o abrimos? É, simplesmente, um cubo de papel e couro, com folhas. Mas, se o lemos, algo inusitado acontece, creio que ele muda a cada vez.&lt;br /&gt;Heráclito disse (já repeti isto em demasia) que ninguém entra duas vezes no mesmo rio. Ninguém entra duas vezes no mesmo rio porque suas águas mudam. O mais terrível, porém, é que nós não somos menos fluidos que o rio. Cada vez que lemos um livro, o livro mudou, a conotação das palavras é outra. Ademais, os livros estão impregnados de passado.&lt;br /&gt;Falei contra a crítica, e vou desdizer-me (mas que importa o desdizer-me?). Hamlet não é exatamente o Hamlet que Shakespeare concebeu em princípios do século XVII. Hamlet é o Hamlet de Coleridge, de Goethe e de Bradley. Hamlet renasceu. O mesmo acontece com o Quixote. De igual modo, com Lugones e Martínez Estrada. Martín Fierro não é o mesmo. Os leitores foram enriquecendo o livro.&lt;br /&gt;Ao lermos um livro antigo, é como se o estivéssemos lendo ao longo de todo o tempo que transcorreu até nós desde o dia em que foi escrito. Por isso, convém manter o culto ao livro. Nele pode haver muitas erratas, podemos não estar de acordo com as opiniões do autor. Ainda assim, porém, o livro conserva algo de sagrado, algo de divino, não implicando um respeito supersticioso, mas o desejo de encontrar felicidade, de encontrar sabedoria.&lt;br /&gt;Era o que eu desejava dizer-lhes hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 de maio de 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8762486465484953602#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;1&lt;/a&gt; "O escrito fica, as palavras voam." (N. da T.)&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8762486465484953602#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;2&lt;/a&gt; "Correntes águas, puras, cristalinas, / árvores que nas águas tu contemplas, / verde prado, de fresca sombra pleno..." (Trad. de Josely Vianna Baptista.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8762486465484953602#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;3&lt;/a&gt; "E no princípio Deus criou [o Céu e a Terra]..." (N. da T.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-1825735028391902037?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/1825735028391902037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=1825735028391902037' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1825735028391902037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1825735028391902037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/07/borges-oral.html' title='Borges - Oral'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SmXl7NTQlCI/AAAAAAAAAME/m7z7sB1mqPc/s72-c/julho01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-7073845661901412716</id><published>2009-07-04T09:04:00.000-07:00</published><updated>2009-07-04T09:11:19.079-07:00</updated><title type='text'>Ultimato dolce far niente</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ultimato dolce far niente&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;instante, esse tempo de sangue&lt;br /&gt;Tomado pela captura de certo flagrante&lt;br /&gt;Ultrapassa a rapidez dos pensamentos da sanidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hora decai, mas o corpo sempre volta&lt;br /&gt;no tempo presente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;afonso h. r. alves&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-7073845661901412716?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/7073845661901412716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=7073845661901412716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7073845661901412716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7073845661901412716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/07/ultimato-dolce-far-niente.html' title='Ultimato dolce far niente'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-4873343995904195376</id><published>2009-07-04T09:02:00.000-07:00</published><updated>2009-07-04T09:03:51.765-07:00</updated><title type='text'>HORÁRIO OBRIGATÓRIO DA POESIA</title><content type='html'>HORÁRIO OBRIGATÓRIO DA POESIA&lt;br /&gt;Coletânea Audiovisual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CINE TEATRO CUIABÁ&lt;br /&gt;Domingo, 12 de Julho de 2009 as 19h.&lt;br /&gt;Entrada franca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROTEIRO E DIREÇÃO Luiz Marchetti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIDEO POEMAS&lt;br /&gt;em ordem da coletânea&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de IVENS SCAFF MORA EM MIM&lt;br /&gt;de LUCIENE CARVALHO OUTROS TEMPOS&lt;br /&gt;de AFONSO ALVES ULTIMATO DOLCE FAR NIENTE&lt;br /&gt;de MARILZA RIBEIRO PASSAGEM EM BRANCO/VERMELHO&lt;br /&gt;de SANTIAGO VILLELA MARQUES POEMA DE AMOR&lt;br /&gt;de JULIO TAVARES A FORMIGA CABEÇUDA&lt;br /&gt;de LUCINDA PERSONA RESTOS MORTAIS DO CERRADO&lt;br /&gt;de IVENS SCAFF COISAS PEQUENAS E GRANDES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA João Carlos Bertoli&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO LAMIRE CINEMA E VÍDEO&lt;br /&gt;PRODUÇÃO EXECUTIVA Luiza Romann&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELENCO&lt;br /&gt;Bia Correa&lt;br /&gt;Tatiana Horevicht&lt;br /&gt;Marília Beatriz Figueiredo Leite&lt;br /&gt;Wanda Marchetti&lt;br /&gt;Gilberto Canavarros Nasser&lt;br /&gt;Luiz Carlos Ribeiro&lt;br /&gt;Mauricio Ricardo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRILHA MUSICAL&lt;br /&gt;BANDA MACACO BONG&lt;br /&gt;BANDA MANDALA SOUL&lt;br /&gt;EBINHO CARDOSO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORES&lt;br /&gt;Leonardo Sant’Ana&lt;br /&gt;Suleiman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMERA Juliano Vas&lt;br /&gt;MAQUINISTA Paulo Kruckoske&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realização&lt;br /&gt;Luiz Marchetti&lt;br /&gt;Formado em Belas Artes: Filme e Vídeo&lt;br /&gt;Central Saint Martins, Londres, Inglaterra&lt;br /&gt;Mestrado em Design em Arte Mídia&lt;br /&gt;University of Westminster&lt;br /&gt;www.luizmarchetti.com&lt;br /&gt;(065) 8131 4145&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-4873343995904195376?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/4873343995904195376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=4873343995904195376' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/4873343995904195376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/4873343995904195376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/07/horario-obrigatorio-da-poesia.html' title='HORÁRIO OBRIGATÓRIO DA POESIA'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-1852714533847051609</id><published>2009-06-26T07:27:00.000-07:00</published><updated>2009-06-26T07:28:37.909-07:00</updated><title type='text'>recortes e simbologias</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SkTa7_S0bII/AAAAAAAAALQ/Ie1jsbzEMcI/s1600-h/ascens%C3%A3o+da+kundalini.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 260px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351642981360495746" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SkTa7_S0bII/AAAAAAAAALQ/Ie1jsbzEMcI/s400/ascens%C3%A3o+da+kundalini.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Ciclo Ariano&lt;br /&gt;Zoroastro perguntou a Ormuz, o grande Criador: Qual o primeiro homem a quem falaste? Ormuz respondeu: Ao belo Yima, aquele que estava à frente dos Corajosos. Eu lhe disse para velar sobre os mundos que me pertencem e lhe dei um gládio de ouro, uma espada para a vitória.&lt;br /&gt;E Yima avançou no caminho do sol e reuniu os homens corajosos no célebre Airyana-Vaéja, criado puro. ZEND AVESTA (Vendidad - Sadé, 2ª Fargard).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh! Agni! Fogo sagrado! Fogo purificador! Tu que dormes na lenha e sobes em chamas brilhantes sobre o altar, tu és o coração do sacrifício, o vôo ousado na prece, a centelha divina oculta em todas as coisas e a alma gloriosa do sol.&lt;br /&gt;Hino Védico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Missão de Cristo&lt;br /&gt;Eu não vim para abolir a Lei e os Profetas, mas para cumpri-los.&lt;br /&gt;(Mateus, V, 17.)&lt;br /&gt;A Luz estava no mundo, e o mundo foi feito por ela; mas o mundo não a conheceu.&lt;br /&gt;(João, 1, 10.)&lt;br /&gt;A vinda do Filho do Homem será como um relâmpago que sai do Oriente e vai até o&lt;br /&gt;Ocidente.&lt;br /&gt;(Mateus, XXIV, 27) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-1852714533847051609?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/1852714533847051609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=1852714533847051609' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1852714533847051609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/1852714533847051609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/06/recortes-e-simbologias.html' title='recortes e simbologias'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SkTa7_S0bII/AAAAAAAAALQ/Ie1jsbzEMcI/s72-c/ascens%C3%A3o+da+kundalini.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-8527156276389368207</id><published>2009-06-15T14:42:00.000-07:00</published><updated>2009-06-15T14:48:14.467-07:00</updated><title type='text'>radial</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SjbApxh9tWI/AAAAAAAAALI/ucpvkeWj3Vc/s1600-h/afonsoalvesmtv%C3%A1rzeagrande.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 318px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347673431452005730" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SjbApxh9tWI/AAAAAAAAALI/ucpvkeWj3Vc/s400/afonsoalvesmtv%C3%A1rzeagrande.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Afonso – radial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;desfocada vida cheia de imagem-retrocesso&lt;br /&gt;aquele movimento pode ser eu – no fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vermelhos, castanhos, pretos...&lt;br /&gt;Círculo solar emana – ausência de cores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinestesia entre escrever e cor. O tom da imagem encontra-se nos círculos que a envolvem. Trans-formam o olho no olho. Lembro do último refúgio da memória onde a imagem fica parada e suspensa... há cor, somente cor. Palavras constroem cada célula, palavras de cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recuo mas permaneço diante. Recuo e contínuo a captar a cor das palavras. Na instabilidade das cores não recuo mais, retoco o que posso e aceito o padrão do que ainda se mantém: fixo.&lt;br /&gt;Afonso Alves&lt;br /&gt;15 de junho de 2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-8527156276389368207?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/8527156276389368207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=8527156276389368207' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8527156276389368207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8527156276389368207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/06/radial.html' title='radial'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SjbApxh9tWI/AAAAAAAAALI/ucpvkeWj3Vc/s72-c/afonsoalvesmtv%C3%A1rzeagrande.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-8297036547571200274</id><published>2009-06-05T20:08:00.000-07:00</published><updated>2009-06-05T20:12:33.979-07:00</updated><title type='text'>Minha irmã Gabriela – 6 anos</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CVera%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="Preview" href="file:///C:%5CUsers%5CVera%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_preview.wmf"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:documentproperties&gt;   &lt;o:version&gt;12.00&lt;/o:Version&gt;  &lt;/o:DocumentProperties&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CUsers%5CVera%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CUsers%5CVera%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Regida pelo elemento ar &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nasce suavemente pela rosa cadente – anunciada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O tempo flui no início da primeira respiração – primária ária &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A estação provém no momento em que algo já está longe de mim... Nessa exata lembrança do passado recente, o ser-aí é chamado com amor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Minha irmã diz: &lt;b style=""&gt;te amo maninho&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sinto algo tão inocente que meu coração &lt;b style=""&gt;estrala-estrela-cadente&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quatro pintinhas no pescoço formam a constelação dela e minha&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ângulos simétricos com amor genético&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As primeiras palavras, os primeiros dentes, o primeiro eu ti amo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tudo presente. Tudo imenso amor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Nunca me esquecerei deste dia em que aprendi a sentir&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;a leveza e a entrega &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;espiritual plena de minha irmã.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Várzea Grande – dia 5 de junho de 2009&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Afonso H. R. Alves&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SineFpfWKAI/AAAAAAAAALA/Cxv77uZcCA0/s1600-h/gabrielavioladearaujo6aninhos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SineFpfWKAI/AAAAAAAAALA/Cxv77uZcCA0/s400/gabrielavioladearaujo6aninhos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344046621469845506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-8297036547571200274?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/8297036547571200274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=8297036547571200274' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8297036547571200274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/8297036547571200274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/06/minha-irma-gabriela-6-anos.html' title='Minha irmã Gabriela – 6 anos'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SineFpfWKAI/AAAAAAAAALA/Cxv77uZcCA0/s72-c/gabrielavioladearaujo6aninhos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-5277432405121874848</id><published>2009-06-04T07:07:00.000-07:00</published><updated>2009-06-04T07:08:35.683-07:00</updated><title type='text'>SAHLINS e Swift ---- Jaime Francisco P. Cordeiro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Texto de  Jaime Francisco P. Cordeiro&lt;br /&gt;(EDM–FEUSP)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se Montaigne, Rousseau, Raynal ou Diderot celebraram o Outro exótico por viver mais próximo à natureza do que os europeus, a “natureza” que assim celebravam era uma invenção européia. Os julgamentos permaneceram absolutos na forma e ocidentais na procedência. Em sua simplicidade, liberdade, coragem ou sexualidade, os índios poderiam estar mais capacitados para viver à altura desses valores europeus; mesmo se os europeus estivessem superando os nobres índios “em toda forma de barbaridade” (Montaigne). A despeito dessas inversões locais de ideologia foi precisamente o contraste global de civilização e barbarismo que o imperialismo colocou na agenda antropológica […]. As melhores abordagens do perspectivismo, parece, foram as paródias ficcionais de Swift (As viagens de Gulliver) e Montesquieu (Cartas persas). (SAHLINS, 2001, p.26, nota 6)&lt;br /&gt;A propósito, conviria citar um trecho de Swift para mostrar um pouco desse perspectivismo:&lt;br /&gt;Desta maneira, leitor amável, contei-te a história fiel das minhas viagens durante dezesseis anos e mais de sete meses, na qual me preocupou menos o ornamento que a verdade. Eu te poderia, talvez, como outros, haver maravilhado com estranhas e improváveis narrativas; mas preferi relatar singelamente os fatos, da maneira e com o estilo mais fáceis, porque o meu intuito principal era informar-te, e não te divertir.&lt;br /&gt;É fácil para nós viajarmos em países remotos, raro visitados por ingleses ou por outros europeus, e apresentarmos descrições de maravilhosos animais, assim no mar como na terra. Devera ser, todavia, o principal intento do viajante tornar mais sábios e melhores os homens e aprimorar-lhes o espírito pelo exemplo, bom e mau, do que dizem acerca de terras estranhas.&lt;br /&gt;Eu sinceramente desejara que se promulgasse uma lei segundo a qual todo o viajante, antes que se lhe permitisse publicar as suas viagens, fosse obrigado a jurar, diante do chanceler-mor do reino, que era absolutamente verdadeiro, em sua sincera opinião, tudo o que ele pretendia dar a lume; dessa maneira, já não seria enganado o mundo, como ordinariamente o é, ao passo que alguns escritores, para melhor aceitação do seu livro, iludem com as mais grosseiras falsidades o leitor incauto. Li diversos livros de viagem com grande satisfação em minha mocidade; mas tendo, depois disso, visitado a maior parte das regiões do globo e podido contrariar, pela minha própria observação, muitos relatos fabulosos, concebi grande aversão a esse gênero de leituras e alguma indignação ao ver tão impudentemente abusada a credulidade dos homens. Por conseguinte, visto haverem por bem julgar os meus conhecidos que os meus pobres esforços talvez não sejam desagradáveis ao meu país, impus-me a mim mesmo, como máxima de que nunca me hei de apartar, seguir rigorosamente a verdade; nem é possível, com efeito, que eu venha a sofrer a menor tentação de alongar-me dela, enquanto tiver presentes ao espírito as lições e o exemplo do meu nobre amo e dos outros ilustres Houyhnhnms, dos quais tive, durante tanto tempo, a honra de ser humilde ouvinte. (SWIFT, 1971, p.271-272)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-5277432405121874848?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/5277432405121874848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=5277432405121874848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/5277432405121874848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/5277432405121874848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/06/sahlins-e-swift-jaime-francisco-p.html' title='SAHLINS e Swift ---- Jaime Francisco P. Cordeiro'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-7741026602003126721</id><published>2009-06-04T06:52:00.001-07:00</published><updated>2009-06-04T06:58:08.944-07:00</updated><title type='text'>Quarenta Mil Anos de Arte Moderna, de J. A. MAUDUIT</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SifSmta_jnI/AAAAAAAAAK4/wYu7eYx6YAw/s1600-h/DSC02967.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343471045368057458" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SifSmta_jnI/AAAAAAAAAK4/wYu7eYx6YAw/s400/DSC02967.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SifSmWbtOTI/AAAAAAAAAKw/UYlCUh-L5RM/s1600-h/mauduit.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343471039197034802" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SifSmWbtOTI/AAAAAAAAAKw/UYlCUh-L5RM/s400/mauduit.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SifSmUvLPLI/AAAAAAAAAKo/Lwq70-0BlMY/s1600-h/40000+mil+anos+de+arte+moderna.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343471038741822642" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SifSmUvLPLI/AAAAAAAAAKo/Lwq70-0BlMY/s400/40000+mil+anos+de+arte+moderna.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um livro que segue uma linha de ficção científica... Inspirado em algumas idéias do evolucionismo... e sem parâmetros comprováveis. Gosto de algumas citações do Mauduit, porém quase todas as imagens não revelam contextos históricos, nem geográficos. Fica em posições que para mim não são sustentáveis. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;há imagens interessantes que coloco aqui...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;agora entendo o porquê do livro não ser republicado...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-7741026602003126721?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/7741026602003126721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=7741026602003126721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7741026602003126721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7741026602003126721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/06/quarenta-mil-anos-de-arte-moderna-de-j.html' title='Quarenta Mil Anos de Arte Moderna, de J. A. MAUDUIT'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SifSmta_jnI/AAAAAAAAAK4/wYu7eYx6YAw/s72-c/DSC02967.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-7832311305364875023</id><published>2009-05-25T15:36:00.000-07:00</published><updated>2009-05-25T15:41:29.330-07:00</updated><title type='text'>Tina Modotti</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Shsd2N0XxEI/AAAAAAAAAKQ/_RYhj6fJ-7o/s1600-h/tinamodottimi3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 358px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Shsd2N0XxEI/AAAAAAAAAKQ/_RYhj6fJ-7o/s400/tinamodottimi3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339894600437318722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Grandes fotógrafos que estou conhecendo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tina Modotti&lt;/b&gt;, nome pelo qual ficou conhecida &lt;b&gt;Assunta Adelaide Luigia Modotti Mondini&lt;/b&gt;, (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Udine" title="Udine"&gt;Udine&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/17_de_agosto" title="17 de agosto"&gt;17 de agosto&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1896" title="1896"&gt;1896&lt;/a&gt; — &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_do_M%C3%A9xico" title="Cidade do México"&gt;Cidade do México&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/5_de_janeiro" title="5 de janeiro"&gt;5 de janeiro&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1942" title="1942"&gt;1942&lt;/a&gt;) foi uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia" title="Fotografia"&gt;fotógrafa&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/It%C3%A1lia" title="Itália"&gt;italiana&lt;/a&gt; e grande personalidade nos cenários artístico e político das &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1920" title="Década de 1920"&gt;décadas de 20&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1930" title="Década de 1930"&gt;30&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um cheiro cais&lt;br /&gt;olhos de campo&lt;br /&gt;compõem os aissss&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;afonso alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-7832311305364875023?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/7832311305364875023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=7832311305364875023' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7832311305364875023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7832311305364875023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/05/tina-modotti.html' title='Tina Modotti'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/Shsd2N0XxEI/AAAAAAAAAKQ/_RYhj6fJ-7o/s72-c/tinamodottimi3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-4946544456484918415</id><published>2009-05-17T14:32:00.000-07:00</published><updated>2009-05-17T14:37:29.124-07:00</updated><title type='text'>The Barque</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/ShCDZD__1xI/AAAAAAAAAKI/9ZYndYVCSls/s1600-h/CRI_88252.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 334px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336910025027737362" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/ShCDZD__1xI/AAAAAAAAAKI/9ZYndYVCSls/s400/CRI_88252.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;The Barque&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.moma.org/collection/artist.php?artist_id=4840"&gt;Odilon Redon&lt;/a&gt; (French, 1840-1916)&lt;br /&gt;(c. 1902). Pastel and charcoal on paper, 24 x 20" (61 x 50.8 cm). Gift of The Ian Woodner Family Collection &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-4946544456484918415?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/4946544456484918415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=4946544456484918415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/4946544456484918415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/4946544456484918415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/05/barque.html' title='The Barque'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/ShCDZD__1xI/AAAAAAAAAKI/9ZYndYVCSls/s72-c/CRI_88252.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-7143767590108711371</id><published>2009-05-17T14:09:00.000-07:00</published><updated>2009-05-17T14:16:12.457-07:00</updated><title type='text'>Bernhard Blume - Demonstrative Identification with the Universe = Magic Subjectivism</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/ShB9gcpc3eI/AAAAAAAAAKA/yahHNcvJjFU/s1600-h/Bernhard+Blume+-+Demonstrative+Identification+with+the+Universe+%3D+Magic+Subjectivism.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 333px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336903554833374690" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/ShB9gcpc3eI/AAAAAAAAAKA/yahHNcvJjFU/s400/Bernhard+Blume+-+Demonstrative+Identification+with+the+Universe+%3D+Magic+Subjectivism.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Um presente do MOMA de New York para os fotógrafos da contemporaneidade.&lt;br /&gt;A óstia como ponto central da concentração se confunde com o terceiro olho. A outra mão assiste de tocaia o gesto protagonista. Porém no todo é necessário que haja um próximo movimento para que a cena tenha um desejo de acontecimento.&lt;br /&gt;Afonso Alves&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-7143767590108711371?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/7143767590108711371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=7143767590108711371' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7143767590108711371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7143767590108711371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/05/bernhard-blume-demonstrative.html' title='Bernhard Blume - Demonstrative Identification with the Universe = Magic Subjectivism'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/ShB9gcpc3eI/AAAAAAAAAKA/yahHNcvJjFU/s72-c/Bernhard+Blume+-+Demonstrative+Identification+with+the+Universe+%3D+Magic+Subjectivism.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-6292927926754527315</id><published>2009-05-17T13:37:00.000-07:00</published><updated>2009-05-17T13:40:19.883-07:00</updated><title type='text'>Que símbolo é?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/ShB2FKK-e4I/AAAAAAAAAJ4/llYpcVE92gA/s1600-h/amor.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 353px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336895389435853698" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/ShB2FKK-e4I/AAAAAAAAAJ4/llYpcVE92gA/s400/amor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-6292927926754527315?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/6292927926754527315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=6292927926754527315' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6292927926754527315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6292927926754527315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/05/que-simbolo-e.html' title='Que símbolo é?'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/ShB2FKK-e4I/AAAAAAAAAJ4/llYpcVE92gA/s72-c/amor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-5318807033271742154</id><published>2009-05-14T06:52:00.000-07:00</published><updated>2009-05-14T06:55:07.996-07:00</updated><title type='text'>A MÍSTICA FILOSÓFICA DOS NÚMEROS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A MÍSTICA FILOSÓFICA DOS NÚMEROS&lt;br /&gt;De&lt;br /&gt;Louis Claude de Saint-Martin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentando a respeito da velha máxima de que a metafísica é a matemática de Deus, a matemática a metafísica da Natureza e a geometria transcendental, ou elevada a metafísica da matemática, ele concluiu que a linha reta é o princípio e o fim de toda a geometria; e que apesar da teoria das curvas, das figuras que elas abarcam e de suas propriedades, constituem o que é chamado de geometria avançada. A verdadeira geometria transcendental, disse Saint-Martin, é a das linhas retas: "pois esta originou a geometria das linhas curvas, sendo mais central, mais inacessível ao nosso conhecimento, pois opera dentro do círculo, ou por trás do invólucro das coisas, enquanto que a geometria das curvas opera apenas na superfície, sendo portanto sua circunferência e perímetro" (O Espírito das Coisas).&lt;br /&gt;A aplicação da Matemática à Física é a tentativa de extendê-las ao domínio da Medicina, o cálculo das probabilidades e a investigação da lei das ocorrências levou Saint-Martin à hipótese de uma Matemática e Aritmética universais, que seguisse todas as leis e atuações dos seres; mas ele acrescentava que, para alcançá-la deveríamos ser capazes de contar o valor integral das coisas, ao invés de calcular apenas as suas dimensões e propriedades externas. "O matemático não possui, na&lt;br /&gt;verdade, os princípios fundamentais da Matemática e do Cálculo" (O Espírito das Coisas). Ele observa leis externas inscritas nas superfícies dos corpos, nos efeitos ostensivos da mobilidade, no progresso externo da numeração; ele agrupou todas estas informações, que apesar de verdadeiras, são apenas resultados e erigiu estes resultados como princípios. Eles são princípios, mas de um tipo secundário, se comparados às leis fundamentais e ativas das coisas. Ao tentar penetrar no Santuário da Natureza munido apenas de princípios secundários, o homem conquistou seu objetivo de maneira imperfeita, porque seus meios foram inferiores e insuficientes. "Ele tem as chaves da superfície e pode chegar aos tesouros da superfície, mas não tem as chaves ativas e centrais e estes tesouros estão proibidos aos homens" (O Espírito das Coisas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A FILOSOFIA DOS NÚMEROS&lt;br /&gt;Os paradoxos matemáticos propostos por Saint-Martin podem ser vistos, quase que&lt;br /&gt;incontestavelmente, como sutilezas desenvolvidas por ele da doutrina oculta dos&lt;br /&gt;números recebidas por ele na época de sua iniciação. A própria doutrina devia ser&lt;br /&gt;ela mesma simples o bastante e sem qualquer objeção ou crítica à Matemática. Ela&lt;br /&gt;estava limitada a relacionar certas idéias místicas aos números e a esse respeito, ela&lt;br /&gt;é de interesse elevado para o estudante de ocultismo, porque o seu misticismo&lt;br /&gt;numérico é um tanto quanto contrário ao de qualquer outra escola conhecida,&lt;br /&gt;especialmente ao tratar o quinário como um número maléfico, depois de tudo que&lt;br /&gt;já escutamos em ocultismo, a respeito das maravilhosas revelações do pentagrama.&lt;br /&gt;Alguém pode ponderar a respeito das idéias de Saint-Martin a respeito dos&lt;br /&gt;números e se perguntar se elas foram inteiramente concebidas por ele, ou não.&lt;br /&gt;Parece-nos que a doutrina numérica de Saint-Martin são apenas fragmentos&lt;br /&gt;retirados de um edifício de conhecimento ocultista. Também é necessário&lt;br /&gt;acrescentar que ele não exagerou a respeito da importância da ciência que ele&lt;br /&gt;adquiriu, desta forma. Ele afirma que: "desde o seu ingresso na primeira escola,&lt;br /&gt;ele nunca havia pensado que os números forneciam mais do que a substância&lt;br /&gt;corriqueira da matéria em si mesma" (Correspondência Teosófica, carta&lt;br /&gt;LXXIV). Entendemos por isso que os números são um método de classificação que&lt;br /&gt;pode ser convencional, ou que são símbolos estabelecidos que não devem ser&lt;br /&gt;entendidos literalmente; desta forma quando ouvimos o número da matéria, o&lt;br /&gt;número do homem e assim por diante, devemos depreender um caráter oculto&lt;br /&gt;essencial, ou "virtude", mais ou menos arbitrariamente atribuída para fazer&lt;br /&gt;analogias rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S.C.A.&lt;br /&gt;SOCIEDADE DAS CIÊNCIAS ANTIGAS&lt;br /&gt;Compilado Por: Jeronimo José Ferreira de Lucena&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-5318807033271742154?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/5318807033271742154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=5318807033271742154' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/5318807033271742154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/5318807033271742154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/05/mistica-filosofica-dos-numeros.html' title='A MÍSTICA FILOSÓFICA DOS NÚMEROS'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-7740172018316247524</id><published>2009-05-12T19:54:00.000-07:00</published><updated>2009-05-26T07:16:19.930-07:00</updated><title type='text'>GLOSSÁRIO DE TERMOS MUSEOLÓGICOS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ação cultural e educativa – procedimentos que promovem a educação nos museus, voltados para a reflexão crítica e transformação da realidade social, tendo como referência o acervo e permitindo ao homem apreender, em sentido amplo, o bem cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem cultural – em sentido amplo, entende-se por bem cultural todo testemunho do homem e seu meio, independente de antiguidade, valor econômico ou estético.&lt;br /&gt;Bem material – são aqueles de natureza palpável, concreta, tangíveis (construções, sítios arqueológicos, objetos, etc.).&lt;br /&gt;Bem imaterial – são aqueles de natureza intangível. São as tradições, as técnicas, o “saber fazer” (uma receita de bolo, uma cantiga de roda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COFEM – Conselho Federal de Museologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conservação – conjunto de medidas que visam conter/retardar as deteriorações de um objeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COREM – Conselho Regional de Museologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEMU – Departamento de Museus e Centros Culturais do IPHAN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exposição – exibição pública de objetos com o objetivo de comunicar um conceito ou interpretação da realidade. As exposições museológicas, necessariamente, possuem caráter didático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ICOM – Conselho Internacional de Museus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Museologia – disciplina social aplicada que tem como objeto de estudo o Patrimônio Cultural em suas diversas manifestações: material, imaterial, tangível ou intangível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Museu – instituição que serve de laboratório para se trabalhar o Patrimônio Cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrimônio Cultural – tudo aquilo que resulta da relação do homem com o meio em que vive e mais os elementos da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preservação – medidas necessárias para proteger um bem cultural do risco de perda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plano Museológico – documento que estabelece as diretrizes do museu, bem como sua filosofia, permitindo toda sua estruturação técnica e administrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Processo Museológico (Sistema) – conjunto de ações que correspondem ao tripé de sustentabilidade do campo de atuação museológico: PRESERVAÇÃO, PESQUISA E COMUNICAÇÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reserva técnica – espaço físico destinado ao armazenamento do acervo do museu que não está exposto. A reserva técnica não é um depósito, e necessita de segurança e condições ambientais adequadas para a guarda dos bens culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO COMPLEMENTAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acervo – bens culturais de natureza material ou imaterial, que compõem o campo documental de determinado museu, ou seja, é o conjunto de objetos (documentos) que corresponde ao interesse de preservação, pesquisa e comunicação de um museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação – agrupar de acordo a características comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comissão de Acervo – grupo estabelecido para tomar decisões acerca da aquisição ou descarte dos objetos do museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Documento – todo e qualquer suporte e registro da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Documentação em museus – é o registro e a sistematização de toda informação referente ao acervo do museu, permitindo o acesso rápido e fácil, promovendo também o controle e a segurança dos objetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fichas Catalográficas (fichas de controle) – fichas com informações extensivas sobre cada objeto da coleção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantamento de acervo – arrolamento das peças do acervo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro de Inventário (Registro) – instrumento de natureza coletiva que permite a posse legal do acervo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro Diário – livro ou caderno de anotações referentes ao cotidiano do museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcação dos objetos – procedimento de inserção do número de registro nas peças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº de Registro (NR) – número do objeto no sistema documental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Política de Aquisição – diretrizes para aquisição e descarte das peças no museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;BARRETO, A. de A. A questão da informação. São Paulo em Perspectiva, vol.8, n.4, p.3-8, 1994.&lt;br /&gt;BARRETO, Aldo de Albuquerque. Mudança estrutural no fluxo de informação e do conhecimento : a comunicação eletrônica. Ciência da Informação, v.27, n.2, p.122-127, maio/ago. 1998.&lt;br /&gt;BARRETO, A. Os Agregados de informação - Memórias, esquecimento e estoques de informação. DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação - v.1 n.3 jun/00.&lt;br /&gt;BITTENCOURT, José Neves. Sobre uma política de aquisição para o futuro. In: Cadernos Museológicos n.3, Secretaria de Cultura – IBPC, out., 1990. pag. 29-37.&lt;br /&gt;CADERNO de diretrizes museológicas I. 2ª. Ed. Brasília: Ministério da Cultura / IPHAN / DEMU; Belo Horizonte: Secretaria de Estado da Cultura / Superintendência de Museus. 2006.&lt;br /&gt;CAMARGO-MORO, Fernanda. Museu: Aquisição – Documentação. Rio de Janeiro: Livraria Eça. 1986.&lt;br /&gt;CERÁVOLO, Suely; TÁLAMO, M.F.G.M. Tratamento e organização de informações documentárias em museus. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia. São Paulo: 10: 241-253.&lt;br /&gt;CERÁVOLO, Suely; TÁLAMO, M.F.G.M. Os museus e a representação do conhecimento: uma retrospectiva sobre a documentação em museus e o processamento da informação. Disponível em: &lt;a href="http://www.enancib.ppgci.ufba.br/"&gt;http://www.enancib.ppgci.ufba.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;FERREZ, Helena Dood; BIANCHINI, Maria Helena S. Thesaurus para acervos museológicos. Rio de Janeiro: Fundação Nacional Pró-Memória. Coordenadoria Geral de Acervos Museológicos. 1º. Vol. 1987.&lt;br /&gt;ICOM (International Council of Museums). Código de Ética para Museus. Comitê Brasileiro do ICOM – Gestão 2003-2006 (trad.). Porto Alegre: 2006.&lt;br /&gt;LARA, M. L. G. de; TÁLAMO, M. F. G. M. Informação, informatividade e linguística documentária: paralelos com as reflexões de Hjordan e Capurro. Disponível em: http://www.enancib.ppgci.ufba.br/&lt;br /&gt;MANUAL de orientação museológica e museográfica. São Paulo: Governo do Estado de São Paulo / Secretaria de Estado da Cultura / Departamento de Museus e Arquivos / Sistema de Museus do Estado de São Paulo. 2º ed. 1987.&lt;br /&gt;NASCIMENTO, Rosana A. O Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal da Bahia. In: Seminários de capacitação museológica. Anais. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2004. pag. 267-270.&lt;br /&gt;OTLET, Paul. El Tratado de Documentación. Ed. Mundaneum Palais Mondial, 1934. Trad. Maria Dolores Ayuso García.&lt;br /&gt;SMIT, Johanna. O que é documentação. Col. Primeiros Passos (174). São Paulo: Brasiliense, 1987.&lt;br /&gt;SMIT, Johanna W. Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia – O que agrega estas atividades profissionais e o que as separa? Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, Nova Série, v. 1, n. 2, p. 27-36, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIGRAFIA COMPLEMENTAR&lt;br /&gt;COELHO, Teixeira. O que é Ação Cultural. Col. Primeiros Passos, n.216. São Paulo: Brasiliense, 1989.&lt;br /&gt;EDUSP. Série Museologia: roteiros práticos. 2003.&lt;br /&gt;HORTA, Mª. De Lourdes Parreiras. A gestão dos museus e do patrimônio cultural. Revista Ciências &amp;amp; Letras. Porto Alegre, n.31, pp.33-52, jan./jun. 2002.&lt;br /&gt;IPHAN/DEMU. MUSAS – Revista Brasileira de Museus e Museologia. Vol. 1. n.º1. Rio de Janeiro, 2004.&lt;br /&gt;IPHAN/DEMU. MUSAS – Revista Brasileira de Museus e Museologia. Vol. 1. n.º02. Rio de Janeiro, 2006.&lt;br /&gt;MINISTÉRIO DA CULTURA/IPHAN. Política Nacional de Museus. Brasília, 2003.&lt;br /&gt;Os museus no mundo. Rio de Janeiro: Salvat Editora do Brasil. S. A., 1979.&lt;br /&gt;SANTOS, Mª. Célia T. Moura. Repensando a ação cultural e educativa dos museus. 2. ed. e ampl. Salvador: Centro Editorial e Didático da UFBA, 1993. 136p.&lt;br /&gt;SUANO, Marlene. O que é Museu. Col. Primeiros Passos (182). São Paulo: Brasiliense, 1986.&lt;br /&gt;SITES consultados:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.museus.gov.br/"&gt;http://www.museus.gov.br/&lt;/a&gt; – Sistema Brasileiro de Museus.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cofem.org.br/"&gt;http://www.cofem.org.br/&lt;/a&gt; – Conselho Federal de Museologia.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.revistamuseu.com.br/"&gt;http://www.revistamuseu.com.br/&lt;/a&gt; – Revista Museu.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.usp.br/cpc/v1/imagem/download_arquivo/roteiro4.pdf"&gt;http://www.usp.br/cpc/v1/imagem/download_arquivo/roteiro4.pdf&lt;/a&gt; - Museologia Roteiros Práticos – Segurança de Museus.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.usp.br/cpc/v1/imagem/download_arquivo/roteiro1.pdf"&gt;http://www.usp.br/cpc/v1/imagem/download_arquivo/roteiro1.pdf&lt;/a&gt; - Museologia Roteiros Práticos – Plano Diretor.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cultura.gov.br/apoio_a_projetos/lei_rouanet/index.html"&gt;http://www.cultura.gov.br/apoio_a_projetos/lei_rouanet/index.html&lt;/a&gt; - Site do Ministério da Cultura.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ufpa.br/museufpa/documentos/associacao_estatuto.doc"&gt;http://www.ufpa.br/museufpa/documentos/associacao_estatuto.doc&lt;/a&gt; - Estatuto da Associação de Amigos do Museu da Universidade Federal do Pará.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mestrado-museologia.net/textos_rosana.htm"&gt;http://www.mestrado-museologia.net/textos_rosana.htm&lt;/a&gt; – Textos/apontamentos Profa. Rosana Nascimento&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:demu@iphan.gov.br"&gt;demu@iphan.gov.br&lt;/a&gt; – E-mail do Departamento de Museus do IPHAN (escrever e solicitar Boletim Eletrônico Informativo).&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8762486465484953602#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Texto extraído em parte, ou adaptado, do CADERNO DE DIRETRIZES MUSEOLÓGICAS I, da Superintendência de Museus - Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais. 2006; do livro Museu: Aquisição-Documentação de Fernanda Camargo-Moro(1986); e de um esboço de glossário para o questionário do Projeto Perfil dos Museus do Estado da Bahia (Projeto-Bahia, PNM, Eixo 3).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Glossário&lt;br /&gt;Termos usados freqüentemente no âmbito dos Museus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;acervo – conjunto de objetos e/ou espécimes que constituem  a coleção ou coleções, de um museu ou de uma instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aquisição – ato de adquirir acervo para o museu ou instituição similar, qualquer que seja sua forma ou procedimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;baixa – cancelamento de forma permanente de objeto ou espécime de uma coleção por deterioração, perda ou venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bem cultural – objeto testemunha da cultura do homem, pertencentes ao seu patrimônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bem imóvel – monumento fixo, oriundo da natureza ou construção realizada pelo homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bem móvel – objeto ou monumento que pode ser deslocado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;catálogo – publicação contendo listagem e descrição dos objetos que fazem parte de uma exposição ou de uma reserva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;coleção – conjunto de objetos da mesma natureza ou que têm qualquer relação entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;coleta – recolhimento de objetos ou espécimes com finalidade de estudo e preservação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;conservar – resguardar de dano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;créditos – citações de nomes de indivíduos e/ou instituições patrocinadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;descarte – ver baixa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;documento – suporte de informações para entendermos a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;documentar – organizar as informações relacionadas a um assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;etiqueta -  tipo de identificação de um objeto que estabelece sua relação com sua natureza, conteúdo, propriedade, proveniência, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;exposição – exibição pública, pode ser de longa duração ou temporária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;exposição itinerante – exibição destinada a percorrer diversos locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;guardar – vigiar com o fim de defender, proteger e preservar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;informática – ciência que estuda o tratamento automático e racional da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;informação – conjunto organizado e estruturado de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;inventário -  levantamento completo dos bens relativos a uma instituição ou pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Internet – rede global de bases de dados e de serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;legado – acervo deixado por testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;marketing – maneira de promover.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;missão – declaração objetiva, breve sobre a razão da existência do museu, sustenta todas as políticas e ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mostra – ver exposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;multimídia – sistema de comunicação que usa meios de comunicação diversos, de forma simultânea com ajuda da tecnologia informática ou eletrônica, para chamar a atenção de vários sentidos ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;museologia – disciplina pré-posta à pesquisa científica, metodologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;museografia – concepção do espaço, é a museologia aplicada, no sentido de criar condições para o espaço museal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;número de registro -  numeração para identificação, dada a um objeto na ocasião de sua entrada para a coleção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;permuta - aquisição do acervo através de troca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pesquisar - buscar com diligência, inquirir, investigar e estudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pesquisa de mercado - levantamento e análise referentes a um dado produto em relação ao público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;preservar - salvaguardar, proteger, manter livre de perigo ou de qualquer tipo de dano ou destruição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;projeto de exposição – documento que argumenta os objetivos que o museu deseja atingir com determinado tema, ou assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;projeto técnico – planos, desenhos, e especificações com vista à obra de Engenharia, Arquitetura e Museografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;registro – processo de identificação e numeração de cada um dos objetos de uma coleção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;reserva técnica – local de guarda do acervo não exposto, para manutenção, pesquisa, restauro, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;usuário – cada um daqueles que usa ou desfruta alguma coisa coletiva, ligada a um serviço público ou particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vigilante – funcionário com a responsabilidade da segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;voluntário – colaborador não remunerado, sua compensação está no reconhecimento que obtém pela atividade desenvolvida no museu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENDEREÇOS DE INSTITUIÇÕES DE REFERÊNCIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEMU – BRASÍLIA&lt;br /&gt;SBN Quadra 02 - Edifício Central  Brasília 2° andar&lt;br /&gt;70904-040 Brasília - DF&lt;br /&gt;Fone/Fax: (61) 3414 6213&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ICOM – BRASIL&lt;br /&gt;Avenida Independência, 867&lt;br /&gt;90035-076 Porto Alegre  RS&lt;br /&gt;Fone/Fax: (51) 3311 7722&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COFEM&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cofem.libnet.com.br/"&gt;www.cofem.libnet.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Museologia&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:abm@museologia.org.br"&gt;abm@museologia.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:informeabm@museologia.org.br"&gt;informeabm@museologia.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federação de Amigos de Museus do Brasil – FAMB&lt;br /&gt;Rua Professor Azevedo Amaral, 70 &lt;br /&gt;011409-030 São Paulo SP&lt;br /&gt;Fone:(11) 3088 2977   FAX:(11) 3064 6025&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:fambr@uol.com.br"&gt;fambr@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-7740172018316247524?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/7740172018316247524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=7740172018316247524' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7740172018316247524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7740172018316247524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/05/glossario-de-termos-museologicos.html' title='GLOSSÁRIO DE TERMOS MUSEOLÓGICOS'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-7188595124268048814</id><published>2009-05-11T18:58:00.000-07:00</published><updated>2009-05-11T19:00:17.500-07:00</updated><title type='text'>1. Museologia 2. Museus – Administração 3. Museus – Planejamento</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SgjYEoNmRRI/AAAAAAAAAJw/gHR6L2KeWBA/s1600-h/oprocessodeplanejamento.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 325px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334751332645881106" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SgjYEoNmRRI/AAAAAAAAAJw/gHR6L2KeWBA/s400/oprocessodeplanejamento.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Davies, Stuart&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plano Diretor&lt;/strong&gt; / Stuart Davies; tradução de Maria Luiza&lt;br /&gt;Pacheco Fernandes. – São Paulo: Editora da Universidade de São&lt;br /&gt;Paulo; Fundação Vitae, 2001. – (Série Museologia, 1)&lt;br /&gt;Título original: Producing a Forward Plan&lt;br /&gt;Bibliografia.&lt;br /&gt;ISBN 85-314-0645-5&lt;br /&gt;1. Museologia 2. Museus – Administração 3. Museus – Planejamento&lt;br /&gt;I. Título. II. Série.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-7188595124268048814?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/7188595124268048814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=7188595124268048814' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7188595124268048814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/7188595124268048814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/05/1-museologia-2-museus-administracao-3.html' title='1. Museologia 2. Museus – Administração 3. Museus – Planejamento'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_T1BN5uMnv4U/SgjYEoNmRRI/AAAAAAAAAJw/gHR6L2KeWBA/s72-c/oprocessodeplanejamento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-3513632895588651110</id><published>2009-05-05T15:20:00.000-07:00</published><updated>2009-05-05T15:22:12.178-07:00</updated><title type='text'>Nas águas do corte serrado</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Nas águas do corte serrado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Partimos antes de um agorinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela sala você pode esperar a sede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Espera!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- entra em tua câmara interna e, fechando a porta, ora em segredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O homem não pode nem propiciar, nem comandar o rio, imprime nele suas presas incólumes. Sente quando está sozinho uma presença que consome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Uma sombra sinuosa que quer mostrar outros caminhos. É tão fina, tão leve. Nada sei da sua presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma intenção...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem cessar, o corpo sente aqueles tremores de sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- nada havia a dizer, como nada havia a temer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica-se cego bem no instante em que se vê a própria face.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várzea Grande – MT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom clima no anoitecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-3513632895588651110?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/3513632895588651110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=3513632895588651110' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/3513632895588651110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/3513632895588651110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/05/nas-aguas-do-corte-serrado.html' title='Nas águas do corte serrado'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-6370509336813091244</id><published>2009-04-27T13:43:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T13:53:19.988-07:00</updated><title type='text'>curadoria e valor cultural por Teixeira Coelho</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link style="color: rgb(255, 255, 255);" rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CVera%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link style="color: rgb(255, 255, 255);" rel="Preview" href="file:///C:%5CUsers%5CVera%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_preview.wmf"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:documentproperties&gt;   &lt;o:version&gt;12.00&lt;/o:Version&gt;  &lt;/o:DocumentProperties&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;link style="color: rgb(255, 255, 255);" rel="themeData" href="file:///C:%5CUsers%5CVera%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link style="color: rgb(255, 255, 255);" rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CUsers%5CVera%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt;    &lt;w:dontvertaligncellwithsp/&gt;    &lt;w:dontbreakconstrainedforcedtables/&gt;    &lt;w:dontvertalignintxbx/&gt;    &lt;w:word11kerningpairs/&gt;    &lt;w:cachedcolbalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathpr&gt;    &lt;m:mathfont val="Cambria Math"&gt;    &lt;m:brkbin val="before"&gt;    &lt;m:brkbinsub val="&amp;#45;-"&gt;    &lt;m:smallfrac val="off"&gt;    &lt;m:dispdef/&gt;    &lt;m:lmargin val="0"&gt;    &lt;m:rmargin val="0"&gt;    &lt;m:defjc val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent val="1440"&gt;    &lt;m:intlim val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim val="undOvr"&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" defunhidewhenused="true" defsemihidden="true" defqformat="false" defpriority="99" latentstylecount="267"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="0" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Normal"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="heading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="9" qformat="true" name="heading 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 7"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 8"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" name="toc 9"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="35" qformat="true" name="caption"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="10" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" name="Default Paragraph Font"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="11" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtitle"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="22" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Strong"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="20" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="59" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Table Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Placeholder Text"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="1" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="No Spacing"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:45.1pt 59.55pt 70.9pt 2.0cm; 	mso-header-margin:35.45pt; 	mso-footer-margin:35.45pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-language:EN-US;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;b&gt;Curadoria &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Sumário: A transformação de um conceito; tendências atuais; curadoria e função da crítica; a curadoria pós-moderna. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Termo relacionado: Interpretação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Originalmente, designava o processo de organização e montagem da exposição pública de um conjunto de obras de um artista ou conjunto de artistas. Cabia ao curador tratar de todos os detalhes necessários a operação: seleção de obras, preparação do catálogo, projeto físico da exposição, supervisão da montagem e desmontagem, documentação- enfim, cuidar da administração da mostra em seus diferentes aspectos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Uma alteração sensível na função do curador ocorreu a partir do momento em que lhe foi concedida ou reconhecida a tarefa de determinar o tema inspirador de uma exposição - um grande salão ou exposição de caráter nacional ou internacional, como as bienais - e de selecionar artistas e obras segundo essa escolha. Assim, o filósofo francês Jean-François Lyotard foi o responsável pela organização no Beaubourg, em Paris, no final da década de 80, de uma exposição intitulada Les immateriaux (Os imateriais), cuja proposta era exemplificar e discutir aspectos da pós-modernidade segundo a concepção do pensador, autor de obras sobre o tema. Em casos como este, as obras e os artistas transformam-se em instrumentos para demonstração da tese defendida. Se antes artistas e obras eram o ponto de chegada da exposição, sob este novo entendimento de curadoria artistas e obras são pontos de partida. Esta transformação acompanha a tendência recente, pós-moderna, de valorizar o crítico e o historiador da arte e de colocá-los em pé de igualdade com o artista - e não raramente, em posição superior. Críticos, historiadores, filósofos, etc. não são mais apenas responsáveis eventuais pelo aparecimento (ou descoberta) de artistas isolados: criam movimentos inteiros e dão rumos à produção artística. Este cenário parece confirmar as teses de Hegel sobre o fim da arte e sua substituição pela estética ou teoria sobre a arte, que se torna assim autônoma em relação a seu anterior objeto, por ela ultrapassado em extensão e profundidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Esta tendência acompanha também um movimento de ficcionalização da História, inclusive da história da arte. Não mais prevalece a idéia de causalidade necessária (geralmente de natureza cronológica) entre dois fenômenos, substituída pela proposta segundo a qual o panorama dos fatos humanos pode ser recortado e interpretado a partir de múltiplos pontos de entrada, independentes uns em relação aos outros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;No limite, é como se neste sentido atual o termo curador se aproximasse da definição jurídica que tradicionalmente lhe é reservada: aquele que, por incumbência legal ou jurídica (no caso, cultural) tem a função de zelar pelos bens e interesses dos que por si não o possam fazer, como os órfãos, loucos, tóxicodependentes, estróinas, etc. Os artistas surgem, assim, como aqueles que não, sabem ou não explicitam as tendências em que se encaixam, suas hipóteses de trabalho, suas propostas: não têm controle sobre sua obra, são relativamente incapazes de geri-Ia...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;b&gt;Valor cultural &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Sumário: Valor cultural nas concepções fundamentalista e relativista; luta cultural e batalha simbólica; comunicação versus compreensão; valor nuclear da cultura; relativismo cultural e relativismo comum: pessimismo na análise, otimismo na ação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Termos relacionados: Cultura, imaginário, efeito de mundo, globalização. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Em sentido estrito, o valor cultural é o responsável, em política cultural, pelas decisões sobre o que incentivar, em termos de produção e uso ou consumo, o que difundir e o que preservar. Sob esse aspecto, o patrimonialismo é um valor tanto quanto o criacionismo (v. política cultural e arte-ação). Em sentido amplo, valores culturais são todos aqueles que orientam um indivíduo, grupo ou coletividade, conformando suas visões de mundo e manifestando-se em todas suas representações: a igualdade de todos perante a lei ou a discriminação, o respeito ou a violência, a dignidade da mulher ou o machismo, etc. As fontes de valor cultural têm as mais diversas localizações: um modo cultural em particular (cultura popular, cultura erudita, cultura nacional-popular, cultura oficial), uma classe social ou profissional, um segmento religioso, um ideal político, uma luta histórica contra inimigo externo ou entre grupos internos, etc. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Os valores culturais são passíveis 1 de duas abordagens distintas: a fundamentalista, para a qual existem apenas alguns valores a considerar como guias da produção cultural, evidentes por si só e inquestionáveis (sejam os valores de uma classe social, crença religiosa, etc.), e a relativista, que entende terem, as culturas, diferentes percepções responsáveis por diferentes visões de mundo, não sendo possível defender a ascendência de umas sobre as outras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Fundamentalistas e relativistas, com suas diferenças de opinião, parecem concordar porém em dois pontos: 1) cultura significa uma luta contra o caos; e 2) cultura significa luta contra outras culturas... Este segundo ponto deriva do entendimento de que os valores de predileção de uma cultura só podem ser afirmados mediante a derrota de outros valores e não por um processo de diálogo com eles (v. globalização). Isto implica a impossibilidade de compreensão &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;verdadeira entre culturas diferentes no que diz respeito a seus núcleos de valores essenciais. Essa impossibilidade não elimina as tentativas de contato entre culturas diferentes (tentativas de comunicação entre culturas, entendida, se não como o oposto da compreensão, pelo menos como versão eufêmica desta), mas está na base das "falhas de comunicação" inevitáveis e, acaso, insuperáveis. Esta é uma posição que fundamentalistas e relativistas reivindicam como realista em contraste com o voluntarismo típico de toda política cultural, que consiste em acreditar ser possível estabelecer pontes entre culturas diferentes. Esta divergência entre voluntaristas (que dificilmente se reconhecem como tais) realistas recobre uma outra: a possibilidade de travarem-se batalhas simbólicas das quais resulte a imposição concreta de um valor sobre outro. Para alguns autores, é inútil tentar combater um símbolo com outro (opor a foice e o martelo à suástica) quando se quer derrotar um conjunto de valores: para consegui-lo, seria necessário atuar num nível de concretude indiscutível, que incluem medidas econômicas, esforços diplomáticos e, no limite, a guerra. Para esta concepção, símbolos geram apenas efeitos de discurso, quando o necessário é provocar efeitos de mundo. Outros acreditam que os símbolos, quando componentes do imaginário e, portanto, vinculados à dimensão simultaneamente arquetipal e ideográfica (ou perene e contextual) são capazes de sustentar com sucesso um choque do qual resulte a afirmação de determinados valores sobre outros (costuma-se lembrar, a respeito, que a atual, e ainda não definitiva, vitória do capitalismo sobre o comunismo de Estado começou várias décadas atrás quando o capitalismo foi capaz de impor seus símbolos, extraídos do American Way of Life, ao imaginário comunista; e discute-se ainda hoje se a tentativa de criação do "homem novo" na ex-URSS fracassou porque se pretendeu então travar apenas uma batalha simbólica contra o "homem velho"). Acredite-se ou não na eficácia da luta simbólica, o fato é que no Brasil há décadas inexiste qualquer conflito simbólico uma vez que a totalidade, ou quase, das mensagens simbólicas em circulação (filmes, estrangeiros ou nacionais; publicidade televisiva; jornais, etc.) opta por um único valor em suas variadas manifestações: o do desmanche (v. modos culturais pós-modernos). Enquanto isso, em outros países, como EUA e França, não há nenhuma hesitação, à direita como à esquerda, em não apenas incentivar a manifestação de todos os valores como, especificamente, de impulsionar os valores que combatam o desmanche cultural. Assim, por exemplo, em escolas de periferias violentas é possível ler-se cartazes que dizem: Respeito: você aprende, você conquista. E a luta simbólica em ação, como o mínimo que se pode tentar. No Brasil, iniciativa semelhante provavelmente seria considerada "careta", o que diz muito sobre o grau de desmanche aqui alcançado... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Um terceiro ponto comum parece unir fundamentalistas e relativistas: aquele segundo o qual a própria idéia de cultura implica um valor primeiro e específico, inerente à cultura enquanto tal, expresso na proposição de que o ser humano precisa da cultura e tem de fazer o que for necessário para criar e manter a cultura. Isto exige do ser humano, não apenas para ter alguma substância interior como, simplesmente, para viver, que ele tenha valores, isto é, comprometa-se, engaje-se. Esta necessidade coloca o relativista diante de um dilema: valorizar a cultura mais do que a própria verdade - o que ele realiza lutando pela cultura mesmo sabendo que a cultura pela qual luta não é a verdadeira. Esta impostação filosófica do assunto traduz-se, no cotidiano da política cultural e, mais ainda, da ação cultural, na "palavra de ordem" segundo a qual o agente cultural deve ser pessimista na análise e otimista na ação. Este "otimismo" na ação, esta batalha pela cultura mesmo sabendo que a cultura não é a verdade, é o que distingue o relativismo cultural do relativismo comum, imobilista: do lado deste, a descrença absoluta e, do lado do primeiro, a necessidade de acreditar ao mesmo tempo em que contesta essa crença... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Referências: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Bloom, Allan. The closing of the american mind. New York, Simon and Schuster, 1987. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Heidegger, Martin. Nietzsche. New York, Harper &amp;amp; Row, 1961. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Nietzsche, F. Ceux qui veulent "amender' l'humanité in Crepuscule des idoles. Paris, Idées/ Gallimard, 1977.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8762486465484953602-6370509336813091244?l=afonsotrabalhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/feeds/6370509336813091244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8762486465484953602&amp;postID=6370509336813091244' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6370509336813091244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8762486465484953602/posts/default/6370509336813091244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afonsotrabalhos.blogspot.com/2009/04/curadoria-e-valor-cultural-por-teixeira.html' title='curadoria e valor cultural por Teixeira Coelho'/><author><name>Afonso Henrique Rodrigues Alves</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-p4v1T5fO9jc/TpuFaoUEPJI/AAAAAAAAAVE/-iZo6M2PZOs/s220/afonsoyogadivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8762486465484953602.post-8200526672558277087</id><published>2009-04-27T13:36:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T13:42:48.417-07:00</updated><title type='text'>Culturas pós-modernas  por Teixeira Coelho</title><content type='html'>Culturas pós-modernas&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Teixeira Coelho, pesquisador e professor da ECA-USP, coordenador do Observatório de Políticas Culturais.&lt;br /&gt;Sumário: Cultura superior, média, de massa; cultura científica; cultura dos intelectuais literários; cultura do narcisismo; cultura da identidade; cultura da autenticidade; cultura da lamentação; cultura da performance; cultura da atitude; cultura do entretenimento; lazer; cultura da publicidade; cultura veleitária; cultura religiosa; cultura empresarial; cultura do desmanche; cultura da unanimidade; jornalismo cultural.&lt;br /&gt;Termos relacionados: Cultura; culturas híbridas, cultura de fronteira, globalização, políticas culturais pós-modernas.&lt;br /&gt;Neste final de século que, já um pouco mais pacificamente, é possível rotular de pós-moderno, tanto a tradicional concepção antropológica de cultura quanto categorias mais recentes como cultura superior, média (midcult) e de massa (masscult) - discutidas no começo dos anos 60 por Dwight MacDonald, na esteira dos escritos da Escola de Frankfurt, e em seguida vastamente popularizadas por Umberto Eco, entre outros -, sem esquecer conceitos similares do tipo cultura popular, de elite ou erudita, cultura hegemônica, cultura dominada, cultura nacional-popular, não mais dão mais conta, sozinhas, da complexidade e diversidade da dinâmica cultural. São, todos, conceitos que, embora conservando seu papel na historiografia da cultura e tendo a seu tempo aberto perspectivas sugestivas que eventualmente podem continuar a ser exploradas, não permitem avançar, para dizer o mínimo, no entendimento dos modos pelos quais as pessoas hoje vivem suas culturas, na compreensão do que é cultura hoje para este ou aquele grupo, na percepção do que se espera ou não se espera desta ou daquela versão cultural neste momento. Demasiadamente abrangentes e ao mesmo tempo esquemáticos, além de terem sido desde o início controvertidos quanto a sua amplitude e profundidade, estes conceitos e os fenômenos que recobrem são hoje atravessados em todas as direções por linhas de força que passam de um a outro anulando as fronteiras que um dia talvez os separaram e irrigando-os com novos traços que os distorcem até os tornarem irreconhecíveis, se as lentes utilizadas para observá-los forem as mesmas de 30 anos atrás. O resultado imediato desta inseminação dos velhos quadros de referência com novos ingredientes é a proliferação de culturas designadas por rótulos que parecem apressados e dão às vezes a impressão de se sobreporem mas que captam nuances de sensibilidades e visões de mundo e que portanto não podem ser descartados se o objetivo for o entendimento dos vetores e tendências da dinâmica cultural. Durante alguns anos, foi possível colecionar, à maneira de um entomólogo cultural, diferentes rótulos que designam espécimes dessas novas culturas com nomes como cultura da autenticidade, da reclamação, da identidade, do narcisismo, da performance e algumas mais. Esses rótulos devem ser tomados a sério e não como modismos superficiais gerados e alimentados pelo jornalismo cultural e por uma ensaística que, para ser diminuída, é chamada de ligeira em oposição aos grandes estudos sobre temas ditos profundos que um dia fizeram a glória da Academia. Se esses rótulos passaram a existir é porque expressam ou tentam expressar desejos, aspirações e necessidades menos ou mais incertos e é isso que lhes dá foros de legitimidade.&lt;br /&gt;A constatação da estreiteza dos conceitos consagrados nos estudos da cultura e nada pior do que hábitos do pensamento: é preciso mudar sempre a forma&lt;br /&gt;do pensamento, insistiu Wittgenstein - começa com a percepção de que, por opção ou mero desconhecimento, já naqueles mesmos anos 60 a discussão sobre as culturas deixou de lado um modo cultural em particular (o que, de resto, em nada o impediu de trilhar seu próprio caminho e nele fortalecer-se): a cultura científica. Como os estudos culturais de que resultaram conceitos como cultura de massa, cultura erudita, etc., durante todo este tempo monopolizadores das discussões, tiveram por berço de predileção os EUA e o continente europeu, não lhes foi difícil ignorar um debate que se instaurou na Inglaterra a partir de 1959, provocado por C. P. Snow com uma conferência pronunciada em Cambridge sob o título "As duas culturas e a revolução científica". O fundo da tese de Snow consistia na identificação, no mundo contemporâneo, de duas grandes culturas abrangentes: a cultura dos intelectuais literários, como a chamou, e a cultura dos cientistas naturais. Entre uma e outra era possível observar, destacou o autor inglês, uma profunda suspeita e incompreensão, com desastrosas conseqüências para o enfrentamento dos problemas que afetam a humanidade como um todo. Os currículos das escolas e universidades não estavam naquele momento - como não estão - abrindo o espaço necessário a cada uma destas duas culturas e, em especial, à científica. Boa parte da responsabilidade por esta situação era atribuída por Snow aos "intelectuais literários", por ele vistos como personagens vinculados à velha cultura humanista, ao mundo pré-moderno e contrários à revolução industrial e à aplicação da ciência na vida cotidiana moderna. Por trás dessa concepção e Lord Snow, título sob o qual foi também largamente conhecido, havia - como na representação da cultura dividida ou setorizada em três segmentos: popular, de massa e de elite - a visão de um conflito (à inglesa) entre classes sociais, uma emergente e outra decadente. De um lado, a classe média alta, dominante na Inglaterra entre 1910 e 1950, a que pertencia a elite literária, e de outro, uma nova classe social, oriunda não raro dos segmentos mais baixos da classe média, de onde se originavam os cientistas e que ameaçava substituir a classe no comando. O mundo contemporâneo, para Snow, definia-se pela tríade ciência, democracia e modernidade cuja estabilidade estava ameaçada pelas idéias e pelo comportamento dos "intelectuais literários", por ele vistos como veleitários naturais que encaravam os problemas de amanhã com atitudes do passado. A carga contra a cultura humanista conduzida por Snow foi pesada e, em certos momentos, ácida. Snow, ele mesmo um homem público com um passado de cientista, chegou a sugerir que esse confronto entre culturas opunha uma cultura heterossexual e afirmativa, a cultura científica, a uma cultura felina e oblíqua, a literária ou humanista. Suas posições foram alvo de duros ataques, em especial por parte do crítico literário F. R. Leavis, figura de projeção na Inglaterra à época, para quem não havia como desmerecer os intelectuais literários que alertavam para os altos custos da revolução industrial e para a questão ética irresolvida pela ciência. Não é o caso de discutir aqui os argumentos favoráveis a cultura científica e contrários à cultura humanista ou vice-versa. Ressaltando apenas que C. R Snow estava sem dúvida com a razão ao apontar para o fosso entre esses dois modos culturais, bastará destacar ser esta uma classificação das culturas mais abrangente do que outras habituais desde os anos 60, como a divisão tripartite entre cultura erudita, cultura popular e cultura de massa, quase sempre tomadas apenas como modos ou versões da cultura literária. Com o foco nelas centrado, a cultura científica ficou à sombra das discussões - para o bem e para o mal dela mesma e da humanidade. Os desconhecimentos mútuos e os mútuos preconceitos que sempre aumentaram a distância entre cultura científica e literária, para ficar com os termos de Snow, são facilmente visíveis nas relações pessoais e profissionais no interior da própria instituição projetada para aproximar uma da outra: a universidade.&lt;br /&gt;Se cultura científica é um grande gênero a incluir no quadro das discussões sobre os modos culturais, cultura de massa será um dos rótulos a ser daí excluído para abrir espaço a outro ou outros mais eloqüentes. Os debates sobre esta cultura retomados no início dos anos 80 apontaram para o fato de que os referenciais a partir dos quais era possível definir ou descrever a cultura de massa haviam lentamente se dissolvido ao longo das duas décadas anteriores, levando consigo todos os conceitos relacionados ou deles dependentes. A cultura superior, baliza para a identificação dos traços prováveis da cultura de massa, foi gradativamente perdendo sua "autoridade cultural" e social (no sentido de autoridade no campo de forças que definem um imaginário coletivo) pelo desbaste  provocado por repetidas fusões entre ela mesma e as versões da cultura popular. À medida que não se reconhece mais a existência de padrões autorizados de gosto e que a difusão em grande escala de determinados princípios e valores produz uma certa banalização das idéias e, mesmo, um rebaixamento desse gosto, estabelecer os limites (claros ou difusos que sejam) entre a cultura superior e a de massa torna-se tarefa árdua e, a rigor, inútil. Diante desse quadro, novos conceitos e terminologia foram buscados e obteve boa repercussão, em meados dos anos 80, a proposta de rotular a "antiga" cultura de massa com a expressão cultura do narcisismo, uma cultura marcada não pela auto-afirmação, como permite crer certo entendimento superficial do narcisismo, mas pela perda da individualidade, uma cultura em que o eu está, como na velha cultura de massa, constantemente ameaçado de desintegração, em que o eu se vê tomado pelo sentimento de um vazio interior continuado.&lt;br /&gt;Esta cultura do narcisismo não seria possível sem uma cultura do consumo ou do consumismo, com a qual no entanto não se confunde. A cultura do consumo - atributo, na terminologia de 1968, das sociedades da opulência caracterizadas pela proliferação de bens materiais (sonho que se encerrou no início da década seguinte com o "choque do petróleo não sem antes tornar-se figura central do imaginário coletivo da segunda metade do século XX e, durante largo tempo, pesadelo de cidadãos e governantes do leste europeu que se esboroou em 1989) desencoraja a iniciativa e a autoconfiança ao mesmo tempo que incentiva a dependência, a passividade e o estado de espírito típicos do espectador. Esta cultura do consumismo estimula a ética aparente do hedonismo, cujo resultado perverso, uma vez que esse hedonismo claramente não está ao alcance de todos, é, pela impossibilidade de se ter tudo que é ofertado - coisas, atitudes e pessoas -, um estado de permanente desconforto espiritual e de ansiedade crônica (numa vertente, digamos, pacífica ou, pelo menos, passiva) e um estado de iminente criminalidade (como é fácil de constatar num país de fortes desigualdades sociais como o Brasil). Esta cultura do narcisismo consumista, herdeira da cultura de massa, se vê assim mais bem descrita nos termos qualitativos de uma cultura oral, como o faz Christopher Lasch, do que nos termos quantitativos do grande número adotados pelos primeiros estudos culturais, e é sob este aspecto que pode ser mais nitidamente distinguida de sua antecedente, a cultura burguesa do século XIX. A cultura burguesa do passado europeu, como a cultura burguesa do Brasil atual, exibia fortes traços patrimonialistas, o que levou os culturólogos de orientação psicanalítica a descrevê-la como uma cultura anal, uma cultura da retenção, uma cultura de circulação restrita, uma cultura que procede antes pela exclusão do que pela inclusão (como acontece com a ópera e o concerto, mas também com o livro e a posse individual de obras raras e com o balé e ... ) e que portanto não tem condições de desempenhar a função específica da cultura que é unir, ligar, fundir ao redor de um núcleo de sentimentos e percepções comuns. Já a cultura do consumo revela-se uma cultura oral, uma cultura pela da qual a pessoa (que não é sujeito) percebe o mundo como extensão do seio materno, um seio provedor. Uma cultura onde os seios proliferam e estão, aparentemente, o tempo todo à disposição de todos. Uma cultura na qual aparentemente nada é exigido do consumidor (além de fidelidade ao consumo), colocado numa situação de dependência absoluta do "seio materno" (seja ele, agora, a TV, o carro cobiçado, o filme de ação, etc.). Uma cultura em cujo interior a pessoa se encontra, aparentemente, na situação de escolher livremente - não entre um seio e outro, mas livre para escolher os dois seios ao mesmo tempo. Uma cultura onde todas as opções podem, na aparência, ser exercidas simultaneamente, onde as ligações (com os bens, artísticos ou não, e com as outras pessoas) são descompromissadas. Mais do que uma cultura oral, como a denomina Lasch, esta cultura do consumo poderia ser significativa e adequadamente chamada de cultura excremencial por ser uma cultura onde tudo ou quase tudo (e certamente o simulacro de tudo) se produz e se desdobra transbordantemente em exibições o tempo todo, numa catadupa de emoções e sentimentos orientados para as mais diversas destinações, inclusive as mutuamente conflitantes.&lt;br /&gt;Contra esta cultura do vazio interior constante tenta afirmar-se uma cultura da identidade, resultante do desejo e da dificuldade de definir os limites precisos da individualidade. Não se trata mais da cultura da identidade procurada ao longo dos anos 60, isto é, uma cultura da identidade como traço nacionalmente unificador, porem de uma identidade vista ora numa ótica maior ou anterior - a de uma etnia -, ora numa ótica menor, a de uma preferência sexual ou a do gênero, ora em ambas simultaneamente. Um rótulo mais atual para designá-la é cultura da autenticidade: o que ele designa é a busca de uma visão de mundo e de um modo de estar no mundo que teria sido alegadamente reprimido ou sufocado. A cultura gay se encaixa nessa divisão tanto quanto as que recorrem a rótulos do tipo afro-americanidade e afro-brasilidade.&lt;br /&gt;O par imediato dessa cultura da autenticidade recebe o nome, na fórmula proposta por Robert Hughes para descrever a situação nos EUA, de cultura da lamentação. A cultura da lamentação, da reclamação ou do queixume poderá também no futuro ser lembrada pelo apelido de cultura da vitimização. Segmentos da população, por motivos variados - crença religiosa, cor da pele, origem nacional, sexo, idade, preferências sexuais, etc. -, descobrem-se ou declaram-se vitimados. A condição de vítima não é um detalhe num conjunto maior mas uma visão de mundo da qual todo o resto decorre: preferências estéticas, níveis de desempenho, representação de direitos e deveres, figuração do lugar na sociedade e assim por diante. Sua conseqüência mais visível no campo cultural é a confusão entre a eventual discriminação cotidiana sofrida pelo indivíduo ou grupo no universo da cidadania e a alegada discriminação cultural ou estética contra eles exercida em suas tentativas de expressão. Faz parte da cultura da lamentação a demanda da abolição dos cânones de gosto, dos critérios de qualidade e competência e dos juízos de valor: um certo filme ou romance é bom porque seu autor é, foi ou teria sido vítima de uma opressão racial, sexual ou religiosa e não por este ou aquele fator específico e intrínseco à produção cultural. Esta cultura levou a uma outra, a do politicamente correto, descrita por Hughes como a cultura da ênfase no subjetivo, no ego, uma cultura da cidadania infantilizada segundo a qual os direitos pairam acima dos deveres e destes estão desligados. Uma cultura cujos componentes são extraídos do domínio dos sentimentos e não da razão ou, em todo caso, dos conceitos teóricos.&lt;br /&gt;As culturas da autenticidade e da reclamação são, em seus movimentos de superfície, culturas de afirmação, culturas ativas, o que as diferenciaria da cultura do consumismo e do narcisismo. Na realidade, podem terminar como versões destas ao estimularem a dependência em relação a um molde preparado. "Mais ativa" seria a cultura da performance, ou do desempenho, que, sem dizê-lo, decorre do que o antropólogo francês Gilbert Durand considera um dos mitos fundadores da cultura ocidental: o mito do produtivismo. Também esta é uma cultura no sentido estrito em que dela decorre um sistema de valores estruturador do mundo e da vida. Entre seus sinais exteriores mais prosaicos identificam-se práticas como a do cooper, da aeróbica (num sentido mais amplo, o universo das academias de modelação do corpo), tanto quanto a obsessão com os índices de venda, de produção, de circulação, de audiência e assim por diante. No Brasil, um de seus atuais traços evidentes aparece no recurso ao vocativo campeão com que muito pai das classes média e média alta se dirigem a seus rebentos homens. Uma das figuras nucleares dessa cultura é a do mundo que se move pela idéia da competição. Seu lema não é mais o carcomido "o importante não é vencer mas concorrer', porém "o importante não é vencer mas derrotar". O mundo é um balanço de perdas e ganhos. O uso do termo performance para designar certo tipo de atividade artística, aquela que se "libertou" do suporte material para desenvolver-se livremente no espaço, aqui e agora, com o corpo e por meio do próprio corpo do artista que se exibe diretamente ao público e não mais se retira, modesto, para trás de suas imagens ou de assinatura, é significativo como índice da penetração dessa ideologia cultural nos mais diferentes universos da vida contemporânea, pelos quais passeia no entanto um mesmo sentido: a perseguição de um resultado armado em etapas todas elas postas em exibição e em imediata apreciação. Para esta cultura, no domínio do esporte ou da arte, não é mais possível (ou tático) descurar da evidenciação do valor, não se confia mais na capacidade de julgamento do espectador, seja ele o patrão, o colega artista ou o visitante de bienais; o valor em cena (e em jogo) é evidenciado e sublinhado em todas as fases de seu processo de desdobramento do valor e, para que não se tenha dificuldade em avaliá-lo, será expresso por um esforço físico que fornece e explicita seus critérios quantificáveis de apreciação. Esta cultura também mantém relações próximas de vizinhança e interação com a cultura do narcisismo (procura da auto-suficiência fadada ao auto-aniquilamento) e do consumismo (por exemplo, o uso de roupas de certas etiquetas, de alta obsolescência do ponto de vista do  estilo) e também ela, portanto, é uma substituta da cultura de massa. Não é o caso de esquecer que um assalto e um ato de terrorismo são, de igual modo, performances e como tais são conscientemente, ou quase, considerados por seus praticantes - de resto para tanto despertados pela iconografia da violência.&lt;br /&gt;A cultura da performance, como a cultura do consumismo, se faz acompanhar necessariamente por uma cultura da atitude ou do comportamento, singularmente promovida pela TV. Embora haja nessa cultura da atitude ou do comportamento uma boa dose de simulação - se não posso ter esse desempenho, assumo pelo menos a atitude de quem o tem; se não tenho utilidade patente para este produto, uso-o mesmo assim simbolicamente -, a diferença maior entre a atitude ou comportamento e a coisa real deve ser procurada na ausência, no caso da atitude e do comportamento, de uma relação estrutural e causal entre essa atitude ou comportamento e um paradigma mais amplo de inserção do sujeito no mundo. Atitudes e comportamentos surgem como fragmentos de uma existência (freqüentemente imaginária) desprovidos de todo elo estrutural entre si. Atitudes e comportamentos de hoje são distintos e, mesmo, incompatíveis com atitudes e comportamentos de amanhã, regidos muito mais por valores simbólicos postos a girar em alta rotatividade pelo mercado do que por um capital simbólico acumulado autonomamente pelo indivíduo.&lt;br /&gt;Este indivíduo, aliás, está bem pouco inclinado a construir-se capitais simbólicos próprios, ele que permanece imerso no que Brecht chamava de cultura do entretenimento. Hannah Arendt teria preferido abolir a palavra cultura desse rótulo por entender que se formara na contemporaneidade uma oposição decidida entre cultura e lazer diante da qual o homem contemporâneo, dito de massa, buscaria apenas o segundo pólo, o do lazer. Em todo caso, essa cultura do entretenimento constitui já um campo bem delimitado e firme capaz de gerar definidas representações do mundo. Um número cada vez maior de falas e frases de estudantes, em particular daqueles provenientes de escolas públicas e de periferia, mas não delas apenas, compõe-se não somente de expressões da gíria como de palavras e sintaxes ouvidas nos talk shows da TV e nos spots e jingles publicitários do rádio e da TV. Dito de outro modo, elas provêm não da leitura, como no passado, mas de outras falas e dos meios de comunicação. Se há algumas décadas os estudantes eram levados a decorar poemas inteiros, hoje, com a aparente necessidade humana de exercitar regularmente a memória não sendo mais satisfeita por uma ideologia da formação escolar que decidiu abandonar o "saber de cór" em nome de um ensino supostamente libertário e conceitual (quer dizer, livre de fatos, datas, nomes e frases ou máximas, isto é: um ensino conceitual que quase nunca consegue ser mais do que etéreo), os jovens ávida e espontaneamente decoram jingles, slogans publicitários e "bordões" de apresentadores do rádio e da TV. E entoam em coro ou recitam-se mutuamente, com marcada alegria, esses fragmentos inconclusos da cultura não média mas mídia. Integrando essa cultura do entretenimento sem com ela fundir-se a ponto de perder seus traços, aparece, cada vez mais sólida, a cultura da publicidade, toda ela baseada nos modos da atitude (a atitude de fumar um cigarro em público, de enlaçar a namorada na rua, de portar-se com os amigos no bar, de balançar o corpo na discoteca) e cimentada no paradigma dos trinta segundos. Este paradigma, princípio motor da publicidade, reza que tudo pode ser dito em trinta segundos, que tudo que vale a pena ouvir não passa dos trinta segundos. É a arrogância da síntese. De procedimento quantitativo ditado pelo preço do segundo na TV, esta formulação acaba sendo apresentada pelos publicitários como norma geral da retórica e instrumento privilegiado da epistemologia contemporâneas. Não é assim, por certo. Quase nada pode ser dito em trinta segundos, quase nada pode ser respondido em trinta segundos. A brevidade não apenas não é em si um bem desejável como pode fácil e previsivelmente transformar-se num modo de ocultamento e deturpação. O jornalismo em geral adotou esse modo de expressão, cultuado não só como instrumento eficaz de informação mas também como procedimento artístico de primeiro plano desde que a literatura modernista - como a de Hemingway - o adotou. As frases curtas fascinaram. Não se pensou muito se esse curtismo não estaria apenas representando especularmente (de forma crítica ou não) o pouco fôlego do homem inculto contemporâneo e se não seria mera facilitação do contato entre mentes breves. Tampouco se atenta para o fato de que, como um ismo, o modernismo como um todo e esse modernismo literário em particular que é o jornalismo - modernismo que não foi e não é universal: jornais como o Le Monde e o The New York Times o ignoram amplamente, para sorte de seus leitores - já pode ter oferecido tudo que tinha a oferecer. E que não era muito.&lt;br /&gt;Estas culturas do entretenimento e da publicidade marcam um acentuado ofuscamento da cultura letrada por um novo modo cultural que não é necessariamente o da imagem mas o do som acoplado à imagem. No caso brasileiro, este deslocamento da cultura letrada pode nem ter ocorrido: teria havido, aqui, a passagem de uma cultura oral pré-imprensa para uma outra cultura não da imagem, como foi possível pensar num certo momento, mas para uma cultura audiovisual ou, talvez mais apropriadamente, para uma nova cultura oral, uma cultura oral em segundo grau. De um modo ou outro, estas formas culturais do entretenimento e da publicidade assinalam distintamente o apogeu de uma cultura veleitária, uma cultura da vontade imperfeita, da vontade hesitante, da intenção passageira, uma cultura onde a vontade é exercida com ímpeto e ineficácia, com volubilidade e irreflexão e cuja figura de expressão preferencial seria dada pela palavra quisera se as pessoas conhecessem e praticassem essa forma verbal. "Ele quisera mas não chegou a querer; ele quisera mas como não quis, não fez diferença", etc. Outra versão do mesmo fenômeno é o que já se chamou cultura do espetáculo, a ser entendida como cultura da administração das formas verbivocovisuais, na fórmula de McLuhan.&lt;br /&gt;Ainda a destacar o espaço cada vez maior requerido pela cultura religiosa em todas suas versões radicais, que se estendem do fanatismo evangélico ao fanatismo fundamentalista islâmico e outros fanatismos. Vistos pelo tubo deformante da cultura religiosa é que estes tempos surgem decididamente pós-modernos. Se há algo que marcou a modernidade foi o divórcio entre Estado e religião, arte e religião, ciência e religião, ética e religião, etc. No entanto, o que se observa hoje por toda parte é um movimento nítido de reocupação dos espaços leigos pelo espetáculo performante da religião exibida em público como forma de afirmação de autenticidades. A imprensa e a TV nem falam mais da opressão cotidiana exercida sobretudo contra as mulheres na maior parte do mundo islâmico. Todos, em todas as latitudes e longitudes, parecem agora confortavelmente acomodados ao fato de que durante anos Salman Rushdie, quer dizer, um escritor, um homem que lida com as idéias, tem vivido como criminoso ou pária por determinação de um Estado terrorista que tem nas mãos, como refém, todo o Iluminismo ocidental. Enquanto isso, o fundamentalismo intolerante se alastra pelo Egito, mata sistematicamente jornalistas e escritores argelinos e nessa mesma Argélia já destruiu seiscentas escolas públicas em pouco mais de um ano. Nos EUA, essa religiosidade tem vindo ainda, por enquanto, envolvida em plástico e é vendida na TV como um produto qualquer: embora menos temível por voluntariamente colocar-se ao  nível de qualquer outro produto, não é possível iludir-se e esperar que se trate de evento epidérmico. Pelo contrário, é apenas uma bomba com um longo estopim cujo detonamento pode ser interrompido ou adiado mas não necessariamente. Os sinais, visíveis também no Brasil, são precisos e eloqüentes. A convivência pacífica entre uma modernidade leiga - que não reprime o sentimento religioso individual mas que afirma a neutralidade leiga das instituições públicas - e uma pré-modernidade religiosa intolerante revela-se sempre mais difícil para os que recusam a hipocrisia. Durante muito tempo a intelligentsia ocidental procurou relativizar essas formas de irracionalidade religiosa considerando-as no interior de suas próprias culturas e segundo seus referenciais de origem, a partir dos quais deveriam ser entendidas e aceitas. Fica evidente, agora, que esses modos sacro-culturais não querem ser vistos no interior de suas próprias fronteiras e que a não-intervenção da cultura chamada ocidental no interior dessas culturas, diante dos casos de opressão declarada e anunciada contra as mulheres, os escritores, a escola leiga e tudo mais que representa os valores ditos ocidentais, significa, limpidamente, o abandono pusilânime de todos os ideais que durante estes duzentos anos têm se empilhado uns sobre os outros em milhões de páginas de livros, na cabeça das crianças, nas constituições, nos discursos. É como se toda a cultura da modernidade iluminista tivesse se transformado numa imensa cultura veleitária. Esta cultura quisera um mundo leigo, um mundo esclarecido, de tolerância. Quisera. Como o mundo não se mostra assim, a cultura ocidental diz "paciência". A passividade diante da intolerância fundamentalista, além de atentória aos homenageados direitos humanos, é suicida. Modos de oposição não declarada a essa cultura religiosa existem, em todo caso, em variados níveis de qualidade e intensidade, e a cultura empresarial ou corporativa (corporate culture) é um deles. A expressão é menos nova do que parece, tendo um sólido enraizamento em países como Japão e EUA. Inclui princípios de relacionamento humano no interior das grandes companhias, ideários do comportamento da empresa com o público, procedimentos de representação do mundo e das relações a serem mantidas com essa representação (dos quais faz parte a cultura da performance, por exemplo) e, também, padrões de gosto estético e cultural referendados por e definidores de categorias inteiras de objetos de arte, arquitetura e equivalentes. Alguns designers, como Sotsas, criam móveis - que se poderia descrever como de "gosto publicitário": cores fortes, formas irregulares, funções disfuncionais, à beira do kitsch ou já muito além do kitsch - e outros objetos declaradamente voltados para a corporate culture e vendidos em locais freqüentados por membros dessa cultura (lojas de design, anexos dos grandes museus, etc.). São objetos e lugares que pouco ou nada mais têm em comum com os tradicionais objetos e lugares destinados à alta burguesia; pertencem a uma outra esfera de gosto e de afirmação. Afirmação, de resto, é uma palavra própria da corporate culture e por ela reivindicada: não há mais nenhum pudor na reivindicação desse rótulo como pôde um dia ter existido (nos anos 60, digamos). Nos tempos do neoliberalismo, a corporate culture surge como valor positivo que não se precisa ocultar. A corporate culture tem um outro traço peculiar: não é uma cultura "dura" que tenha fronteiras definidas e uma "população" estável; embora não seja uma cultura portátil, que se possa levar daqui para lá, é uma cultura descontínua, espacialmente falando, na qual não se está o tempo todo (não se pertence a ela o tempo todo de uma vida e mesmo no intervalo de tempo em que se pertence a ela não se está nela o tempo todo). A classe executiva dos vôos internacionais é um lugar típico da corporate culture; a essa cabine diferenciada liga-se, à distância, a sala vip que os cartões de crédito mantêm nos principais aeroportos e os quartos de hotéis dos circuitos cinco estrelas, aproximados entre si pelos carros do ano alugados e pelos táxis e limusines especiais. Entre um e outro desses lugares, porém, abrem- se grandes buracos de indiferenciação e de cotidianidade vulgar. E aliás nesses mesmos buracos negros estilísticos (a palavra estilo cai como uma luva na corporate culture) que vive, a maior parte do tempo, uma parte expressiva dos membros dessa cultura, que dela participam apenas quando a serviço da empresa, da corporação. Não se trata portanto de uma cultura de imersão, nem de uma cultura que se carrega consigo mas de uma cultura prêt-à-porter encontrada em determinados lugares e situações e que é vestida e desvestida com hora certa como quando se aluga um traje a rigor. Como a corporate culture constitui um ambiente com a aparência de um conjunto ou sistema, não se apresentando sob o aspecto da simples sobreposição fortuita de objetos e atos isolados como na cultura do consumismo comum, é difícil dizer se seus efeitos sobre seus membros têm maior ou menor poder de dissociação da personalidade do que os produzidos pela cultura do consumo. A corporate culture, com sua corte de estilistas, designers, artistas gráficos categorias profissionais cujo aparecimento está intimamente associado ao advento dessa cultura -, opõe-se também, com forte contraste, ao que um dia se chamou de cultura erudita ou de elite ou, ainda, de vanguarda. Visualmente não é difícil distinguir entre um artista plástico (por mais que esta expressão seja inexpressiva) e um artista gráfico ou artista empresarial, um corporate artist. Os traços deste artista corporate (por mais que ele se apresente como um artista plástico) são predominantemente os traços da ilustração e da publicidade que a corporate culture quer vender como o modo privilegiado de arte da segunda metade do século. E se sua forma é a da ilustração, seu conteúdo é aquele retirado dos jornais, revistas "sofisticadas" e comerciais de TV. Proliferam as exposições de pintura cujas telas oferecem imagens feitas a partir de fotografias publicadas na imprensa ou a ela destinadas, como fotos sobre esporte, arquitetura, etc. A corporate culture tem representantes em todos os domínios artísticos, das artes plásticas à música, passando pelo cinema. Assim como a muzak (música ambiental enlatada, apropriada para o trabalho e para a espera em lugares públicos que freqüentam o imaginário da corporate culture, como os aeroportos) pertence a essa cultura, filmes inteiros são feitos segundo seus princípios estéticos, como 9 112 semanas de amor, Orquídea Negra e tantos outros.&lt;br /&gt;Mas não é pelos traços formais exteriores que a corporate culture mais se distingue da ex-cultura erudita. O traço diferenciador central está no fato de que enquanto a corporate culture é uma cultura de adesão a padrões, normas e princípios de diversificada natureza (estéticos, éticos, econômicos, políticos), boa parcela da ex-cultura de elite ou vanguarda, sobretudo aquela feita entre o final do século XIX e a Segunda Guerra Mundial (com um período de sobrevivência incerta até o final dos anos 60), era uma cultura de oposição, oposição a concepções artísticas em vigor, a instituições públicas, a partidos políticos e ideologias, a regras de comportamento sexual ou ético, ao predomínio do coletivo sobre o individual (ou vice-versa), como o foram a seu tempo o cubismo e o surrealismo ou, numa outra dominante, o psicodelismo hippie da segunda metade dos anos 60. A corporate culture não quer opor-se a nada, não lança manifestos, não entra em combates físicos ou conceituais: quer apenas ignorar, desconhecer, cavar um nicho para si e mantê-lo intocado, distante física ou imaginariamente da cultura restante. De seu lado, aquela ex-cultura de elite era decididamente contra. Sua arma preferida era o desprezo, aristocrata que era - embora um de seus artistas fosse filho de um obscuro professor primário, outro descendesse de uma família de negociantes de vinho pequeno-burguesa e assim por diante. Era uma cultura contra. Contra a sociedade, contra a modernidade - contra o homem, no limite. Os museus estão abarrotados dessas obras contra e, paradoxalmente, estão sempre lotados pelas pessoas contra as quais elas um dia foram feitas. E pungente, e um tanto cômico as vezes, o observar os esforços (nem sempre meramente altruísticos) da arte-educação e de alguma ação cultural no sentido de aproximar de certas obras de arte pessoas, segmentos e classes  inteiras contra as quais aquelas obras foram inicialmente feitas. De um mo outro, é sob todos os ângulos mais significativo designar essa cultura com o nome pelo qual na verdade ela sempre respondeu e reivindicou: cultura de oposição.&lt;br /&gt;Próxima dessa cultura de oposição, mas com um âmbito muito maior sob um aspecto e mais restrito sob outro, é o que se pode denominar de cultura do desmanche, a ser entendida sob o mesmo sentido dado ao termo na gíria policial: desmontagem ou canibalização de um carro roubado para venda isolada das peças, a seguir compradas por pessoas que não podem ignorar sua procedência dado o preço reduzido que por elas pagam. O Brasil continua neste momento sob a ascendência dessa cultura do desmanche, que enfeixa numa mesma linha de força todo o espectro cultural definido pela antropologia, das artes à cultura jornalística e à cultura política, da cultura de rua à cultura dos relacionamentos interpessoais, da cultura da mídia à cultura universitária. Este país, durante décadas, foi treinado para a recusa de tudo e de todos, acostumados a uma cultura do desespero e do fracasso. Os sinais dessa cultura estão por toda parte, do histórico lema de Chacrinha ("Não vim para explicar, vim para confundi?') a índices gritantes como os expostos em "bordões" do tipo "um corpo caído no chão" (para designar um jogador que sofreu uma falta), "de frente para o crime" (indicando uma situação em que um jogador se prepara para cobrar uma falta ou pênalti), "é um animal esse Joãozinho" (qualificando um jogador virtuoso, etc). Mais do que representar uma espécie de logotipo do locutor, essas expressões condensam um certo espírito do tempo e refletem (ao mesmo tempo que reforçam) os traços de uma cultura criminalóide. Cultura criminalóide - expressão derivada de Pasolini é, de resto, outra versão cultural própria deste momento para a qual toda atenção que se puder dedicar nunca será excessiva. No período ideologicamente mais denso dos anos 60 e 70, Pasolini não hesitou em escrever que éramos todos, nesta sociedade ocidental e capitalista, criminalóides. De lá para cá, a situação apenas piorou. A cultura criminalóide está por toda parte, patentemente desdobrada aos olhos fascinados e às vezes (cada vez menos) atônitos dos espectadores ou veladamente (nem tanto) exposta e cultuada sob a forma (cínica) de denúncia. Ocupa as telas dos cinemas e das TVs, está nas minisséries e nos comerciais, nas arquibancadas dos estádios de futebol e entre os filhos das famílias das classes opulentas e médias. Sob a forma da violência explícita (cita transformou-se, já se disse, em estilo contemporâneo. A ditadura iniciada no Brasil em 1964 e a corrupção que com ela se firmou e alastrou são duas faces dessa mesma moeda, que tem livre curso nacional e internacional, no interior de uma mesma cultura (a corporate e a da performance, por exemplo) e transculturalmente. Identificar seus sinais exteriores é ocioso, tão numerosos e onipresentes eles são. É uma unanimidade.&lt;br /&gt;A cultura da unanimidade - cultura do óbvio ou de um consenso cada vez mais estreito, para usar uma expressão de George Steiner - é, por sinal, outra  versão cultural da pós-modernidade a merecer reflexão. Os cânones do gosto foram e estão sendo definidos (por vezes, forjados) por uns poucos e difundidos em ampla escala como padrões universais indiscutíveis. As políticas culturais, que sob este prisma podem ser chamadas de políticas do gosto, afunilam-se cada vez mais. Com elas, o pensamento e as idéias. Steiner chega a falar numa oligarquia do gosto, designação talvez não tão apropriada dada a extensão do fenômeno. Exemplo: em 1977, os EUA mandaram ao espaço duas naves, Voyager 1 e Voyager II, com a missão de explorar os limites deste sistema solar, o que começaram a fazer dez anos depois de alcançarem o "ponto" programado. Com elas foram para o espaço uma coleção de objetos representativos da cultura humana com a intenção (dramática) de avisar eventuais extraterrestres sobre a existência de vida humana num certo planeta chamado Terra. Entre esses objetos seguiu a gravação de um prelúdio de Bach, considerado assim como a representação por excelência do gênio de uma espécie. Poderia ter sido uma peça de Beethoven, o que não alteraria esta idéia da unanimidade. Não foi, o que teria feito a diferença, uma obra de Stravinsky ou de Schönberg. Isso aponta para o fato de que um número limitado de compositores, poetas, escritores, pintores, cineastas condensa em si, cada vez mais, a expressão da humanidade inteira. Os centenários deste ou daquele se sucedem a golpes de campanhas globais que reforçam drasticamente os afunilamentos. A multiplicação dos meios de produção cultural e a proliferação dos "artistas" (que assim são chamados ou assim se auto-intitulam: nos EUA calcula-se que chegam a 10 milhões de pessoas) trouxeram consigo o efeito paradoxal de provocar a emergência de um consenso quanto ao valor de alguns poucos nomes em vez de favorecer o surgimento de novos valores e variantes. A insegurança e o desnorteamento são o substrato de uma realidade que essa cultura da unanimidade oculta. Estamos numa época em que valores subjetivamente construídos transformam-se em princípios transubjetivos graças a um lento processo de destilação maturada ou, posto de outra forma, em uma época assinalada pelo alçamento induzido - ou passivamente consentido - de alguns valores a uma posição de dominação sobre os demais? Será impossível negar, em todo caso, que uma parte considerável da atual produção cultural e artística já nasce sob o selo da unanimidade - quase sempre aposto pelo jornalismo cultural -, num absurdo cujas raízes devem ser buscadas quer na cumplicidade mercadológica e comercial entre mídia e produtores, quer na fascinação "ingênua" que manifestamos quase todos diante das campanhas magnificentes e massacrantes que hoje cuidam dos lançamentos culturais, tanto por ocasião de um leilão de obras de Van Gogh quanto da apresentação de um novo e ready-made pop star. As políticas de ação cultural deveriam refletir duas vezes sobre o que conseguiram fazer ou não nos últimos quarenta anos no domínio da divulgação da cultura.&lt;br /&gt;Diante deste quadro, designações tradicionais como cultura popular, de massa, pós-industrial, unidimensional, moderna e pós-moderna, globalizante e, mesmo,  de direita e de esquerda perdem boa parte da operacional idade que um dia tiveram. A "cultura de massa" ou "da mídia" não pode mais ser entendida nos termos marxistas relacionados exclusivamente com o conceito de classe social e tampouco pode ser explicada conforme um modelo freudiano ou lacaniano exclusivo. A cultura de massa, tanto quanto a popular e a erudita, é hoje (e já há algum tempo) atravessada por linhas de força diferentes - a da cultura da autenticidade, da reclamação, da performance, do consenso, da oposição - que a ligam com a cultura a seu lado sob algum aspecto ou dimensão, num movimento de criação, não de novas estratificações, mas de novas cintilações cujo sentido, embora deslizante, não é inteiramente inapreensível.&lt;br /&gt;Muitas das designações destes novos modos culturais foram criadas pelo jornal
